Pilotos Fall Season 2018

15/10/2018

Titans (canal streaming DC Universe) – 1ª temporada

Titãs segue jovens heróis do Universo DC enquanto eles crescem e se encontram em uma versão sombria da franquia clássica dos Jovens Titãs. Dick Grayson e Rachel Roth, uma jovem garota especial possuída por uma estranha escuridão, acabam no meio de uma conspiração que pode trazer o Inferno para a Terra. Eles se juntam à cabeça-quente Estelar e o amável Mutano. Juntos, eles se tornam uma família e uma equipe de heróis.

s01e01 Titans – Dick Grayson se mudou para Detroit quando Rachel, uma garota com problemas internos é levada até ele. Uma jovem chamada Kori Anders acorda sem memória alguma de quem é.

Não tenho problema algum com a tentativa de criar uma série de tevê de super herois com um apelo, digamos, mais adulto, mesmo que pra isso sejam usados jovens adultos, no entanto, achei tudo um pouco bagunçado demais por aqui. Desde a apresentação nada sutil e cheia de clichês e frases de efeito de Robin, vulgo Dick Grayson, até mesmo as inserções dos demais personagens, gosto da possibilidade de conhecer outros personagens do universo DC, principalmente, os menos conhecidos, no entanto, a adaptação ainda pode ser mais criativa e até mesmo, diferente, pois estamos lhe dando com o Netlfix da DC, se for para ver o mesmo que há em séries como Flash, Shield etc, não há necessidade de assinar o canal, fica a dica! Vou assistir mais um para conferir os caminhos tomados.

The Neighborhood (canal CBS) – 1ª temporada

The Neighborhood é uma comédia estrelada por Cedric the Entertainer como Calvin Butler, um vizinho bocudo que tem orgulho do seu bairro, predominante de famílias negras. Porém, quando a família Johnson se muda para a casa ao lado, Calvin não vai poupar palavras para expor suas opiniões. A série passou por um recast de última hora e o ator Max Greenfield de New Girl, vai interpretar o

vizinho Dave Johnson no lugar do ator que aparece no trailer da série. 

s01e01 Pilot – Os Jhonsons se mudam para um novo bairro e tentam fazer amizade com seus novos vizinhos, os Butlers.

Está certo que não sou fã incondicional de sitcoms (ainda mais com platéia claque – risadas ao fundo), mas parece que estou revivendo os anos 90, a ideia de uma sitcom baseada em conflitos raciais e sociais entre vizinhos me dá um sono, alguns bons diálogos sao mencionados e tem valor, no entanto, claramente, a mesma serve somente de veículo pra Cedric como ator, o vizinho ranzinza. Sinto falta de uma maior ambição nestas séries, serem mais que uma comédia sobre questão racial, no entanto, o piloto não sai disso. Para os fãs do gênero!

Sideswiped (You Tube Premium) – 1ªtemporada

Solteira em seu aniversário de 35 anos, Olivia promete namorar todos os 252 matchs do Tinder. Ela vai contar com a “ajuda” da mãe Mary e de sua irmã mais nova Jayne, que já é casada.

s01e01 Matching Up – No dia do seu aniversário de 35 anos, depois de muitos acontecimentos durante o seu dia, Olivia decide começar a usar o Tinder e quem sabe mudar seu status de solteira.

Confesso que me chama muita a atenção um tipo de comédia de nicho, como esta do you tube, que procura retratar um tipo de comportamento mais moderno da mulher que tem sucesso profissional, solteira mas daí do nada transforma a mesma num tipo de princesa que procura beijar sapos para encontrar um príncipe. Sério isto, em pleno 2018, ainda há textos que não sabem lhe dar com a nova condição feminina, porque não algo mais, verossímil, no qual 3 mulheres não sejam retratadas de maneira impar (louca, bebadas e baladeiras) atrás de homens, e não por sexo (o que seria divertido se a série abordasse desta maneira), mas sim para encontrar o tão famoso “parceiro ideal” zzzzzzzzzzzzzzz nestas horas reflito e vejo como Sex and The City foi uma série a frente do seu tempo e até aqui não “imitável”.

Me diverti em alguns momentos, mas como narrativa não vejo muito futuro!

Magnum P.I. (canal CBS) – 1ª temporada

Magnum P.I. é um remake da clássica série policial dos anos 80, na época estrelado por Tom Selleck. Na nova versão, o detetive Magnum será um ex-fuzileiro naval vivido por Jay Hernandez, que trabalha como investigador particular no Hawaii. Depois que um membro de sua equipe é brutalmente assassinado, Magnum se vê em meio a uma grande conspiração. Esse é o terceiro remake seguido do produtor Peter Lenkov para a emissora, depois de Hawaii Five-O e MacGyver. 

s01e01 I Saw the Sun Rise – Thomas Magnum, um ex-militar da Marinha que, ao retornar do Afeganistão, reaproveita suas habilidades militares para se tornar um investigador particular no Havaí.

