Destaques da Semana em DVD (18 à 22/07)

Rango: primeira animação dos estúdios Paramount, que anteriormente, somente distribuia as animações da DreamWorks, e parece que o acerto foi grande, este ano ainda não apareceu uma animação para derrubar o favoritismo de Rango no próxio Oscar. A direção é de um novato no gênero, Gore Verbinski (responsável pela primeira trilogia de Piratas do Caribe), aqui trabalhando novamente com Johnny Depp, fazendo a voz de Rango. Na trama, Rango é um camaleão com crise de identidade que, ao se ver numa cidade do Velho Oeste infestada de bandidos, transforma-se sem querer em herói e é forçado a protegê-la. Naturalmente, acaba enfrentando mais dificuldades do que poderia imaginar.

Sem Limites: fez um sucesso considerável este filme de um dos novos galãs que desponta em Hollywood, o eficiente Bradley Cooper (saído de Alias, para que não lembra), aqui dividindo a cena com Robert DeNiro e Abbie Cornish (de Sucker Punch e O Brilho de Uma Paixão). Na trama, Carl Van Loon (Bradley Cooper) é um jovem escritor em início de carreira que entra em contato com nova droga que aumenta sua capacidade cerebral de forma exponencial. Conhecida como NZT, as pílulas tecnológicas são controladas por computador para liberar substâncias no corpo na hora marcada. Com o cérebro turbinado, ele toma Wall Street de assalto e obtém rápido sucesso financeiro e social. O revés acontece quando percebe os perigosos efeitos colaterais que surgem.

O Ritual: apesar de ter tido uma passagem bastante discreta nos cinemas, principalmente em solo americano, acho este suspense de exorcismo um dos melhores trabalhos recentes de Anthony Hopkins, que sai um pouco do piloto automático que o ator vinha apresentando ultimamente (problema não exclusivo seu, olhem os últimos filmes de ícones como Al PAcino e Robert DeNiro, será falta de bons papéis?). Inspirado em fatos reais, O Ritual narra a história do cético seminarista Michael Kovak (Colin O’Donoghue) que, relutantemente, frequenta uma escola de exorcismo no Vaticano. Sua vida muda quando ele encontra o ortodoxo Padre Lucas (Anthony Hopkins), que lhe apresenta o lado mais obscuro de sua fé.

Aterrorizada: retorno à direção de John Carpenter, que havia dirigido somente algumas coletâneas para antologias de contos de suspense/terror para a televisão, no entanto, ainda muito longe da sua melhor fase (para mim, O Enigma do Outro Mundo). Aqui, o mais interessante é acompanhar a belissima Amber Heard, que despontou do anonimato, se é que alguém percebeu, numa das última bobagens de Nicolas Cage, Fúria Sobre Rodas. Na trama, Kristen (Amber Heard), uma linda e perturbada jovem, é encontrada na frente de uma casa em chamas, com hematomas e cortes espalhados pelo corpo. Ela é imediatamente enviada para um hospital psiquiátrico, onde é medicada e isolada em uma ala especial. Desorientada, sem memória e sem saber a razão para ser trazida ao hospital, Kristen se agarra na única certeza que tem: ela não esta segura ali, e junto com as outras garotas do hospital, ela lutará para escapar do hospício, e descobrirá uma verdade muito mais perigosa e assustadora do que qualquer um poderia ter imaginado.

O Concerto: volta à direção o famoso francês Radu Mihaileanu, famoso por filmes do circuito arte como O Trem da Vida e Um Herói do Nosso Tempo, numa comédia dramática com a atriz francesa do momento, Melanie Laurent, vista recentemente em Bastardos Inglórios, de Quentin Tarantino. Na trama, um renomado maestro é demitido da Orquesta do Bolshoi e passa a trabalhar como servente. Trinta anos depois, ele decide se vingar quando descobre que a orquestra vai se apresentar em Paris.

Lope: produção espanhola com tempero brasileiro, afinal a direção é de Andrucha Waddington (Eu Tu Eles) e no elenco ainda nomes como Selton Mello e Sônia Braga ao lado dos demais atores como Luis Tosar e Leonor Watling. A trama acompanha a juventude do espanhol Lope de Vega, um dos maiores dramaturgos e poetas de todos os tempos, autor de obras como “Amarílis” e “La Arcádia”.

As Mães de Chico Xavier: filme que fecha a comemoração do aniversario de Chico Xavier, aberta com a cinebiografia dele, depois um documentário, a adaptação de um livro psicografado por ele e agora este drama sobre uma outra ótica do espiritismo e da obra de Chico Xavier, as mães que recebiam cartas psicografadas de seus filhos. Já comentei por aqui que achei o filme bem fraquinho, culpa do roteiro/direção, mas para os curiosos do gênero fica a dica! A trama mostra as histórias de três mães, Ruth (Via Negromonte), cujo filho um jovem que enfrenta problemas com drogas, Elisa (Vanessa Gerbelli), que tenta superar a perda do filho junto com o Marido, o pequeno Theo (Gabriel Pontes), e Lara (Tainá Muller), uma professora que enfrenta o dilema de uma gravidez não planejada, se cruzam quando recebem conforto e reencontram a esperança de vida através do Médium.

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