The Good Place (NBC/Netlfix) – 3ª temporada

28/11/2018

s03e01 Everything is Bronzer! – De volta à Terra sem memórias,Eleanor e Chidi se aproximam após terem experiências de quase morte. Michael quebra as regras do novo experimento.

Nada como o retorno da minha cómedia predileta pra dar uma leveza em meio a tanto drama que assisto, confesso que não lembro de uma série cômica tão dinâmica quanto The Good Place, que iniciou de uma maneira, teve um plot twist incrível e genial, e desde então vem trabalhando de diferentes maneiras, e sempre surpreendente, sua narrativa.

Desde a virada da série quem assumiu total protagonismo foi Ted Danson, inclusive já agraciado com indicações em premiações nos últimos anos, porém quero afirmar que o que mais funciona em cena para mim na série é a maturidade e esperteza do roteiro, sempre disposto a subverter conceitos pré-concebidos. Na torcida por uma temporada bem bacana!

s03e02 The Brainy Brunch – Após a chegada da nova cobaia do estudo de quase morte, o grupo começa a se separar, mas Michael e Janet tentam manter todos unidos.

Fico impressionado, ainda, com a dinâmica veloz que The Good Place logo se rearranja em cada temporada ou novo plot twist, aquie já temos a dinÇamica de reagrupamento no plano terrestre para nossos 4 anti-herois tentarem uma vida mais correta, com a adição de um demônio para quebrar e as novas inserções de Michael e Janet para manter o grupo unido teremos e assim teremos uma nova narrativa cheia de possibilidades, estou muito empolgado com a série!

s03e03 The Snowplow – A Turma do Cérebro continua a estudar o pensamento ético. Agora na Austrália, Janet e Michael interferem no destino de várias formas. Pela primeira vez a dinâmica do episódio, não da série, me incomodou um pouco, achei tudo muito apressado e desajeitado, claro que já conhecemos os personagens mas neste pós morte dos mesmos acho que deveriam tentar conduzir seus comportamentos de maneira mais lenta, tentativas e acertos, gostei muito das piadas recorrentes do irmão Thor;

s03e04 Jeremy Bearimy – Depois que Michel e Janet revelam algumas verdades para a Turma do Cérebro, eles se separam e tentam lidar com o que acabaram de saber.

Nossa depois do episódio apenas ok anterior, que maravilha de episódio foi este, fico impressionado com a qualidade do texto da série, a riqueza de detalhes e conceitos filosóficos passados de maneira leve e dentro da proposta da série, eles novamente sabendo de toda a verdade começam a agir de maneira diferente mudando novamente a lógica que a série nunca nos permitir vivenciar. Muito, mas muito bom!

s03e05 The Ballad of Donkey Doug – Jason visita algumas pessoas do seu passado enquanto Chidi pede ajuda para resolver um problema. Meldels!! Nem nos meus piores sonhos acharia possível os roteiristas conseguirem construir personagens tão estúpidos quanto o amigo e o pai de Jason, surreal não fosse o traço da dinâmica dos mesmos. E que tal o gancho pro próximo?

s03e06 A Fracture Inheritance – Depois de receber uma notícia chocante, Eleanor vai a Nevada com Michael para investigar. Tahani tenta fazer as pazes com sua irmã, Kamilah. Gostei bastante do tom agridoce das retomadas de relações de Eleanor e Tahani, mesmo que este nao seja o tom da série, serve de crescimento as personagens.

s03e07 The Worst Possible Use of Free Will – Quando Eleanor pede a Michael para ajudá-lá a recuperar algumas memórias do além-mundo, ela começa a entender suas próprias motivações. E a série novamente tem audácia de discutir numa sitcom temas existenciais e filosóficos de maneira ímpar, que genial é um texto que se propoe a isto na teve aberta, elenco e direção conseguem reinventar a série de maneira competente e ainda trazer reflexões aos fãs; sem comentários…

s03e08 Don’t Let the Good Life Pass You By – Michael e Janet visitam a pessoa que creem ser o modelo de como viver bem na Terra; Eleanor pede conselho a Tahani. Amei o ser humano ideal…o roteiro consegue “desenhar” alguns conceitos de filosofia e antropologia de maneira ímpar, mais um excelente episódio!

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New Amsterdam (canal NBC) – 1ª temporada

28/11/2018

New Amsterdam é uma série médica inspirada no Bellevue, o hospital público mais antigo dos Estados Unidos. A trama acompanha o brilhante e charmoso Dr. Max Goodwin, o novo diretor da instituição, que busca por menos burocracia e mais eficiência no hospital. Mas não vai poupar esforços para trazer mais vida e energia para um lugar com poucos recursos e cheio de funcionários desmotivados. O elenco conta com Ryan Eggold, Freema Agyeman, Janet Montgomery, Jocko Sims, Anupam Kher e Tyler Labine.

s01e01 Pilot – As primeiras ações do Dr. Max Goodwin como novo diretor médico causam descontentamento entre os membros da instituição.

Numa primeira impressão curti a vibe de New Amsterdam principalmente pela construção de um Sistema, como se o hospital fosse um personagem, me lembrou algumas coisas que gostava em The Resident (a luta contra o sistema), com doses de Grey’s e House, ainda prefiro observar sem muito apego o desenvolvimento da série e dos personagens, como a utilização de Tyler como médico, mas obviamente diferentão na psiquiatria, uma saída esperta pra um ator claramente cômico numa série dramática. Assim, indico para os fãs do subgênero neste primeiro momento!

s01e02 Rituals – Max lida com seu diagnóstico enquanto a Dra. Sharpe o encoraja a fazer um plano. Enquanto isso, a Dra. Bloom incentiva Reynolds a se arriscar e o Dr. Kapoor e Iggy trabalham juntos para ajudar uma criança.

Por incrível que pareça, sem ou com intençao, o roteiro deste segundo episódio claramente privilegia os coadjuvantes com bons casos médicos, o que me surpreendeu e naturalmente nos apresentou os mesmos, criando uma identificação ímpar como a há muito não via numa série procedural, em detrimento, o protagonista ainda me parece muito mal delineado, inclusive seu ator, e suas storylines, doença e esposa, me soaram muito clichê até aqui. Em compensação adorei a storyline do garoto dopado de medicamentos, importante e atual este questionamento, me surpreendi pela cultura americana de colocar uma médica supervisionando todos alunos das escolas em detrimento de tratamentos pessoais, uma política pública polêmica a meu ver; e a paciente de dr. Reynolds trouxe alguns questionamentos éticos no que se refere a fé e ego que também me agradaram apesar da previsibilidade. Um bom início de temporada!

s01e03 Every Last Minute – Max precisa convencer uma viúva a fazer uma doação de 10 milhões para o hospital. Dr. Iggy trata de um paciente que tem uma síndrome peculiar.

Tenho notado um aspecto que pode vir a ser o calcanhar de aquiles da série, seus médicos coadjuvantes são muito mais funcionais do que o protagonista, o que pode ser revertido pelo roteiro, mas me chama a atenção que os casos e dramas destes médicos me interessem muito mais do que acompanhar Max em sua epopéia de salvar o hospital e sua vida pessoal. Me surpreendi que estou gostando da série!

s01e04 Boundaries – Quando Max oferece voluntários em New Amsterdam para assumir um hospital com poucos funcionários nas proximidades, as coisas ficam caóticas rapidamente.