Talvez minha maior decepção desta fall season, até aqui, esperava uma série mais dinâmica e menos arrogante de sua riqueza, não me importa se Magnum anda com carrões e se estes são destruídos, o que me incomoda é que isso não tem propósito algum dentro da trama ou mesmo dentro do episódio; isso não é ranço de remakes porque até acompanhei durante mais de uma temporada Hawaii 5-0, no entanto, aqui apesar de todas as belezas da Ilha a trama em si e até mesmo o plot não consegue segurar 45min de aventura, uma pena! 

A Million Little Things (canal ABC) – 1ª temporada

A série acompanha um grupo de amigos de Boston conectados por circunstâncias inesperadas. Alguns alcançaram o sucesso, outros passam por dificuldades em suas carreiras e relacionamentos, mas todos se sentem igualmente estagnados em suas vidas. Porém, quando um deles morre inesperadamente, o grupo desperta para finalmente começar a viver. Ao longo do caminho, eles descobrem que amigos podem ser a única coisa para salvá-los de si mesmos.

s01e01 Pilot – neste primeiro episódio somos praticamente apresentados ao quarteto de amigos, que se conheceram num elevador preso, e algumas personagens coadjuvantes (esposas, namoradas, crushs e familia) todos envoltos no suícidio de um deles e como isso reverbera em suas vidas, segredos e futuro.

A série claramente é uma resposta/tentativa do canal ABC em encontrar uma “this is us” para chamar de sua; não sei até que ponto isso é uma boa idéia sendo tão recente o sucesso de TIU, porém era natural que ocorresse, o problema do piloto, que achei bem bom, é vislumbrar um futuro longo para a série na teve aberta (assim como TIU) na aposta de narrar passado e presente entre este quarteto e seus conflitos, precisa meio que mesclar com uma dose de Friends para o espctador comum se identificar. O elenco é recheado de caras conhecidas de séries, porém o criador DJ Nash tem somente experiências com comédias e nenhuma de sucesso, vamos ficar de olho!

FBI (canal CBS) – 1ª temporada

Acompanhe o funcionamento interno do escritório de investigação federal de Bureau, localizado em Nova Iorque. No dia a dia dos funcionários deste escritório tudo pode acontecer.

s01e01 Pilot – Os agentes especiais Maggie Bell e Omar Adom “OA” Zidan formam uma parceria quando OA se junta à agência depois de dois anos de trabalho secreto com o DEA. 

Projeto do super showrunner da franquia Law & Order, pela primeira vez no canal CBS, o que logo me chama a atenção pois suas outras séries todas foram recepcionadas na NBC, o que logo me fez pensar que a NBC foi muito esperta porque não hpa nada de novo aqui, principalmente, tendo um nome tão genérico como título, uns 30% das série americanas tem relação com o FBI em maior ou menor escala, logo tendo este título precisaria chegar mostrando muito mais do que este piloto.

Não consegui perceber se a abordagem será mais administrativa (a la Arquivo X) ou somente mais uma série policial de casal (não romântico, no caso); não me chamou a atenção em nada.

The Purge (canal USA) – 1ª temporada

Baseado na franquia de filmes de sucesso da Blumhouse Productions, The Purge (Uma Noite de Crime), gira em torno de um período de 12 horas, quando todos os crimes, incluindo assassinatos, são legais. Situado em uma América alterada, governada por um partido político totalitário, a série segue vários personagens aparentemente não relacionados que vivem em uma cidade pequena. À medida que o tempo passa, cada personagem é forçado a contar com o passado enquanto descobre até onde vão para sobreviver à noite.

s01e01 What is America? – Um grupo de personagens com vidas distantes e diferentes se cruzam durante a violenta noite de expurgo.

Não sou grande fã da franquia cinematográfica Purge, sempre achei que os filmes partem do mesmo ponto de partida para chegar a lugar algum, as questões sociais e antropológicas ficam sempre à merce de um suposto filme de terror urbano/suspense, assim para mim, somente se a série investisse nesta mitologia sobre o expurgo (12 horas em que qualquer crime seria perdoado juridicamente), e a relação deste com a sociedade ao qual retrata, o que não acontece com o piloto, meio narrativa mosaico no qual pequenos núcleos são mostrados horas antes do início do expurgo.

O problema maior neste piloto que me saltou aos olhos é o elenco irregular, o que complica muito em acompanhar em narrativa de série televisiva, por exemplo, o que é a falta de empatia do protagonista militar? Outro problema do piloto é a dita seita religiosa que, não lembro de outros filmes, mas surge atirado em cena e sem impacto algum.

Falando em impacto, uma série que “prega” um tipo de genocídio por 12hs não pode ser uma série limpa, há mortes e estas não estão em cena, são somente sugestionadas, como acontece ao final, o que perde total impacto da premissa que é mostrar o lado selvagem do ser humano. Fico por aqui!

Mayans M.C. (canal FX) – 1ª temporada 

O spin-off de Sons of Anarchy acompanha o clube rival do SAMCRO. A série acompanha a trajetória do jovem Ez Reyes (JD Pardo), cujo potencial foi podado quando ele foi preso precocemente. De volta às ruas, ele entra em uma rota de ascensão no clube. Lidando com seu desejo por vingança contra o cartel, ele busca o respeito das mulheres que ama enquanto tenta se estabelecer dentro dos Mayans.

s01e01 Perro/Oc. – Motoqueiros selvagens para um lado e outro. Balas zunindo para tudo quanto é lado. E um cão maltrapilho observando.

