Primeiras Impressões: Grey’s Anatomy 7ª temporada

Quando eu achava que teria um tempo enorme para poder acompanhar o início do Fall Season 2010/11, com diversos retornos e estréias, mesmo que a maioria desanimadora, comecei a fazer turno duplo dia de semana e aos finais de semana, conclusão: estou correndo atrás da máquina para poder fazer alguns comentários (na página Séries 2010/11) e quero começar os Primeiras Impressões aqui na home do blog. Para o Primeiras Impressões, prefiro assistir no mínimo, dois episódios para ter uma idéia mais clara da abordagem da série, no caso, novatas ou argumentar um pouco sobre as storylines que os roteiristas introduziram, no caso, das séries veteranas. De antemão posso afirmar, que apesar dos pesares, as “velhas” séries são ainda as que mais estão me agradando, começando por Grey’s Anatomy.

Após ter o mais chocante final de temporada de sua longa e, por vezes, cansativa história, a roteirista chefe da série, Shonda Rhimes, parece ter conseguido fazer um reboot da série, chega de saídas de elenco por brigas, salários e estrelismo, o texto dos roteiristas sempre conseguiu ser maior que o elenco (claro que tendo Chandra Wilson e Sandra Oh, facilita bastante o trabalho em cena), mas a série nunca foi conhecida por grandes atuações, o seu forte sempre foi o conjunto e as situações dramáticas retratadas tanto nos médicos quanto nos pacientes.

Por isto me parece um enorme acerto este recomeçar entre os médicos após o Massacre da season finale, como bem disse Lexie, todos de alguma forma sofreram as consequências daquele ataque, não vou citar como cada um esta lhe dando com este problema, mas vale destacar, sem sombra de dúvida, a mudança da Dra. Bailey, sempre com um postura profissional e, agora, mais próxima dos seus pupilos; e claro o grande destaque deste inicio da temporada, Christina Yang, que aceitou casar com Owen, voltou pra cirurgia cardíaca e, agora, se descobre com uma “suposta” síndrome do Pânico, ainda sendo trabalhada no segundo episódio (indicação certa para a atriz no Emmy do ano que vem).

Para os próximos episódios espero que ainda continuem trabalhando os médicos junto aos psicólogo, boa adição ao elenco, apesar de ter achado bem clichê a cena na qual ele permite que Meredith volte à sala cirúrgica, era bem óbvio, mas mesmo assim não tira sua importância. O grande desafio para os roteiristas de uma novelinha, como é Grey’s, é conseguir evoluir os personagens dentro da narrativa da série, por isto, este evento dramático da série na season finale não pode ser apenas mais um dentro da história da trama, ele tem que realmente pesar e deixar marcas nos personagens pela consequências do ocorrido. Se não a cada final de temporada Grey’s terá seu episódio E.R, nada contra a série que acompanhava mas, seus finais de temporada envolviam sempre mortes e acidentes dramáticos num ciclo repetitivo a cada ano.

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