Voltando ao bom ritmo e episódio regulares, a força da série até aqui certamente reside no próprio hospital, como estrutura e debate de medicina pública, e na boa apresentação dos médicos até aqui, infelizmente meu ranço com Max, ainda não passou, e ainda prefiro todos os demais, principalmente o médico indiano e o psiquiatra.

s01e05 Cavitation – Um jornalista visita Nova Amsterdã para conhecer Max e aprender sobre o hospital. Bloom e Reynolds têm um grande desentendimento depois que ela faz uma chamada contra o protocolo e Kapoor lida com questões de seu passado.

s01e06 Anthropocene – Max realiza sua primeira festa de arrecadação de fundos anual no hospital e as emoções são altas com a presença de familiares no evento. Iggy se esforça para dar notícias difíceis para sua filha e Kapoor e Dra. Sharpe trabalham juntos.

s01e07 Domino Effect – Com um procedimento médico marcado, Max deve decidir se pode estar presente no hospital enquanto lida também com sua doença. Enquanto isso, um vínculo com um paciente faz Bloom considerar sua vida pessoal, e Iggy faz progressos em um caso de longa data.

s01e08 Three Dots – Dra. Bloom começa a sentir os efeitos da privação de sono e trabalho excessivo, enquanto Max pondera qual melhor tratamento pra ele depois que um paciente com câncer cruza seu caminho.

Apesar de ainda não encontrar o melhor tom da série, ainda vejo que Max não cnosegue ser o protagonista real da séries, seus coadjuvantes ainda são muito mais interessantes. No entanto, algumas storylines estão muito boas, como as doações em efeito domino deste último episódio (apesar de já ver este plot em House), mas acredito no potencial da série/temporada.

This Is Us (NBC) – 3ª temporada

28/11/2018

s03e01 Nine Bucks – Randall, Kate e Kevin encontram-se em novos caminhos enquanto celebram o seu 38º aniversário.

Interessante a maneira como o roteiro utilizou a passagem de tempo desta a última season finale, iniciamos com um pequeno clipe de fatos e a narrativa iniciou como se acompanhassemos o “hoje” dos personagens; pelo que foi introduzido a “magia” dos roteristas parece não ter fim, com uma abordagem que aos poucos vai acrescentando novos elementos/personagens a série vai ampliando sua narrativa entre passado-presente-futuro de uma maneira única, muito especial e simpática. A teoria de que com a exposição da morte de Jack a série, ou pelo menos o “passado”, perderia parte do seu charme foi a bancarrota pois há muita história entre o casal como neste horrível primeiro encontro que já deixou um gancho e ainda a exploração do passado militar de Jack.

E vamos renovar o estoque de lenços de papeis pra temporada toda!

s03e02 A Philadelphia Story – Os Pearsons se juntam para apoiar Kevin na premiere do seu filme. Os trigêmeos adolescentes tomam decisões relacionadas a faculdade.

Aqui tivemos dois interessantes plots sendo desenvolvidos, um lá no passado, observando o luto pós morte de Jack, o reiniciar da família com os jovens irmãos tentando dar os primeiros passos em suas vidas, verificamos Kevin aderindo ao alcool, Kate e o início de obesidade e Randall optando por sua faculdade; no presente, tivemos o primeiro grande embate sobre a inseminação de Kate e a contrariedade de Rebecca, lembrando os primeiros ressentimentos sobre a obesidade de Kate, deixando bem claro o sistema compensatório de Rebecca que observou o caminhar da filha e não soube ajudá-la no luto do pai. Ótimo episódio!

s03e03 Katie Girls – Os Pearsons apoiam Kate quando ela se submete a um procedimento médico. Bom truque narrativo, e uma afago nos fãs da série, fazer com que durante o procedimento de coleta de óvulo, Katie reveja Jack e suas versões infantil e juvenil, num bonito quadro da personagem, além disso, vemos o passado de Rebecca, alguns novos problemas para Randall e sua esposa e um indício daquele flashforward de Kevin indo atrás da história do pai no Vitenã, depois de ser questionado sobre isso numa entrevista para seu filme. Acho muito bonito a maneira como os roteiristas “plantam” os arcos dos personagens e iniciam um desenvolvimento meio que “novelo de lã”, nem preciso comentar o quanto “amo” a série.

s03e04 Vietnam – Um Jack mais jovem toma uma decisão que irá impactar o curso de sua vida. Preciso ser sincero e dizer que foi o primeiro episódio fora de lugar que vi na série, sendo que esta tem a melhor montagem/edição da teve atual, acho que precisavamos ver um pouco mais da busca de Kevin ou pelo menos sua chegada até lá, para num segundo momento observarmos a experiencia de Jack no Vietnã e o relacionamente dele com sua família, principalmente, seu irmão, que até aqui não tínhamos visto, logo deu pra perceber um sentimento de proteção de Jack para com Nick desde que eram crianças, principalmente, devido ao tratamento de seus filhos!

Fora que adoro Jack mas o restante da familia faz muita falta no episódio!

s03e05 Toby – Kate e Toby tentam se manter ocupados enquanto esperam por grandes novidades. Randall embarca em uma nova jornada. Kevin conhece alguém do passado de seu pai. Chegou a hora de vermos um pouco do passado de Toby e como a depressão faz parte de sua vida desde a infância após a separação dos pais, delicado e sensível, foi tratado com devido respeito, achei correto demais e o ator esta excelente; a jornada de Randall era bastante previsível dado que o pragmatismo do personagem não funciona como política social, mas é impressionante como o “ser aceito” pela comunidade negra incomoda Randall que teria até então uma vida perfeita.

s03e06 Kamsahamnida – Katie tem que lidar com a depressão de Toby. Randall dá atenção a Kevin, que está obcecado com o passado de Jack. Ainda no passado observamos algumas ressalvas de Rebecca quanto ao esporte praticado por Jack, boxe, que me parece que terá alguma relação com as vidas deles; além disso, vimos a primeira crise de Beth, após perder o emprego, com suas filhas, até então um relação impecável retratada pela série, inclusive, neste núcleo observamos que a diversidade pregada pela série tão bacana e positiva, sem panfletarismo gratuito e mimimi atual, sim, esta lá todo retrato dos preconceitos mas, acima de tudo, somos humanos.

s03e07 Sometimes – Kevin e Zoe chegam no Vietnã. No passado, Jack e Rebecca viajam para Los Angeles. A história de guerra de Jack continua a ser revelada. Não sei dizer onde a serie quer chegar nesta viagem ao passado de jack, não lembro de saber se o irmão dele morreu por lá, parece que sim, mas com a ida de Kevin confesso que não me surpreenderia caso isso tivesse um twist, a sensibilidade do texto esta lá e os roteiristas sabem como poucos abordar temas pequenos, como a trama do colar, de maneira orgânica, mas por vezes sinto tudo um pouco avulso demais.

s03e08 Six Thanksgiving – Os Pearsons têm um jantar de Ação de Graças inconvencional. No passado, Jack, Rebecca e o trio passam o feriado com Miguel. Em séries dramáticas dificilmente curto estes episódios ditos temáticos, porque precisa-se parar toda narrativa para arranjar uma desculpa e inserir o tema, o Ação de Graças dos Pearsons este ano me passou isto, serviu para nada, com exceção da revelação de Tess, espero que seja melhor trabalhada do que somente sua menção para “causar” nas redes sociais (assim como ocorreu com a bissexualidade de Will); e para minha surpresa, a adição da familia de Miguel me surpreendeu para trazer a narrativa uma perspectiva diferente da qual estamos acostumados.

 

Law & Order SVU (canal NBC) – 20ª temporada

28/11/2018

s20e01/02 Man Up/Man Down – Adolescente Sam Conway mostra evidência de estupro, mas se recusa a nomear seu agressor. Enquanto isso, Benson e Rollins confessam algumas mudanças importantes na vida; na continuação, ADA Stone se culpa pelo chocante veredicto no caso de Sam, e antes de Benson poder oferecer ajuda, Sam toma uma decisão trágica.

Não curti esta premiere, achei tudo muito gratuito, principalmente, na cescente tensão da primeira parte, já a segunda sim, me parece mais equilibrada e com desfecho interessante, os olhares pessoais nos personagens não funcionaram para mim, principalmente do Promotor;

s20e03 Zero Tolerance – Após o resgate de uma jovem de um traficante de sexo, Benson e Stone devem tomar medidas drásticas para reuni-la com sua mãe. Enquanto isso, Rollins decide da outra chance à sua complicada relação amorosa..