Projeto bastante divulgado e, diria até demorado, de Kurt Sutter dando continuidade ao universo de Sons of Anarchy, aqui o foco são os Mayans, um grupo paralelo ora antagonista ora parceiro do grupo de Jax e cia, no entanto olhando o longo piloto, mais de 1h de duração, tenho a impressão que o plot da série foi tão, mas tão trabalhado que todas as ideias permaneceram em tela desde então; observem o que se passa nesta 1h: novamente temos um jovem, prospect, sendo o protagonista da série assim como Jax, que tem um trauma familiar, esteve preso e se afastou do seu amor, agora trabalhando nos Mayans vê seu amor como esposa de um dos parceiros do grupo, empresário refinado, que esta sendo traido por seu irmão, enquanto Ez (protagonista) também esta trabalhando como infiltrado, com seu pai acorbertando tudo (só isto?).

Senti falta de um roteiro mais orgânico e menos preocupado em apresentar tudo e todos personagens de qualquer jeito pra criar empatia imediata com o público, quase como se fosse uma série procedural de tevê aberta, desnecessário, mostrando que o grande acerto de Sutter em SoA foi a criação do universo criminal e não seu texto.

Gosto no elenco de nomes como Richard Cabral, vindo de Americam Crime, e Edward James Olmos, eterno Comandante Adama de Battlestar Galactica, no entanto, o protagonista EZ me deixou um pouco preocupado, não sei se o jovem ator segura o papel tão ambíguo como parece que será deste protagonista.

Vou acompanhar mais um episódio, porém se a pegada continuar neste tom novelesco…paro imediatamente!

s01e02 EScorpion/Dzec – O confronto em “Os Olvidados” e o cartel de Galindo, se intensifica quando Galindo fica sem pistas do filho. 

s01e03 Buho/Muwan – As alianças do clube são testadas e a família Galindo adota métodos não convencionais.

Como imaginei a série não “me pegou”, tudo foi muito mal arquitetado, uma necessidade expor todos os plots, personagens e conflitos sem sutilezas para chegar arrebatando os fãs da falecida Sons of Anarchy, mostrando que Sutter corre sério risco de virar o novo Chris Carter, showrunner de um sucesso somente (Carter – Arquivo X). Deixo para os fãs!

Kidding (canal Showtime) – 1ª temporada

Jim Carrey vai interpretar Jeff (conhecido como Mr. Pickels), um ícone da TV amado por todas as crianças, um farol de bondade e sabedoria para os jovens com mentes impressionantes ​​e para os pais que cresceram com ele. Jeff também é dono de um império multimilionário, mas quando sua família (sua esposa, dois filhos, irmã e pai) começam a implodir, Jeff não encontra nenhum conto de fadas ou fábula para guiá-lo através desta crise, que avança mais rápido do que ele consegue lidar. Judy Greer vai interpretar Jill, a estranha esposada de Jeff que entrou numa fase rebelde.

s01e01 Green Means Go – Jeff/Sr. Pickles tenta se reerguer após a trágica morte do filho, mas consertar as coisas não vai ser nada fácil.

Ainda não consigo esplanar o sentimento do piloto, posso reafirmar que Jim Carrey é um atorzaço, incrível como bem dirigido o exagerado e careteiro ator consegue soar tão humano e frágil (o que me faz sempre lembrar de Robin Williams), senti de Michel Gondry (diretor de Brilho Eterno de um Mente Sem Lembranças) uma preocupação em encontrar o tom agridoce (o roteiro e showrunner é Dave Holstein, de Weeds), porém ainda me soou “wanna be” Six Feet Under, pelo contexto tragicômico familiar e, por vezes, toques bem bizarros.

O elenco é um exemplo do melhor do cinema independente americano, além de Carrey temos Frank Langella, Judy Greer e Catherine Keener, além das crianças que devem ter destaque devido aos plots apresentados no piloto.

Mas enfatizo que não é uma série para qualquer pessoa, certamente haverá centenas de decepções!

s01e02 Pusillanimous – Seb tenta impedir que Jeff arruine seu próprio programa e Deirdre continua investigando a vida secreta do marido.

Perdeu um pouco daquela estranheza inicial, comum numa série que parece ter um tenue linha entre o drama e a comédia, ainda sinto necessidade de explorar melhor este universo para entender quais motivações da série e seus conflitos. Sigo acompanhando!

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Grey’s Anatomy (ABC) – 15ª temporada

15/10/2018

s15e01/02 With a Wonder and a Wild Desire/Broken Together – Os médicos do Grey Sloan Memorial competem por uma nova posição. Meredith está visivelmente distraída e se esforça para manter o foco e Maggie acaba se tornando a guardiã de um grande segredo, enquanto Amelia e Owen tentam definir seu relacionamento; Novos médicos continuam a sacudir o hospital de maneira típica no Grey Sloan. Meredith se apega a um paciente enquanto Jackson luta com o significado de experiências recentes. E, depois de tomar uma decisão que mudará sua vida, Jo forma uma aliança.

