Destaques da Semana em DVD (03 à 07/10)

Os Agentes do Destino: adaptação para um conto de Philip K Dick (o mesmo de Blade Runner), mesmo sendo um filme de idéias originais (em meio a onda de continuações) explora um difícil subgênero, a ficção científica romântica. Logo, o roteiro teria que ser muito, mas muito bom mesmo para conseguir equilibrar gêneros tão díspares, e é o que não ocorre aqui. De agil e dinâmica inicialmente, a trama logo descamba para uma trama romântica meio fria e distante do espectador, apesar da beleza de Emily Blunt, sinto que o tema livre arbítrio meio que se perde no contexto todo. Na trama, David (Matt Damon) é um carismático político prestes a ganhar o seu lugar no Senado Americano. Conhece então, Elise Sellas (Emily Blunt), uma linda dançarina de ballet, que acredita ser a mulher dos seus sonhos, mas percebe que circunstâncias misteriosas e esforços ocultos começam a atrapalham o romance.

Os Pinguins do Papai: tenho receio da carreira de Jim Carrey, ele está chegando numa idade perigosa para os comediantes “careteiros” e de gags físicas, não que seu talento se resuma a isto, é mais uma maneira de diferenciá-lo dos demais. Logo, quando vejo que em seu filme anterior ele já meio que se repete (O Mentiroso e Sim Senhor), agora me precoupa quando já o colocam para dividir cena com binchinhos bonitinhos, né Robin Williams e Eddie Murphy? Na trama, Jim Carrey é o Sr. Popper, em uma divertida comédia para a família que conta a história de um homem de negócios totalmente sem noção do que fazer quando o assunto são as coisas importantes da vida, até o dia em que ele recebe 6 pinguins como herança. Apesar dos pinguins de Popper transformarem seu chiquérrimo apartamento em Nova York num parque de diversões de inverno – e virarem a vida de Popper de cabeça para baixo, eles também lhe ensinam importantes lições sobre famílias e relacionamentos.

Transformers – O Lado Oculto da Lua: mesmo com as inúmeras críticas que havia lido anteriormente, até achei interessante os primeiros momentos do filme, pensei “Bah, tentaram contextualizar a inserção de todos aqueles robôs!”, passados estes momentos, tudo voltou ao que já havíamos visto, aquele edição esquizofrenica, os diálogos infantis e os personagens rasos, claro que embalados em efeitos de primeira, mas aí já não fazem mais que a obrigação. Na trama, Os Autobots, liderados por Optimus Prime, estão de volta em ação, em uma luta contra os terríveis Decepticons, que estão determinados a vingar a sua derrota em “Transformers: A Vingança dos Derrotados”. Neste novo filme, os Autobots e Decepticons se envolvem em uma perigosa corrida espacial entre os EUA e a Rússia, e uma vez mais humano Sam Witwicky (Shia Lebouf) tem de vir em auxílio de seus amigo robô. Há também novos personagens, incluindo um novo vilão, Shockwave, um transformer que governa Cybertron enquanto os Autobots e Decepticons se enfrentam na Terra.

Hanna: Bom, já havia comentado sobre o filme recentemente (Filme visto em 2011, mais detalhes), mas resumindo espero que Joe Wright (o mesmo dos belissimos Orgulho e Preconceito e Desejo e Reparação) volte para os épicos rômanticos rapidamente, sua linguagem, mesmo que elegante para as tramas urbanas, não consegue encantar como aconteceu em seu filmes anteriores. Sinceramente, esta aventura me lembrou oa antigos filmes de Luc Besson, que sabia fazer filme de gênero fora do mercado americano, no entanto, penso que Wright pode mais. Na trama, Hanna (Saoirse Ronan) é uma adolescente que foi criada no frio da Finlândia pelo pai, um ex agente da CIA (Eric Bana), como uma máquina perfeita para matar. Levando uma vida totalmente diferente de qualquer outro jovem de sua idade, sua rotina sempre foi voltada para cumprir uma missão. E quando este dia chega, ela vai cruzar a Europa, enganando agentes experientes com os ensinamentos de seu mentor, mas enquanto o alvo vai ficando cada vez mais perto, alguns segredos sobre sua vida começam vir à tona, provocando uma revolução em sua cabeça.

O Caminho do Guerreiro: também já havia visto este filme a tempos atrás, me lembra um mix de Ninja Assassino (aquele tentativa de James McTeigue junto com os Irmãos Wachowski de recriar os filmes de luta chineses/japonese) com um quê de Dogville, pois o filme se passa num cenário meio vila, onde todos os cenários são meio abertos, dando um efeito bastante estranho. Claro que a mistura é de difícil digestãom, depende do paladar do cliente, eu achei somente razoável, esperava mais, até porque tem o bom Geoffrey Rush no elenco. Na trama, apesar de ter jurado matar o último sobrevivente do clã inimigo, guerreiro desiste ao descobrir que só restou uma criança indefesa. Tocado por sua inocência, decide aposentar as armas e criar a criança. Em uma empoeirada cidadezinha esquecida do mundo, ele conhece uma mulher interessante e vive pacificamente até que uma gangue de foras-da-lei força o veterano guerreiro a matar novamente.

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