Apesar de achar que o texto do episódio claramente seja para atingir a política de Trump, que até onde sei não foi quem “inventou” esta regra absurda e desumana, porém como exercício de retrato atual é impressionante como uma situação como esta pode “prejudicar” uma criança, chocante, revoltante e muito cruel (não interessa as questões políticas envolvidas);

s20e04 Revenge – Como uma série de assaltos aumenta mais violentos, os policiais investigam um grupo online para identificar um suspeito. Mais um episódio calcado em fatos recentes, um grupo de ódio às mulheres por se sentirem subjulgados pelas mesmas, praticamente uma utopia ao que a sociedade enfrente atualmente com o machismo, no entanto, sempre haverá pessoas que vivem em outro “planeta”, e a denúncia é punk e surreal!

s20e05 Accredo – Um membro de um grupo de empoderamento das mulheres é encontrado assassinado , levando os policiais para o carismático líder masculino do grupo. Enquanto isso, Rollins mantém sua gravidez em segredo para evitar ir ao serviço de mesa. Episódio básico e regular, nem mesmo o tema do empoderamento conseguiu me cativar no sentido que o “profeta” era um homem (what?), era bem previsível o desfecho do caso, já a gravidez de Rollins acho muito exagerado este cuidado com a personagem no sentido de assumir ou não!

s20e06 Exile – Uma jovem acorda no hospital sem memória de seu ataque, e a investigação de Carisi pára quando ela desaparece. Um aparente caso banal de estupro ou sexo não consentido, acaba por virar um retrato sobre problemas psiquiátricos que causam transtornos e levam jovens (no caso, uma jovem) a ser moradora de rua e tudo que envolve estes cidadãos, uma pena o roteiro não conseguir atingir sua plenitude, senti que faltou audácia para os roteiristas.

s20e07 Caretaker – Os policiais lutam contra um crime impensável quando uma família é assassinada durante o sono. Apesar de achar que o episódio como universo de temas abordados na série em nada tem de relevante, confesso que o caso lembra um caso policial da minha região no qual uma mulher bem sucedida em crise financeira mata o marido, a irmã e a sobrinha pequena pelos motivos similares ao proposto da série, não queria expor a familia a um possível sofrimento, de vies financeiro…surreal.

s20e08 Hell’s Kitchen – Uma garçonete de um restaurante badalado de Nova York é sexualmente agredida em uma festa VIP após o expediente. Um episódio que claramente buscou ilustrar um vies assediador de figuras proeminentes que buscam carona na “onda atual” apoiando o projeto como se não tivessem “telhado de vidro”, porém o roteiro ficou titubeante ao não saber abordar as acusações de maneira simples e direta deixando tudo muito raso para criar uma complexidade na trama, achei irregular.

s20e09 Mea Culpa – Stone leva seu próprio caso a julgamento quando uma mulher de seu passado o acusa de agressão sexual – Dirigido por Mariska Hargitay. Mais uma vez sinto que a série tem interesse em abordar um caso de assédio/estupro diferente dos quais a série esta acostumada, porém não consegue imprimir profundidade e desenvolvimento adequado ao tema, principalmente, porque como tem um personagem coadjuvante envolvido esperava mais quando lá no primeiro episódio da temporada, vimos Stone se envolvendo em menage a trois, tipo vivendo uma vida “loka” ou algo do tipo…esperava que houvesse um plot com ele particularmente neste sentido, mas que fosse abordado de uma maneira mais orgânica e com consequências.

You (Lifetime) – 1ª temporada

28/11/2018

Beck é uma aspirante a escritora, que vê sua vida mudar completamente ao entrar em uma livraria no East Village, onde Joe trabalha. Assim que a conhece, Joe tem certeza de que ela é a garota dos seus sonhos e ele fará de tudo para conquistá-la. A partir daí, uma série de acontecimentos estranhos tomam conta da vida dos dois.

s01e01 Pilot –  Guinevere Beck é uma aspirante a escritora, que vê sua vida mudar completamente ao entrar em uma livraria no East Village, onde Joe trabalha. Assim que a conhece, Joe tem certeza de que ela é a garota dos seus sonhos e ele fará de tudo para conquistá-la.

s01e02 The Last Nice Guy in New York – Beck e Joe vão à um encontro. Joe faz tudo que pode para persuadir Beck, mas ela está presa à seu ex, Benji.

Não imaginei curtir tanto uma série sobre um stalker, parece uma sinopse de filme do Supercine e outras produções de suspense B, no entanto, a produção do Lifetime caprichou no clima, na ambientação e na narrativa, ao nos fazer simpatizar por Joe (como se vissemos uma hiena espreitando para matar um leão, e isso fosse curioso). Nem mesmo as “forçadas” do roteiro que praticamente entrega todos os plots no piloto (pai abusivo do guri, professor assediador, amiga interesseira), não estragam a experiência social e verossímil de acompanhar uma caçada moderna.

s01e03 Maybe – Beck não tem certeza se Joe é “O Cara Certo”, então ele tenta provar ser o namorado ideal. Entretanto, balancear esse momento importante no seu “relacionamento” em desenvolvimento com suas manobras ardilosas, feitas secretamente, se mostra desafiador.

Gosto que a série ainda deixou Beck como uma vítima de Joe, na verdade, o roteiro mostrou a guria como uma mulher jovem independente, com diversos problemas, mas que não se furta de buscar diferentes parceiros, deixando a narrativa de Joe até engraçada como ele se coloca como “príncipe num cavalo branco”; o episódio mostrou as possíveis próximas vítimas do jovem, espero que a série não se apegue somente a isto, mas esta bem legal e cool, boa de assistir!

s01e04 The Captain – Beck vai a um encontro fora da cidade com um homem com que ela esteve trocando mensagens, Joe a segue e o que ele encontra é chocante. Beck percebe que ela e Joe precisam apresentar maior autenticidade e verdade para sua conexão.

Talvez até aqui o episódio mais morno da temporada, não pela opção de, primeira vez, diversificar a perspectiva, o que foi um surpresa agradável, mas pela abordagem do episódio em si, acho a personagem de Beck bem fraquinha, sua amiga Peach é muito mais interessante, esta montagem “santinha+moderninha” que o roteiro pinta da personagem deixa ela muito irregular, mesmo assim, continuo gostando da série!

s01e05 Living in the Enemy – O relacionamento recente de Joe e Beck é testado pela intromissão crescente da amiga de Beck, Peach; Joe faz tudo ao seu alcance para resolver seu problema sem causar confusão.

9-1-1 (canal Fox) – 2ª temporada

28/11/2018

s02e01 Under Pressure (1) –  Em um dos dias mais quentes do ano, os primeiros socorristas sentem a pressão de incidentes angustiantes acontecendo ao redor da cidade, incluindo um acidente de estrada envolvendo uma van cheia de turistas e uma emergência em uma oficina de automóveis. 

s02e02 7.1 (2) –   Quando um grande terremoto atinge Los Angeles, os primeiros socorristas se apressam em resgatar vítimas de um hotel em ruínas, tanto sob os escombros quanto acima do solo. Athena deve lidar com os destroços de um viaduto desabado. 

Por incrível que pareça mesmo perdendo uma de suas protagonistas (Connie Britton) e sentindo a necessidade de adicionar uma nova personagem feminina na mesma função, telefonista do serviço de emergência, a equipe de Ryan Murphy conseguiu iniciar a temporada da melhor maneira possível, 9-1-1 passa longe da invenção da roda mas sabe fazer um “feijao com arroz” como poucas séries atualmente, principalmente, porque Murphy sabe como viciar seus espectadores, no caso, precisa de bons pesonagens com conflitos identificáveis, assim com este pilar a série ser de terror, crimes, procedural, clube de coral, mundo gay dos anos 80, não importa a cortina de fumaça e retrato do tempo, com bons personagens em relevantes conflitos a série esta criada.