Como premiere achei ótima, sim depois de 15 anos nem vou comentar que obviamente há varios plots que sei que levarão do nada pra lugar algum, sim estou falando do triângulo amoroso mais insosso da série e da crise espiritual de Jackson, muito recente em comparação com a de Kepner, mas fazer o que? Em compensação, temos Meredith toda toda, sendo respeitada após o luto por Derek, cuidou da família, da profissão e agora terá mais amor em sua vida ou somente sexo!

O que mais gostei foi a leveza do episódio duplo e o pequeno vislumbre de que os residentes comecem a ter maior desenvolvimento após duas temporadas praticamente funcionando como figurantes; já os reconhecemos e aos poucos recebemos pequenos detalhes de suas personalidade e ambições, isso faz a série andar, o que é mais do que necessário após tantos anos com apenas meia duzia de personagens retornantes. Que tenhamos uma ótima temporada!

s15e03 Gut Feeling – Meredith trabalha em um paciente que, por acaso, é especialista em casamentos, e um paciente aparentemente bêbado pressiona Richard e lhe dá um mistério médico para resolver. Maggie tenta falar com Teddy depois de carregar o fardo de seu segredo. Gostei muito deste pequeno arco de Cece com Meredith, uma personagem carismática e que trouxe um olhar para a intimidade de Meredith como mulher e não somente médica e mãe, acho muito plausível isso para a protagonista da série, não que ela precise de um homem para “viver” até porque desde a morte de Derek a personagem já mostrou que não necessita, mas sim para trazer mais leveza para a série que é notadamente um drama romântico.

s15e04 Momma Knows Best – Meredith decide ir a um encontro às cegas. Maggie está nervosa por guardar o segredo de Teddy. Os bombeiros da Estação 19 visitam novamente o Grey-Sloan.
2ª parte do crossover: 02×02 de Station 19.

Não curto todo este drama de Maggie com o segredo de Teddy, não lhe diz respeito algum, deveria seguir sua vida e cuidar de saber o que diabos aconteceu com Avery, e seu caso médico com o pai irresponsável e covarde sem comentários…obvio que terá problemas ali; o encontro de Meredith com Ted Mosby (sim sou fã de How i Met You Mother e me nego a chamá-lo de por outro nome) trouxe um pouco de cenário verossímil para a série, sempre chegada nuns dramas surreais.

The Good Place (NBC/Netlfix) – 3ª temporada

15/10/2018

s03e01 Everything is Bronzer! – De volta à Terra sem memórias,Eleanor e Chidi se aproximam após terem experiências de quase morte. Michael quebra as regras do novo experimento.

Nada como o retorno da minha cómedia predileta pra dar uma leveza em meio a tanto drama que assisto, confesso que não lembro de uma série cômica tão dinâmica quanto The Good Place, que iniciou de uma maneira, teve um plot twist incrível e genial, e desde então vem trabalhando de diferentes maneiras, e sempre surpreendente, sua narrativa.

Desde a virada da série quem assumiu total protagonismo foi Ted Danson, inclusive já agraciado com indicações em premiações nos últimos anos, porém quero afirmar que o que mais funciona em cena para mim na série é a maturidade e esperteza do roteiro, sempre disposto a subverter conceitos pré-concebidos. Na torcida por uma temporada bem bacana!

s03e02 The Brainy Brunch – Após a chegada da nova cobaia do estudo de quase morte, o grupo começa a se separar, mas Michael e Janet tentam manter todos unidos.

Fico impressionado, ainda, com a dinâmica veloz que The Good Place logo se rearranja em cada temporada ou novo plot twist, aquie já temos a dinÇamica de reagrupamento no plano terrestre para nossos 4 anti-herois tentarem uma vida mais correta, com a adição de um demônio para quebrar e as novas inserções de Michael e Janet para manter o grupo unido teremos e assim teremos uma nova narrativa cheia de possibilidades, estou muito empolgado com a série!

s03e03 The Snowplow – A Turma do Cérebro continua a estudar o pensamento ético. Agora na Austrália, Janet e Michael interferem no destino de várias formas. Pela primeira vez a dinâmica do episódio, não da série, me incomodou um pouco, achei tudo muito apressado e desajeitado, claro que já conhecemos os personagens mas neste pós morte dos mesmos acho que deveriam tentar conduzir seus comportamentos de maneira mais lenta, tentativas e acertos, gostei muito das piadas recorrentes do irmão Thor;

New Amsterdam (canal NBC) – 1ª temporada

15/10/2018

New Amsterdam é uma série médica inspirada no Bellevue, o hospital público mais antigo dos Estados Unidos. A trama acompanha o brilhante e charmoso Dr. Max Goodwin, o novo diretor da instituição, que busca por menos burocracia e mais eficiência no hospital. Mas não vai poupar esforços para trazer mais vida e energia para um lugar com poucos recursos e cheio de funcionários desmotivados. O elenco conta com Ryan Eggold, Freema Agyeman, Janet Montgomery, Jocko Sims, Anupam Kher e Tyler Labine.

s01e01 Pilot – As primeiras ações do Dr. Max Goodwin como novo diretor médico causam descontentamento entre os membros da instituição.

