Primeiras Impressões: Person of Interest e Prime Suspect US

Continuando as primeiras impressões sobre as novas séries da temporada, como vem acontecendo nos últimos anos, nenhuma série empolgante ou vibrante neste início, a coisa anda feia nos canais de tevê aberta, sabem que me passa impressão que todos os pilotos são meio parecidos, não há um piloto até agora que se arrisque. Bom, voltando ao tema do post, hoje é o dia dos novos dramas das quintas, com exceção de Charlie’s Angel porque me recuso a ver novamente esta trama de três mulheres bonitas/charmosas trabalhando como detetives, logo, sobram Person of Interest e Prime Suspect US.

  • Person of Interest – promessa forte do canal CBS, que jogou a veterana CSI para às noites de quarta, abrindo espaço para este novo “procedural”, com bons nomes envolvidos como J.J. Abrams e Jonathan Nolan (franquia Batman), além do elenco com Michael Emerson (Ben de Lost), James Caviezel (conhecido por ser o Jesus na Paixão de Cristo de Mel GIbson) e a talentosa Taraji P. Henson (também com carreira cinematográfica em filmes, com títulos como Benjamin Button). A trama é, obviamente, bastante misteriosa, até porque pouco sabemos sobre os personagens principais, mas lembra rapidamente os conceitos de filmes como Minority Report (filme de Tom Cruise sobre uma força policial que combatia crimes antes mesmo deles ocorrerem), no entanto, aqui os roteiristas tentaram dar um tom de realidade ao desculpar a invenção da máquina em função do 11/09. Fico receoso pela série pois facilmente visualizo que a mesma possa se transformar na “investigação do número da semana”, sem maiores aprofundamentos dos personagens e situações. Porém, a producao é caprichada e dinâmica, espero que os criadores tenham planos mais ambiciosos para ela!
  • Prime Suspect US – mais uma adaptação americana de uma série inglesa, bastante conhecida por ter como protagonista a ótima Helen Mirren (ganhadora do Oscar), no entanto, como normalmente acontece na Inglaterra, a série tem temporadas diferenciadas, normalmente, poucos episódios, quase telefilmes, e não sei o que os produtores planejaram para sua sobrevida americana (incluindo, o desgaste). Agora o canal NBC tenta encontrar um procedural forte para fazer companhia as suas comédias, para isto apostou em Maria Bello (E.R.), somente o futuro pode dizer se foi a escolha da atriz foi correta, num primeiro momento, acho que uma presença mais veterana podia trazer mais conflito a série. Um fator me chamou a atenção de “prima” no episódio foi o bom elenco masculino, temos Brian F. Byrne (FlashForward), Kirk Acevedo (Fringe), Ainda Quinn e Kenny Johnson (The Shield). Para quem não conhece a série, ela é a versão oficial de The Closer (que com o tempo abriu mão dos conflitos da chefe policial mulher e a equipe de detetives homens, abracando mais os métodos adotados por Brenda, perfeita nas mãos de Kyra Segdwick), uma detetive mulher (com fama de ter alcançado a transferência para a DP em funçãoo de um caso amoroso) que terá que lhe dar com um ambiente extremamente machista para se impor como detetive, além disso, a personagem enfrenta dificuldades em para de fumar e levar seu casamento. Também me chamou a atenção a violência gráfica no episódio (gracas a Deus com tematica mais adulta, até em função do horário – 22hs), e o forte bullying que a personagem sofre, é acompanhar para ver como os personagens serão desenvolvidos.
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