Um bom início de temporada, trazendo lentamente os novos personagens e suas características (abuso em relacionamento e paternidade) a série parece ter criado um evento gigante (muito bem realizado com valor de produção real) e este ser uma pano de fundo por vários episódios, bons ganchos (bem novelescos) e teremos uma temporada acima da média para os procedurais.

s02e03 Help Is Not Coming – Os primeiros socorristas continuam a lidar com as consequências de um terremoto e seus terríveis tremores secundários. Athena tenta manter a paz enquanto Bobby e sua equipe continuam a resgatar vítimas de um hotel em ruínas. 

Confesso que sempre acredito que estes “procedurais” ganhariam com pequenos arcos narrativos, desenvolvendo melhor personagens e conflitos coadjuvantes, no entanto, neste segundo episódio pós terremoto, principalmente por se concentrar a noite também, não curti nenhuma storyline suficiente, nem mesmo os personagens, sempre centro das atenções me chamaram a atenção; mas ainda acredito no arco como um todo, até porque foi muito bem realizado tecnicamente!

s02e04 Stuck – A equipe corre para resgatar vítimas presas em vários lugares apertados. Eddie precisa de ajuda com seu filho. Athena contempla aceitar uma promoção. Como normalmente acontece nas séries de Murphy, em meio as cortinas de fumaça (aqui são os casos procedurais de atendimento) vemos os bastidores da vida pessoal de cada personagem, sendo que temos dois novos, chegou a vez de Eddie ganhar contornos como pai solteiro de um menino com deficiência, bom episódio!

s02e05 Awful People – Querendo conhecer as pessoas por trás das chamadas do 911, Maddie sai em um passeio com Athena, enquanto lida com um atendente aparentemente “perfeito” de volta ao call center. Enquanto isso, Hen precisa descobrir como salvar sua família. Apesar do tom novelesco da initimidade de Hen, really a drogadita novamente?, ainda surge o pai da criança, pobre casal lésbico…já dispensava que Maddie em sua primeira storyline tenha arranjado um novo(a) stalker quando sabemos que a qualquer momento seu ex-marido surgirá em cena (vai se benzer).

s02e06 Dosed – Depois do resgate de um helicóptero de notícias, eles inconscientemente tornam-se tema da primeira matéria da ambiciosa repórter. Bobby lidar com a morte de sua filha. Maddie se esforça para deixar de lado o medo do passado. Não curto muito esta trama de jornalista que procura expor os personagens através de acompanhar a rotina dos profissionais, acho uma trama preguiçosa e já realizada ad etenum, precisaria dar uma caprichada melhor no roteiro.

s02e07 Haunted – No dia do Halloween os socorristas correm para um resgate em um cemitério, um hayride e um assustador desfile de Hollywood; enquanto Hen enfrenta uma situação de vida ou morte com seu pai que a abandonou. Apesar de querer preencher as “lacunas” dos casos da semana com alguns mistérios e bizarrices, o episódio ainda faz um ode a paternidade com Hen reencontrando o seu, somente ok!

s02e08 Buck, Actually – Buck retorna ao mundo do namoro temendo que voltará a seus modos pré-Abby, no meio tempo, ele questiona se Maddie e Chimney são mais que amigos; uma emergência envolve uma mulher indo aos extremos para chamar a atenção do seu marido. Mais um bom episódio, apesar de acher que a série esta leve, sinto que uma tempestade se aproxima.

s02e09 Hen Begins – Hen revive sua evolução como a bombeira que é hoje enquanto ela relembra como conheceu Chimney e Athena.

Nada contra, mas achei bem estranho um episódio focado no passado de Hen, ilustrando sua entrada e todas as dificuldades no Corpo de Bombeiros, assim sem muita explicação; não questiono a importância da personagem e a história mostrada, mas sim sua exposição nesta altura da temporada, normalmente, isso ocorre em momentos importantes da personagem, correndo risco de vida e etc, mas um episódio ok.

s02e10 Merry Ex-Mas – Os socorristas enfrentam desafios pessoais e profissionais na Fall Finale. Adorei as situações médicas da série, tanto pela bizarrice quanto pela emoção, porem a introdução de Doug, marido de Mad, foi de uma infelicidade, cheia de clichês, previsível desde o primeiro momento e cria, para mim, o pior tipo de antagonista, aquele que anda pelas sombras como um vilão de seriado de super-herois. Agora somente em 2019!

Grey’s Anatomy (ABC) – 15ª temporada

28/11/2018

s15e01/02 With a Wonder and a Wild Desire/Broken Together – Os médicos do Grey Sloan Memorial competem por uma nova posição. Meredith está visivelmente distraída e se esforça para manter o foco e Maggie acaba se tornando a guardiã de um grande segredo, enquanto Amelia e Owen tentam definir seu relacionamento; Novos médicos continuam a sacudir o hospital de maneira típica no Grey Sloan. Meredith se apega a um paciente enquanto Jackson luta com o significado de experiências recentes. E, depois de tomar uma decisão que mudará sua vida, Jo forma uma aliança.

Como premiere achei ótima, sim depois de 15 anos nem vou comentar que obviamente há varios plots que sei que levarão do nada pra lugar algum, sim estou falando do triângulo amoroso mais insosso da série e da crise espiritual de Jackson, muito recente em comparação com a de Kepner, mas fazer o que? Em compensação, temos Meredith toda toda, sendo respeitada após o luto por Derek, cuidou da família, da profissão e agora terá mais amor em sua vida ou somente sexo!

O que mais gostei foi a leveza do episódio duplo e o pequeno vislumbre de que os residentes comecem a ter maior desenvolvimento após duas temporadas praticamente funcionando como figurantes; já os reconhecemos e aos poucos recebemos pequenos detalhes de suas personalidade e ambições, isso faz a série andar, o que é mais do que necessário após tantos anos com apenas meia duzia de personagens retornantes. Que tenhamos uma ótima temporada!

s15e03 Gut Feeling – Meredith trabalha em um paciente que, por acaso, é especialista em casamentos, e um paciente aparentemente bêbado pressiona Richard e lhe dá um mistério médico para resolver. Maggie tenta falar com Teddy depois de carregar o fardo de seu segredo. Gostei muito deste pequeno arco de Cece com Meredith, uma personagem carismática e que trouxe um olhar para a intimidade de Meredith como mulher e não somente médica e mãe, acho muito plausível isso para a protagonista da série, não que ela precise de um homem para “viver” até porque desde a morte de Derek a personagem já mostrou que não necessita, mas sim para trazer mais leveza para a série que é notadamente um drama romântico.

s15e04 Momma Knows Best – Meredith decide ir a um encontro às cegas. Maggie está nervosa por guardar o segredo de Teddy. Os bombeiros da Estação 19 visitam novamente o Grey-Sloan.
2ª parte do crossover: 02×02 de Station 19.