Numa primeira impressão curti a vibe de New Amsterdam principalmente pela construção de um Sistema, como se o hospital fosse um personagem, me lembrou algumas coisas que gostava em The Resident (a luta contra o sistema), com doses de Grey’s e House, ainda prefiro observar sem muito apego o desenvolvimento da série e dos personagens, como a utilização de Tyler como médico, mas obviamente diferentão na psiquiatria, uma saída esperta pra um ator claramente cômico numa série dramática. Assim, indico para os fãs do subgênero neste primeiro momento!

s01e02 Rituals – Max lida com seu diagnóstico enquanto a Dra. Sharpe o encoraja a fazer um plano. Enquanto isso, a Dra. Bloom incentiva Reynolds a se arriscar e o Dr. Kapoor e Iggy trabalham juntos para ajudar uma criança.

Por incrível que pareça, sem ou com intençao, o roteiro deste segundo episódio claramente privilegia os coadjuvantes com bons casos médicos, o que me surpreendeu e naturalmente nos apresentou os mesmos, criando uma identificação ímpar como a há muito não via numa série procedural, em detrimento, o protagonista ainda me parece muito mal delineado, inclusive seu ator, e suas storylines, doença e esposa, me soaram muito clichê até aqui. Em compensação adorei a storyline do garoto dopado de medicamentos, importante e atual este questionamento, me surpreendi pela cultura americana de colocar uma médica supervisionando todos alunos das escolas em detrimento de tratamentos pessoais, uma política pública polêmica a meu ver; e a paciente de dr. Reynolds trouxe alguns questionamentos éticos no que se refere a fé e ego que também me agradaram apesar da previsibilidade. Um bom início de temporada!

s01e03 Every Last Minute – Max precisa convencer uma viúva a fazer uma doação de 10 milhões para o hospital. Dr. Iggy trata de um paciente que tem uma síndrome peculiar.

Tenho notado um aspecto que pode vir a ser o calcanhar de aquiles da série, seus médicos coadjuvantes são muito mais funcionais do que o protagonista, o que pode ser revertido pelo roteiro, mas me chama a atenção que os casos e dramas destes médicos me interessem muito mais do que acompanhar Max em sua epopéia de salvar o hospital e sua vida pessoal. Me surpreendi que estou gostando da série!

This Is Us (NBC) – 3ª temporada

15/10/2018

s03e01 Nine Bucks – Randall, Kate e Kevin encontram-se em novos caminhos enquanto celebram o seu 38º aniversário.

Interessante a maneira como o roteiro utilizou a passagem de tempo desta a última season finale, iniciamos com um pequeno clipe de fatos e a narrativa iniciou como se acompanhassemos o “hoje” dos personagens; pelo que foi introduzido a “magia” dos roteristas parece não ter fim, com uma abordagem que aos poucos vai acrescentando novos elementos/personagens a série vai ampliando sua narrativa entre passado-presente-futuro de uma maneira única, muito especial e simpática. A teoria de que com a exposição da morte de Jack a série, ou pelo menos o “passado”, perderia parte do seu charme foi a bancarrota pois há muita história entre o casal como neste horrível primeiro encontro que já deixou um gancho e ainda a exploração do passado militar de Jack.

E vamos renovar o estoque de lenços de papeis pra temporada toda!

s03e02 A Philadelphia Story – Os Pearsons se juntam para apoiar Kevin na premiere do seu filme. Os trigêmeos adolescentes tomam decisões relacionadas a faculdade.

Aqui tivemos dois interessantes plots sendo desenvolvidos, um lá no passado, observando o luto pós morte de Jack, o reiniciar da família com os jovens irmãos tentando dar os primeiros passos em suas vidas, verificamos Kevin aderindo ao alcool, Kate e o início de obesidade e Randall optando por sua faculdade; no presente, tivemos o primeiro grande embate sobre a inseminação de Kate e a contrariedade de Rebecca, lembrando os primeiros ressentimentos sobre a obesidade de Kate, deixando bem claro o sistema compensatório de Rebecca que observou o caminhar da filha e não soube ajudá-la no luto do pai. Ótimo episódio!

s03e03 Katie Girls – Os Pearsons apoiam Kate quando ela se submete a um procedimento médico. Bom truque narrativo, e uma afago nos fãs da série, fazer com que durante o procedimento de coleta de óvulo, Katie reveja Jack e suas versões infantil e juvenil, num bonito quadro da personagem, além disso, vemos o passado de Rebecca, alguns novos problemas para Randall e sua esposa e um indício daquele flashforward de Kevin indo atrás da história do pai no Vitenã, depois de ser questionado sobre isso numa entrevista para seu filme. Acho muito bonito a maneira como os roteiristas “plantam” os arcos dos personagens e iniciam um desenvolvimento meio que “novelo de lã”, nem preciso comentar o quanto “amo” a série.

American Horror Story – Apocalipse (FX)

15/10/2018

s08e01 The End –  Kim quer aceitar uma oferta de trabalho, atrapalhando os planos de Jimmy para a dobradinha Wexler-McGill. Mike e Gus se preparam para receber os trabalhadores alemães.

Para os que me acompanham, a temporada passada de AHS Cult não me “desceu”, achei esquizofrênica e meio conspiratória em demasia, não tanto pela crítica ao Trump (pois isso The Good Fight também faz de modo tão incisivo ou maior) mas sim pela abordagem estranha mesmo,  assim foi a primeira temporada que não finalizei;

Dito isso, esta premiere de Apocalipse que veio embalada numa divulgação de que seria um crossover de Murder House (1ª temporada) com Coven (4ª temporada) me decepcionou um pouco, achei a abordagem muito estilizada e sem contexto, isso que estamos num mundo pós-apocalíptico numa sequência bem bacana, não sei se já não estou cansado do elenco repetitivo das produções de Ryan Murphy, parece que estou vendo sempre a mesma coisa, por mais talentosas que sejam as atrizes e atores, no caso.

Devo assistir mais um episódio para sentir o clima da abordagem e verificar se realmente fará sentido o crossover e decidir, por enquanto, Ryan Murphy sempre terá crédito pois é um criador diferenciado no cenário atual.

s08e02 The Morning After –  Michael Langdon prepara uma reunião com os convidados do Outpost 3. Enquanto isso, Ms.Venable e Ms. Meade armam seu plano sinistro.

Olha! Tô sentindo uma vibe AHH Cult chegando, é muito estiloso e bucólico tudo sem levar em conta uma narrativa mais estruturada, mesmo tentando vender seus personagens de maneira dimensional, sinto falta de um eixo ao qual a temporada deveria cercar, dando contexto ao suspense/terror ao qual a temporada deveria se referir; alguns atores já estão me cansando neste universo Murphyniano, até por estarem sempre nas mesmas posições, espero que no próximo episódio a trama realmente diga a que veio;

s08e03 Forbidden Fruit – Michael continua seus jogos de persuasão para corromper os moradores restantes do Outpost. Mallory descobre um dom e Venable lida com as consequências de seus atos. Confesso que neste festival gore, que sempre acontece em algum momento da temporada, tudo ainda esta muito estilizado, se não fosse a chegada das bruxas de Coven já estava pensando em desistir.

s08e04 Could It Be…Satan? – Cordelia e Langdon se confrontam. Mallory é convocada para uma missão, enquanto um certo local é revisitado. Agora as coisas começam a funcionar, ainda acho o texto da série muito indulgente em diversos momentos, principalmente no início das temporadas, a exploração do passado de Langdon e sua ligação com Cordelia, e sua busca para mostrar seu poder envolvendo outros personagens que estiveram em outras temporadas dá um “piscadela” para os fãs da série, que se sentem prestigiados em rever certos personagens icônicos, curioso para saber onde este trama de bruxaria se enquadra num universo pós apocalíptico.

s08e05 Boy Wonder – Após ter uma visão sobre o fim do mundo, Cordelia alerta as Bruxas e os Feiticeiros para o apocalipse. Continuamos num passado pré apocalipse, descobrindo o elo de ligação entre a temporada Coven, com cordelia e as demais bruxas, e Langdon, retratado como um anti-cristo aparentemente; confesso que o fã service, pouco visto na série, faz um afago ao fã da mesma, principalmente, para mim que não havia gostado da temporada passada, achei pesada e histriônica, não embarquei, prefiro os reflexos sociais de um terror do que o retrato documental do mesmo. Pronto para rever o pessoal da Murder House, da longíqua 1ª temporada.

9-1-1 (canal Fox) – 2ª temporada

15/10/2018

s02e01 Under Pressure (1) –  Em um dos dias mais quentes do ano, os primeiros socorristas sentem a pressão de incidentes angustiantes acontecendo ao redor da cidade, incluindo um acidente de estrada envolvendo uma van cheia de turistas e uma emergência em uma oficina de automóveis. 

s02e02 7.1 (2) –   Quando um grande terremoto atinge Los Angeles, os primeiros socorristas se apressam em resgatar vítimas de um hotel em ruínas, tanto sob os escombros quanto acima do solo. Athena deve lidar com os destroços de um viaduto desabado. 

Por incrível que pareça mesmo perdendo uma de suas protagonistas (Connie Britton) e sentindo a necessidade de adicionar uma nova personagem feminina na mesma função, telefonista do serviço de emergência, a equipe de Ryan Murphy conseguiu iniciar a temporada da melhor maneira possível, 9-1-1 passa longe da invenção da roda mas sabe fazer um “feijao com arroz” como poucas séries atualmente, principalmente, porque Murphy sabe como viciar seus espectadores, no caso, precisa de bons pesonagens com conflitos identificáveis, assim com este pilar a série ser de terror, crimes, procedural, clube de coral, mundo gay dos anos 80, não importa a cortina de fumaça e retrato do tempo, com bons personagens em relevantes conflitos a série esta criada.