Não curto todo este drama de Maggie com o segredo de Teddy, não lhe diz respeito algum, deveria seguir sua vida e cuidar de saber o que diabos aconteceu com Avery, e seu caso médico com o pai irresponsável e covarde sem comentários…obvio que terá problemas ali; o encontro de Meredith com Ted Mosby (sim sou fã de How i Met You Mother e me nego a chamá-lo de por outro nome) trouxe um pouco de cenário verossímil para a série, sempre chegada nuns dramas surreais.

s15e05 Everyday Angel – Meredith estende a mão para Teddy e a ajuda a falar sobre algumas de suas lutas pessoais. Owen e Amelia se escondem perto da escola de Betty. Enquanto isso, Jo quer começar a trabalhar em sua pesquisa, mas a atenção de Bailey está em outro lugar. Interessante episódio pelos indícios do que devemos ver no decorrer da temporada, gosto demais que Meredith virou a personagem serena da série, que conversa, aconselha e dá apoio mesmo que seja com pessoas não tão proximas suas, além disso, este problema aparente de Bailey, em relação ao seu marido, deve render um conflito forte ali na frente, possivelmente desligando o personagem definitivamente da série e da personagem.

s15e06 Flowers Grow Out of My Grave – Meredith trata uma paciente cuja família está celebrando o Dia dos Mortos. Teddy tenta contar ao Owen que está grávida. Bonito episódio de Halloween que aproveitou o hype de Coco, filme sobre o Dia dos Mortos da Pixar lançado recentemente, que traz uma abordagem otimista desta data tão deprimente, além disso, vimos um pouco mais sobre Link, tô gostando do personagem, não parece robotizado e tem um storyline sendo desenvolvida de maneira interessante. Também fiquei preocupado com Chief Weber pelo seu problema com vício agora que perdeu seu mentor e esta meio deslocado.

s15e07 Anybody have a Map? – Em Los Angeles, Catherine convoca Meredith e Koracick para uma consulta confidencial. Uma enfermeira grávida desmaia enquanto conversa com Richard. Nossa que episódio bacana, gostei deste enfoque no casal Catherine e Richard, de maneira não amorosa, com seus “infernos” pessoais, principalmente o alcoolismo de Richard; no entanto, num caso médico bacana envolvendo uma enfermeira, que trouxe um lado pouco explorado na série, o universo das enfermeiras, porém a DR de Maggie e Avey é de uma preguiça ímpar…claramente sinais de desgate da série que parece não saber o que fazer com as personagens.

s15e08 Blowin’ in the Wind – Seattle é atingida por uma enorme tempestade e o Grey Sloan fica inundado de pacientes. Alex e Jo ficam presos em casa e decidem aproveitar para fazer uma segunda lua de mel, enquanto Meredith confronta Richard sobre sua vida.

Nada como um evento climático para criar um belo gancho na fall finale de Grey’s, tirando que Alex e Jo nada têm pra fazer em cena e não sei se na temporada, os demais todos estão cheios de conflitos e confrontos (finalmente), a sequência com alguns nucleos presos nos elevadores (quase um personagem na série) foi uma sacada genial dos roteiristas.

American Horror Story – Apocalipse (FX) (FINALIZADA)

28/11/2018

s08e01 The End –  Kim quer aceitar uma oferta de trabalho, atrapalhando os planos de Jimmy para a dobradinha Wexler-McGill. Mike e Gus se preparam para receber os trabalhadores alemães.

Para os que me acompanham, a temporada passada de AHS Cult não me “desceu”, achei esquizofrênica e meio conspiratória em demasia, não tanto pela crítica ao Trump (pois isso The Good Fight também faz de modo tão incisivo ou maior) mas sim pela abordagem estranha mesmo,  assim foi a primeira temporada que não finalizei;

Dito isso, esta premiere de Apocalipse que veio embalada numa divulgação de que seria um crossover de Murder House (1ª temporada) com Coven (4ª temporada) me decepcionou um pouco, achei a abordagem muito estilizada e sem contexto, isso que estamos num mundo pós-apocalíptico numa sequência bem bacana, não sei se já não estou cansado do elenco repetitivo das produções de Ryan Murphy, parece que estou vendo sempre a mesma coisa, por mais talentosas que sejam as atrizes e atores, no caso.

Devo assistir mais um episódio para sentir o clima da abordagem e verificar se realmente fará sentido o crossover e decidir, por enquanto, Ryan Murphy sempre terá crédito pois é um criador diferenciado no cenário atual.

s08e02 The Morning After –  Michael Langdon prepara uma reunião com os convidados do Outpost 3. Enquanto isso, Ms.Venable e Ms. Meade armam seu plano sinistro.

Olha! Tô sentindo uma vibe AHH Cult chegando, é muito estiloso e bucólico tudo sem levar em conta uma narrativa mais estruturada, mesmo tentando vender seus personagens de maneira dimensional, sinto falta de um eixo ao qual a temporada deveria cercar, dando contexto ao suspense/terror ao qual a temporada deveria se referir; alguns atores já estão me cansando neste universo Murphyniano, até por estarem sempre nas mesmas posições, espero que no próximo episódio a trama realmente diga a que veio;

s08e03 Forbidden Fruit – Michael continua seus jogos de persuasão para corromper os moradores restantes do Outpost. Mallory descobre um dom e Venable lida com as consequências de seus atos. Confesso que neste festival gore, que sempre acontece em algum momento da temporada, tudo ainda esta muito estilizado, se não fosse a chegada das bruxas de Coven já estava pensando em desistir.

s08e04 Could It Be…Satan? – Cordelia e Langdon se confrontam. Mallory é convocada para uma missão, enquanto um certo local é revisitado. Agora as coisas começam a funcionar, ainda acho o texto da série muito indulgente em diversos momentos, principalmente no início das temporadas, a exploração do passado de Langdon e sua ligação com Cordelia, e sua busca para mostrar seu poder envolvendo outros personagens que estiveram em outras temporadas dá um “piscadela” para os fãs da série, que se sentem prestigiados em rever certos personagens icônicos, curioso para saber onde este trama de bruxaria se enquadra num universo pós apocalíptico.

s08e05 Boy Wonder – Após ter uma visão sobre o fim do mundo, Cordelia alerta as Bruxas e os Feiticeiros para o apocalipse. Continuamos num passado pré apocalipse, descobrindo o elo de ligação entre a temporada Coven, com cordelia e as demais bruxas, e Langdon, retratado como um anti-cristo aparentemente; confesso que o fã service, pouco visto na série, faz um afago ao fã da mesma, principalmente, para mim que não havia gostado da temporada passada, achei pesada e histriônica, não embarquei, prefiro os reflexos sociais de um terror do que o retrato documental do mesmo. Pronto para rever o pessoal da Murder House, da longíqua 1ª temporada.

s08e06 Return to Murder House – Madison e Behold chegam à Murder House para averiguarem sobre as origens de Michael. Com a linha temporal ainda pré-apocalipse revisitamos toda temporada Murder House, com o que houve após o fim da temporada, com direito a Dylan McDermott, Connie Britton e Jessica Lange, entre outros que ainda estão na antologia, finalmente a série apresentou quem é Michael Langdon, o verdadeiro anti-cristo da série de Ryan Murphy! Feliz pela boa narrativa do crossover de temporadas e pela afago ao fan base da primeira temporada!

s08e07 Traitor – Os feiticeiros pretendem atacar as bruxas num ato de guerra. Cordelia procura antigos conhecidos e novos aliados para combatê-los. Como toda retomada de um tema, vemos novos personagens de Coven surgindo, sempre dando um sinal de continuidade/finalização da temporada das bruxas, aqui vemos o desfecho daa Rainha Vodu (a ótima Adina Porter) com direito a Cordelia revisitar Papa e a bruxinha com sindrome de Down que esta no Inferno e quer as “suas amiguinhas” lá também. Além disso, vemos que as bruxas estão montando um levante contra Langdon, o problema é que sabemos que não dará certo, assim a pergunta: será que esta jornada vale o investimento de toda temporada?

s08e08 Sojourn – Michael procura por uma revelação de seu destino na terra enquanto decide revelar sua identidade para outros satanistas. Uma constatação que faço até aqui é que a temporada se sustenta em cima das mitologias já conhecidas e personagens com empatia, tudo que envolvia o pós apocalipse e esta jornada atual de Michael Langdon e seu séquito achei chatooooo, pouca coisa funcionou neste episódio que não fosse a jornada do anticristo pela retomada de poder, afinal sabemos que o apocalipse aconteceu, então agora fica a curiosidade de saber como?

s08e09 Fire and Reign – Dinah e Michael se aliam enquanto Cordelia lida com as consequências de um ataque surpresa. Como era previsível, em função da linha no futuro, houve um genocídio de bruxas, no entanto, sou obrigado a concordar com algumas críticas que tenho lido que após a revelação da origem de Michael, seu caminhar para o apocalipse e seu envolvimento com os cientistas deram uma queda no roteiro da série porque tentou-se equilibrar o terror com comédia e o texto e direção na acertaram a mão, são quase duas séries paralelas em tom/fotografia/texto etc; menos mal que a continuação de Coven deu certo e vamos para Finale.

s08e10 Apocalipse Then Season Finale – As bruxas remanescentes colocam seu plano final em ação. Uma antiga inimiga retorna como uma poderosa aliada.

Como previ, achei o episódio muito corrido, muitas coisas acontencendo em cena, o embate final entre as bruxas e Michael, o apocalipse ficou restrito ao bunker, e a visão otimista do final. Senti falta de uma melhor abordagem do apocalipse, entender o que ocorreu, achei o nerds um equívoco absurdo dentro da temporada, um alívio cômico forçado e desconexo com o tom da série; tanto isso é verdade que todo o plot do surgimento do anticristo foi um erro, somente na Murder House funcionou de alguma maneira, no entanto, após morte de Jessica Lange, sua adição ao culto e aquele universo achei todo muito fake e disfuncional. 

Porém se chamarem a temporada de Coven’s Return nada seria mais justo, todo a revisão e as escolhas do retorno da mitologia da bruxas funcionou em cena, gostei das atrizes, das storylines etc, Murphy praticamente ressuscitou aquela temporada e corrigiu seus equívocos da época.

Depois da esquizofrenia da temporada anterior, que abandonei, acho que a série reencontrou seu caminho dentro do cânone do terror/suspense; mas faço uma colocação, esta mais do que na hora da série também procurar outros elencos, algumas escolhas repetidas dos produtores não passam de fetiche e/ou amizade pessoal.

Pilotos Fall Season 2018

22/10/2018

Light As s Feather (canal streaming Hulu) – 1ª temporada

Baseada em um conto escrito por Zoe Aarsen, o terror sobrenatural segue cinco garotas enquanto elas lidam com as consequências sobrenaturais de um jogo aparentemente inocente chamado ‘Leve como uma pena, duro como uma tábua’. Quando as garotas começam a morrer da mesma maneira que foi prevista no jogo, as sobreviventes terão que descobrir o motivo de terem se tornado alvos – e se a força maligna que as está caçando é uma delas.”

S01E01 …Stiff as a Board – Em uma noite de Halloween, quatro melhores amigas convidam uma nova colega para sair. Porém, um jogo pode trazer consequências.

Uma série não muito divulgada, parece num primeiro momento uma sinopse para um filme de terror teen, mas no piloto percebe-se que a trama será maior, inclusive, pelas diferentes abordagens do grupo de gurias, um pouco mais desenvolvidas que na maioria das séries; gosto da protagonista Liana Liberato, e as demais parecem qeue seguram suas personagens, a ficar de olho, episódios curtos, trama enxuta e que parece querer ser mais do que aparenta. Pode ser uma boa opção para os fãs do subgênero.

Charmed (canal CW) – 1ª temporada

Três irmãs moradoras de uma cidade universitária acabam de descobrir que possuem habilidades especiais por serem descendentes de uma linhagem de bruxas. Mas como grandes poderes vêm grandes responsabilidades, e agora essas jovens têm a missão de enfrentar demônios e outras criaturas sobrenaturais.

s01e01 Pilot – Três irmãs moradoras de uma cidade universitária acabam de descobrir que possuem habilidades especiais por serem descendentes de uma linhagem de bruxas. 

Mais um remake de uma série teen/jovem adulta e confesso que como já assistia séries naquela época, não cheguei a acompanhar religiosamente a série, mas o piloto original é praticamente igual, o plot e os conflitos apresentados, adicionaram toda questão de diversidade e “empoderamento” feminino nas gurias e só, achei os efeitos e o primeiro demônio ruins e a mitologia da série apresentada de maneira apressada e rasa, fez um certo barulho, mas não é para mim, deixo para os fãs do gênero.

Titans (canal streaming DC Universe) – 1ª temporada

Titãs segue jovens heróis do Universo DC enquanto eles crescem e se encontram em uma versão sombria da franquia clássica dos Jovens Titãs. Dick Grayson e Rachel Roth, uma jovem garota especial possuída por uma estranha escuridão, acabam no meio de uma conspiração que pode trazer o Inferno para a Terra. Eles se juntam à cabeça-quente Estelar e o amável Mutano. Juntos, eles se tornam uma família e uma equipe de heróis.

s01e01 Titans – Dick Grayson se mudou para Detroit quando Rachel, uma garota com problemas internos é levada até ele. Uma jovem chamada Kori Anders acorda sem memória alguma de quem é.

Não tenho problema algum com a tentativa de criar uma série de tevê de super herois com um apelo, digamos, mais adulto, mesmo que pra isso sejam usados jovens adultos, no entanto, achei tudo um pouco bagunçado demais por aqui. Desde a apresentação nada sutil e cheia de clichês e frases de efeito de Robin, vulgo Dick Grayson, até mesmo as inserções dos demais personagens, gosto da possibilidade de conhecer outros personagens do universo DC, principalmente, os menos conhecidos, no entanto, a adaptação ainda pode ser mais criativa e até mesmo, diferente, pois estamos lhe dando com o Netlfix da DC, se for para ver o mesmo que há em séries como Flash, Shield etc, não há necessidade de assinar o canal, fica a dica! Vou assistir mais um para conferir os caminhos tomados.

The Neighborhood (canal CBS) – 1ª temporada

The Neighborhood é uma comédia estrelada por Cedric the Entertainer como Calvin Butler, um vizinho bocudo que tem orgulho do seu bairro, predominante de famílias negras. Porém, quando a família Johnson se muda para a casa ao lado, Calvin não vai poupar palavras para expor suas opiniões. A série passou por um recast de última hora e o ator Max Greenfield de New Girl, vai interpretar o

vizinho Dave Johnson no lugar do ator que aparece no trailer da série. 

s01e01 Pilot – Os Jhonsons se mudam para um novo bairro e tentam fazer amizade com seus novos vizinhos, os Butlers.

Está certo que não sou fã incondicional de sitcoms (ainda mais com platéia claque – risadas ao fundo), mas parece que estou revivendo os anos 90, a ideia de uma sitcom baseada em conflitos raciais e sociais entre vizinhos me dá um sono, alguns bons diálogos sao mencionados e tem valor, no entanto, claramente, a mesma serve somente de veículo pra Cedric como ator, o vizinho ranzinza. Sinto falta de uma maior ambição nestas séries, serem mais que uma comédia sobre questão racial, no entanto, o piloto não sai disso. Para os fãs do gênero!

Sideswiped (You Tube Premium) – 1ªtemporada

Solteira em seu aniversário de 35 anos, Olivia promete namorar todos os 252 matchs do Tinder. Ela vai contar com a “ajuda” da mãe Mary e de sua irmã mais nova Jayne, que já é casada.

s01e01 Matching Up – No dia do seu aniversário de 35 anos, depois de muitos acontecimentos durante o seu dia, Olivia decide começar a usar o Tinder e quem sabe mudar seu status de solteira.