Um bom início de temporada, trazendo lentamente os novos personagens e suas características (abuso em relacionamento e paternidade) a série parece ter criado um evento gigante (muito bem realizado com valor de produção real) e este ser uma pano de fundo por vários episódios, bons ganchos (bem novelescos) e teremos uma temporada acima da média para os procedurais.

s02e03 Help Is Not Coming – Os primeiros socorristas continuam a lidar com as consequências de um terremoto e seus terríveis tremores secundários. Athena tenta manter a paz enquanto Bobby e sua equipe continuam a resgatar vítimas de um hotel em ruínas. 

Confesso que sempre acredito que estes “procedurais” ganhariam com pequenos arcos narrativos, desenvolvendo melhor personagens e conflitos coadjuvantes, no entanto, neste segundo episódio pós terremoto, principalmente por se concentrar a noite também, não curti nenhuma storyline suficiente, nem mesmo os personagens, sempre centro das atenções me chamaram a atenção; mas ainda acredito no arco como um todo, até porque foi muito bem realizado tecnicamente!

s02e04 Stuck – A equipe corre para resgatar vítimas presas em vários lugares apertados. Eddie precisa de ajuda com seu filho. Athena contempla aceitar uma promoção. Como normalmente acontece nas séries de Murphy, em meio as cortinas de fumaça (aqui são os casos procedurais de atendimento) vemos os bastidores da vida pessoal de cada personagem, sendo que temos dois novos, chegou a vez de Eddie ganhar contornos como pai solteiro de um menino com deficiência, bom episódio!

Manifest (canal NBC) – 1ª temporada

08/10/2018

Em Manifest, drama criado por Jeff Rake (Mysteries of Laura), o voo 828 desaparece do radar e retorna cinco anos depois, quando o mesmo já tinha sido considerado perdido no fundo do mar. O tempo não passou para os passageiros do avião, enquanto que para seus familiares foram os piores anos de suas vidas. A série irá acompanhar a vida pessoal destes passageiros, assim como o mistério que os envolvem. A série é estrelada pelo ator Josh Dallas (Once Upon a Time) e Melissa Roxburgh (Valor).

s01e01 Pilot – O voo 828 desaparece do radar e retorna depois cinco anos, quando o mesmo já era considerado perdido no fundo do mar. O tempo não passou para os passageiros do avião, enquanto que para seus familiares foram os piores anos de suas vidas.

Lá vamos nós fãs de suspense sobrenaturais tentar acompanhar uma trama que inicia num aeroporto, tem avião e uma grande mistério, os passageiros do voo ficaram 5 anos fora do nosso plano,  e eles sentiram apenas uma chacoalhada neste recorte temporal. Parecendo um misto de Lost e This Is Us, porque parece que os conflitos claros e previséis serão uma mola propulsora para a série; espero como fã do gênero que seja esta a proposta da série, porque se tentar impactar somente com o mistéria será mais um tiro no pé de uma série dramática. Bom elenco e bons conflitos propostos, apesar de situações bem previsíveis, torcendo para que a narrativa me surpreenda. 

s01e02 Reentry – Os passageiros do vôo 828 encontram-se sob o escrutínio do governo enquanto lutam para retomar suas vidas. Michaela é forçada a confrontar o fato de que Jared é casado com sua melhor amiga, enquanto Ben tenta ajudar um passageiro.

Infelizmente liguei o sinal amarelo para a série, não pela trama em si, acho-a muito interessante e instigante, porém o modo como parece que será o “procedural” da trama, com os protagonistas auxiliando alguns através dos sussurros, ficou forçando demais para mim, achava que a trama seguisse o lado humano de adaptação dos retornantes após os cinco anos, a série poderia trabalhar diversos temas e conflitos entre todos, vou acompanhando e torcendo para estar equivocado!

 

You (Lifetime) – 1ª temporada

08/10/2018

Beck é uma aspirante a escritora, que vê sua vida mudar completamente ao entrar em uma livraria no East Village, onde Joe trabalha. Assim que a conhece, Joe tem certeza de que ela é a garota dos seus sonhos e ele fará de tudo para conquistá-la. A partir daí, uma série de acontecimentos estranhos tomam conta da vida dos dois.

s01e01 Pilot –  Guinevere Beck é uma aspirante a escritora, que vê sua vida mudar completamente ao entrar em uma livraria no East Village, onde Joe trabalha. Assim que a conhece, Joe tem certeza de que ela é a garota dos seus sonhos e ele fará de tudo para conquistá-la.

s01e02 The Last Nice Guy in New York – Beck e Joe vão à um encontro. Joe faz tudo que pode para persuadir Beck, mas ela está presa à seu ex, Benji.

Não imaginei curtir tanto uma série sobre um stalker, parece uma sinopse de filme do Supercine e outras produções de suspense B, no entanto, a produção do Lifetime caprichou no clima, na ambientação e na narrativa, ao nos fazer simpatizar por Joe (como se vissemos uma hiena espreitando para matar um leão, e isso fosse curioso). Nem mesmo as “forçadas” do roteiro que praticamente entrega todos os plots no piloto (pai abusivo do guri, professor assediador, amiga interesseira), não estragam a experiência social e verossímil de acompanhar uma caçada moderna.

s01e03 Maybe – Beck não tem certeza se Joe é “O Cara Certo”, então ele tenta provar ser o namorado ideal. Entretanto, balancear esse momento importante no seu “relacionamento” em desenvolvimento com suas manobras ardilosas, feitas secretamente, se mostra desafiador.