Confesso que me chama muita a atenção um tipo de comédia de nicho, como esta do you tube, que procura retratar um tipo de comportamento mais moderno da mulher que tem sucesso profissional, solteira mas daí do nada transforma a mesma num tipo de princesa que procura beijar sapos para encontrar um príncipe. Sério isto, em pleno 2018, ainda há textos que não sabem lhe dar com a nova condição feminina, porque não algo mais, verossímil, no qual 3 mulheres não sejam retratadas de maneira impar (louca, bebadas e baladeiras) atrás de homens, e não por sexo (o que seria divertido se a série abordasse desta maneira), mas sim para encontrar o tão famoso “parceiro ideal” zzzzzzzzzzzzzzz nestas horas reflito e vejo como Sex and The City foi uma série a frente do seu tempo e até aqui não “imitável”.

Me diverti em alguns momentos, mas como narrativa não vejo muito futuro!

Magnum P.I. (canal CBS) – 1ª temporada

Magnum P.I. é um remake da clássica série policial dos anos 80, na época estrelado por Tom Selleck. Na nova versão, o detetive Magnum será um ex-fuzileiro naval vivido por Jay Hernandez, que trabalha como investigador particular no Hawaii. Depois que um membro de sua equipe é brutalmente assassinado, Magnum se vê em meio a uma grande conspiração. Esse é o terceiro remake seguido do produtor Peter Lenkov para a emissora, depois de Hawaii Five-O e MacGyver. 

s01e01 I Saw the Sun Rise – Thomas Magnum, um ex-militar da Marinha que, ao retornar do Afeganistão, reaproveita suas habilidades militares para se tornar um investigador particular no Havaí.

Talvez minha maior decepção desta fall season, até aqui, esperava uma série mais dinâmica e menos arrogante de sua riqueza, não me importa se Magnum anda com carrões e se estes são destruídos, o que me incomoda é que isso não tem propósito algum dentro da trama ou mesmo dentro do episódio; isso não é ranço de remakes porque até acompanhei durante mais de uma temporada Hawaii 5-0, no entanto, aqui apesar de todas as belezas da Ilha a trama em si e até mesmo o plot não consegue segurar 45min de aventura, uma pena! 

A Million Little Things (canal ABC) – 1ª temporada

A série acompanha um grupo de amigos de Boston conectados por circunstâncias inesperadas. Alguns alcançaram o sucesso, outros passam por dificuldades em suas carreiras e relacionamentos, mas todos se sentem igualmente estagnados em suas vidas. Porém, quando um deles morre inesperadamente, o grupo desperta para finalmente começar a viver. Ao longo do caminho, eles descobrem que amigos podem ser a única coisa para salvá-los de si mesmos.

s01e01 Pilot – neste primeiro episódio somos praticamente apresentados ao quarteto de amigos, que se conheceram num elevador preso, e algumas personagens coadjuvantes (esposas, namoradas, crushs e familia) todos envoltos no suícidio de um deles e como isso reverbera em suas vidas, segredos e futuro.

A série claramente é uma resposta/tentativa do canal ABC em encontrar uma “this is us” para chamar de sua; não sei até que ponto isso é uma boa idéia sendo tão recente o sucesso de TIU, porém era natural que ocorresse, o problema do piloto, que achei bem bom, é vislumbrar um futuro longo para a série na teve aberta (assim como TIU) na aposta de narrar passado e presente entre este quarteto e seus conflitos, precisa meio que mesclar com uma dose de Friends para o espctador comum se identificar. O elenco é recheado de caras conhecidas de séries, porém o criador DJ Nash tem somente experiências com comédias e nenhuma de sucesso, vamos ficar de olho!

s01e02 Band of Dads – O grupo tenta estar lá para Sophie como um próximo recital de dança entre pai e filha se aproxima, e quando ela pede a Eddie um muito relutante e arrítmico para dançar com ela, isso deixa Delilah se sentindo desconfortável. 

Confesso que apesar de achar interessante o ponto de partida da série, tudo o que envolve os demais personagens me soam forçados em demasia, meio que cheio de clichês novelescos, no mal sentido, e sinto que a narrativa vai ficar presa no fato do suícidio do personagem e não conseguirá olhar pra frente em momento algum, isso será uma âncora dramática; não sou vidente, mas é uma tendência natural para os conflitos que o roteiro aborda, por isso não consigo colocá-la no patamar de uma “This Is Us”, que consegue caminhar (mesmo que alguns achem lento) entre as diferentes linhas do tempo de maneira orgânica e com o tempo presente ainda caminhando como uma narrativa comum.

Devido a isto, paro por aqui, apesar de ter simpatia pela trama, caso a série consiga se sobressair voltarei com o maior prazer porque é um tipo de série que gosto atualmente. 

FBI (canal CBS) – 1ª temporada

Acompanhe o funcionamento interno do escritório de investigação federal de Bureau, localizado em Nova Iorque. No dia a dia dos funcionários deste escritório tudo pode acontecer.

s01e01 Pilot – Os agentes especiais Maggie Bell e Omar Adom “OA” Zidan formam uma parceria quando OA se junta à agência depois de dois anos de trabalho secreto com o DEA. 

Projeto do super showrunner da franquia Law & Order, pela primeira vez no canal CBS, o que logo me chama a atenção pois suas outras séries todas foram recepcionadas na NBC, o que logo me fez pensar que a NBC foi muito esperta porque não hpa nada de novo aqui, principalmente, tendo um nome tão genérico como título, uns 30% das série americanas tem relação com o FBI em maior ou menor escala, logo tendo este título precisaria chegar mostrando muito mais do que este piloto.

Não consegui perceber se a abordagem será mais administrativa (a la Arquivo X) ou somente mais uma série policial de casal (não romântico, no caso); não me chamou a atenção em nada.

The Purge (canal USA) – 1ª temporada

Baseado na franquia de filmes de sucesso da Blumhouse Productions, The Purge (Uma Noite de Crime), gira em torno de um período de 12 horas, quando todos os crimes, incluindo assassinatos, são legais. Situado em uma América alterada, governada por um partido político totalitário, a série segue vários personagens aparentemente não relacionados que vivem em uma cidade pequena. À medida que o tempo passa, cada personagem é forçado a contar com o passado enquanto descobre até onde vão para sobreviver à noite.

s01e01 What is America? – Um grupo de personagens com vidas distantes e diferentes se cruzam durante a violenta noite de expurgo.

Não sou grande fã da franquia cinematográfica Purge, sempre achei que os filmes partem do mesmo ponto de partida para chegar a lugar algum, as questões sociais e antropológicas ficam sempre à merce de um suposto filme de terror urbano/suspense, assim para mim, somente se a série investisse nesta mitologia sobre o expurgo (12 horas em que qualquer crime seria perdoado juridicamente), e a relação deste com a sociedade ao qual retrata, o que não acontece com o piloto, meio narrativa mosaico no qual pequenos núcleos são mostrados horas antes do início do expurgo.

O problema maior neste piloto que me saltou aos olhos é o elenco irregular, o que complica muito em acompanhar em narrativa de série televisiva, por exemplo, o que é a falta de empatia do protagonista militar? Outro problema do piloto é a dita seita religiosa que, não lembro de outros filmes, mas surge atirado em cena e sem impacto algum.

Falando em impacto, uma série que “prega” um tipo de genocídio por 12hs não pode ser uma série limpa, há mortes e estas não estão em cena, são somente sugestionadas, como acontece ao final, o que perde total impacto da premissa que é mostrar o lado selvagem do ser humano. Fico por aqui!

Mayans M.C. (canal FX) – 1ª temporada 

O spin-off de Sons of Anarchy acompanha o clube rival do SAMCRO. A série acompanha a trajetória do jovem Ez Reyes (JD Pardo), cujo potencial foi podado quando ele foi preso precocemente. De volta às ruas, ele entra em uma rota de ascensão no clube. Lidando com seu desejo por vingança contra o cartel, ele busca o respeito das mulheres que ama enquanto tenta se estabelecer dentro dos Mayans.

s01e01 Perro/Oc. – Motoqueiros selvagens para um lado e outro. Balas zunindo para tudo quanto é lado. E um cão maltrapilho observando.

Projeto bastante divulgado e, diria até demorado, de Kurt Sutter dando continuidade ao universo de Sons of Anarchy, aqui o foco são os Mayans, um grupo paralelo ora antagonista ora parceiro do grupo de Jax e cia, no entanto olhando o longo piloto, mais de 1h de duração, tenho a impressão que o plot da série foi tão, mas tão trabalhado que todas as ideias permaneceram em tela desde então; observem o que se passa nesta 1h: novamente temos um jovem, prospect, sendo o protagonista da série assim como Jax, que tem um trauma familiar, esteve preso e se afastou do seu amor, agora trabalhando nos Mayans vê seu amor como esposa de um dos parceiros do grupo, empresário refinado, que esta sendo traido por seu irmão, enquanto Ez (protagonista) também esta trabalhando como infiltrado, com seu pai acorbertando tudo (só isto?).

Senti falta de um roteiro mais orgânico e menos preocupado em apresentar tudo e todos personagens de qualquer jeito pra criar empatia imediata com o público, quase como se fosse uma série procedural de tevê aberta, desnecessário, mostrando que o grande acerto de Sutter em SoA foi a criação do universo criminal e não seu texto.

Gosto no elenco de nomes como Richard Cabral, vindo de Americam Crime, e Edward James Olmos, eterno Comandante Adama de Battlestar Galactica, no entanto, o protagonista EZ me deixou um pouco preocupado, não sei se o jovem ator segura o papel tão ambíguo como parece que será deste protagonista.

Vou acompanhar mais um episódio, porém se a pegada continuar neste tom novelesco…paro imediatamente!

s01e02 EScorpion/Dzec – O confronto em “Os Olvidados” e o cartel de Galindo, se intensifica quando Galindo fica sem pistas do filho. 

s01e03 Buho/Muwan – As alianças do clube são testadas e a família Galindo adota métodos não convencionais.

Como imaginei a série não “me pegou”, tudo foi muito mal arquitetado, uma necessidade expor todos os plots, personagens e conflitos sem sutilezas para chegar arrebatando os fãs da falecida Sons of Anarchy, mostrando que Sutter corre sério risco de virar o novo Chris Carter, showrunner de um sucesso somente (Carter – Arquivo X). Deixo para os fãs!

Kidding (canal Showtime) – 1ª temporada

Jim Carrey vai interpretar Jeff (conhecido como Mr. Pickels), um ícone da TV amado por todas as crianças, um farol de bondade e sabedoria para os jovens com mentes impressionantes ​​e para os pais que cresceram com ele. Jeff também é dono de um império multimilionário, mas quando sua família (sua esposa, dois filhos, irmã e pai) começam a implodir, Jeff não encontra nenhum conto de fadas ou fábula para guiá-lo através desta crise, que avança mais rápido do que ele consegue lidar. Judy Greer vai interpretar Jill, a estranha esposada de Jeff que entrou numa fase rebelde.

s01e01 Green Means Go – Jeff/Sr. Pickles tenta se reerguer após a trágica morte do filho, mas consertar as coisas não vai ser nada fácil.

Ainda não consigo esplanar o sentimento do piloto, posso reafirmar que Jim Carrey é um atorzaço, incrível como bem dirigido o exagerado e careteiro ator consegue soar tão humano e frágil (o que me faz sempre lembrar de Robin Williams), senti de Michel Gondry (diretor de Brilho Eterno de um Mente Sem Lembranças) uma preocupação em encontrar o tom agridoce (o roteiro e showrunner é Dave Holstein, de Weeds), porém ainda me soou “wanna be” Six Feet Under, pelo contexto tragicômico familiar e, por vezes, toques bem bizarros.

O elenco é um exemplo do melhor do cinema independente americano, além de Carrey temos Frank Langella, Judy Greer e Catherine Keener, além das crianças que devem ter destaque devido aos plots apresentados no piloto.

Mas enfatizo que não é uma série para qualquer pessoa, certamente haverá centenas de decepções!

s01e02 Pusillanimous – Seb tenta impedir que Jeff arruine seu próprio programa e Deirdre continua investigando a vida secreta do marido.

Perdeu um pouco daquela estranheza inicial, comum numa série que parece ter um tenue linha entre o drama e a comédia, ainda sinto necessidade de explorar melhor este universo para entender quais motivações da série e seus conflitos. Sigo acompanhando!

Manifest (canal NBC) – 1ª temporada (RETIRADA DA WATCHLIST)

19/10/2018

Em Manifest, drama criado por Jeff Rake (Mysteries of Laura), o voo 828 desaparece do radar e retorna cinco anos depois, quando o mesmo já tinha sido considerado perdido no fundo do mar. O tempo não passou para os passageiros do avião, enquanto que para seus familiares foram os piores anos de suas vidas. A série irá acompanhar a vida pessoal destes passageiros, assim como o mistério que os envolvem. A série é estrelada pelo ator Josh Dallas (Once Upon a Time) e Melissa Roxburgh (Valor).

s01e01 Pilot – O voo 828 desaparece do radar e retorna depois cinco anos, quando o mesmo já era considerado perdido no fundo do mar. O tempo não passou para os passageiros do avião, enquanto que para seus familiares foram os piores anos de suas vidas.

Lá vamos nós fãs de suspense sobrenaturais tentar acompanhar uma trama que inicia num aeroporto, tem avião e uma grande mistério, os passageiros do voo ficaram 5 anos fora do nosso plano,  e eles sentiram apenas uma chacoalhada neste recorte temporal. Parecendo um misto de Lost e This Is Us, porque parece que os conflitos claros e previséis serão uma mola propulsora para a série; espero como fã do gênero que seja esta a proposta da série, porque se tentar impactar somente com o mistéria será mais um tiro no pé de uma série dramática. Bom elenco e bons conflitos propostos, apesar de situações bem previsíveis, torcendo para que a narrativa me surpreenda. 

s01e02 Reentry – Os passageiros do vôo 828 encontram-se sob o escrutínio do governo enquanto lutam para retomar suas vidas. Michaela é forçada a confrontar o fato de que Jared é casado com sua melhor amiga, enquanto Ben tenta ajudar um passageiro.

Infelizmente liguei o sinal amarelo para a série, não pela trama em si, acho-a muito interessante e instigante, porém o modo como parece que será o “procedural” da trama, com os protagonistas auxiliando alguns através dos sussurros, ficou forçando demais para mim, achava que a trama seguisse o lado humano de adaptação dos retornantes após os cinco anos, a série poderia trabalhar diversos temas e conflitos entre todos, vou acompanhando e torcendo para estar equivocado!

s01e03 Turbulence – Ben e Michaela investigam um assassinato chocante, temendo que ele esteja ligado ao Vôo 828. Enquanto isso, Ben se esforça para aceitar a vida que Grace levou em sua ausência.

s01e04 Unclaimed Baggage – Quando uma misteriosa mensagem leva Saanvi à aeromoça de 828, ela pede a ajuda de Ben para descobrir um segredo. Enquanto isso, Michaela começa a questionar a natureza das ordens quando uma delas gera algo ruim, fazendo que Jared sofra as consequências.

Infelizmente como observei após o bom piloto, o plot da série seria um “procedural” com pitadas sobrenaturais e dramaticas, não soube trabalhar com excelência o choque do retorno dos personagens após 5 anos, e ainda esta criando uma teoria de conspiração com Agência interna americana tão zzzzzzzz; senti nestes dois últimos episódios que a narrativa criou estes mistérios somente para “embarrigar” a trama, os ditos buracos do roteiro servem somente para criar uma pretensa tensão e mistério, os casos investigados são “sussurrados” simplesmente no ouvido dos personagens e entre eles, os sobreviventes pouco se vê esta dinâmica que seria tão interessante de observar. Uma pena…boa sorte aos crentes!

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