Gosto que a série ainda deixou Beck como uma vítima de Joe, na verdade, o roteiro mostrou a guria como uma mulher jovem independente, com diversos problemas, mas que não se furta de buscar diferentes parceiros, deixando a narrativa de Joe até engraçada como ele se coloca como “príncipe num cavalo branco”; o episódio mostrou as possíveis próximas vítimas do jovem, espero que a série não se apegue somente a isto, mas esta bem legal e cool, boa de assistir!

Better Call Saul (AMC/Netflix) – 4ª temporada

07/10/2018

s04e01 Smoke – Jimmy lida com um acontecimento inesperado e trágico. Mike pondera seu papel em Madrigal; Howard faz uma confissão surpreendente.

s04e02 Breathe – Jimmy procura um novo emprego; Gus navega nas consequências do colapso de Hector; Kim se esforça para apoiar Jimmy após a morte de Chuck.

Graças ao bom Deus das séries a morte de Chuck foi definitiva e parece surgir como mais uma amarra que desliga Jimmy e o leva ao braços de Saul, ficando ainda Kim como âncora de sua vida; neste início tivemos uma retomada de todas as situações, com todos aspectos técnicos e de direção sempre excelentes em cena, mas ainda não vislumbro um arco para Gus e Mike, o arco de Jimmy sabemos que é se transformar em Saul (seu prólogo na premiere continua intenso e muito bem filmado, já tenho vontade de pular lá adiante).

s04e03 Something Beautiful – Jimmy coloca um plano arriscado em movimento; quando as alianças mudam, Nacho se encontra na mira; Kim contempla seu futuro. A sequência inicial com Nacho é estupenda, coisas de Vincent Gilligan e sua grife, com consequencias que meio que norteiam todo o pano de fundo de Saul e Breaking Bad, incluindo uma nova aparição de um personagem do universo Breaking Bad.

s04e04 Talk – Para provar a Kim que retomou o controle de sua vida, Jimmy arruma um novo emprego. Nacho se envolve em um massacre. Mike vai a uma reunião de um grupo de apoio. Incrível como todas as storylines do episódio funcionaram para mim, independentes uma da outra, mas cada uma adicionando ou reiterando características de cada um dos envolvidos, no caso, jimmy, Nacho e Mike (o mais legal), além do que a direção do episódio me “saltou” aos olhos, o que é rotina!

s04e05 Quite a Ride – Jimmy usa toda sua malandragem para vender celulares. Kim pega trabalho como defensora pública. Mike entrevista especialistas em escavação.

s04e06 Piñata – Kim quer aceitar uma oferta de trabalho, atrapalhando os planos de Jimmy para a dobradinha Wexler-McGill. Mike e Gus se preparam para receber os trabalhadores alemães.

A trama da temporada anda rapidamente pra se encontrar com a linha temporada de Breaking Bad, o que não é um demérito, até porque a série tem uma abordagem cinematográfica que anda sozinha, mesmo dividindo personagens com sua co-irmã, porém por vezes sinto falta de um arco dramático para os personagens, claro que não incluo Jimmy/Saul que é o plot da série, mas dos demais personagens. Nem preciso citar a fabulosa sequência inicial com Saul em meio a crise final de Brealing Bad, muito legal ver sob sua perspectiva aquele momento.

s04e07 Something Stupid – Em meio a tensões na relação com Kim, Jimmy se envolve cada vez mais no seu novo empreendimento e arruma problemas com a polícia. Hector chega a um momento decisivo.

s04e08 Coushatta – Jimmy e Kim avançam com um plano elaborado para manter Huell fora da cadeia. Mike leva os caras para saírem à noite na cidade e o resultado é preocupante.

Dupla de episódios que marcam o início da queda do relacionamento de Kim e Jimmy, possivelmente a última fronteira que separa Jimmy de Saul, pois o personagem já coloca em prática sua metodologia de trabalho a la Saul, e utiliza Kim para isso, o que deve gerar um conflito sem volta ali a frente. O mesmo podemos dizer de Mike e seus funcionários alemães.

s04e09 Wiedersehen – Depois de aplicar um golpe com a ajuda de Kim, Jimmy tenta reaver a licença para advogar. O comportamento de Werner preocupa Mike. Lalo Salamanca visita Gus.

Claramente, as três storylines da temporada estão acima citadas, com a dinâmica Gus e Salamanca um pouco menos importantes neste momento, Mike e Jimmy e Kim são os verdadeiros protagonistas desta narrativa neste momento, e percebe-se que devemos ter uma forte quebra de estruturas no proximo episódio, trazendo consequências grandes, principalmente, para Jimmy que deve abraçar Saul rapidademente e, depois disso, não sei para onde a série iria caminhar.