Pilotos Mid Season 2018

WACO (canal Paramount): Mini-Série

Baseado em fatos reais, a produção acompanhará o cerco de 51 dias do FBI em 1993 a seita religiosa de David Koresh, os Branch Davidians, após denúncias sobre abusos infantis ocorrendo no local, além de possível posse de armas ilegais.

s01e01 Visions and Omens – David Koresh prega no Mount Carmel Center sobre o que é felicidade. Seis meses depois a ATF recebe informações que um carregamento de armas está destinado ao Monte Carmelo e começa a vigilância no complexo.

Mesmo não me empolgando em seu piloto, até porque já cansei de tramas que mostram o momento auge e depois retrocedem no tempo para ilustrar como os personagens chegaram até o momento ápice, mas a trama me é muito instigante, sempre achei curioso esta cultura de seitas “religiosas” nos Eua, como um dito povo mais educada cai em armadilhas tão rasas quanto as ditas pelas seitas que, inclusive, pregam enfrentamento civil com a sociedade, para impor seu olhar de sociedade.

Também gosto do elenco reunido, principalmente, Michael Shannon, e o momento no qual eles retrocedem na história para mostrar uma missão contra uma seita que deu errado, certamente influenciará as políticas e atitudes na linha contemporânea da série.

THE ALIENIST (canal TNT): 1ª temporada

Thriller psicológico dinâmico e atmosférico sobre um trio de especialistas formado pelo psiquiatra Laszlo Kreizler, o repórter jornalístico John Moore e o comissário de polícia Theodore Roosevelt, responsável por desenvolver as primeiras técnicas de psicologia e investigação para encontrar um assombroso serial killer na Era de Ouro de Nova York.

s01e01 The Boy on the Bridge – Thriller psicológico dinâmico e atmosférico sobre um trio de especialistas formado pelo psiquiatra Laszlo Kreizler, o repórter jornalístico John Moore e o comissário de polícia Theodore Roosevelt, responsável por desenvolver as primeiras técnicas de psicologia e investigação para encontrar um assombroso serial killer na Era de Ouro de Nova York.

Produção do caro criador de True Detective, Cary Fukunaga, que, num primeiro momento, me lembrou uma série britânica passada na Londres de Jack Estripador, Whitechapel, por abordar historicamente os primeiros passos da criminologia forense no século passado, contando com uma produção caprichada, na qual se sente cheiro e aspectos da época, a série conta com um elenco bem caprichado e historicamente nos apresenta nomes reais como Roosevelt (futuro Presidente). Assim, vou ficar de olho se a série conseguirá desenvolver bem tanto o caso investigativo quanto o pano de fundo histórico para adicioná-la na minha watchlist.

s01e02 A Fruitful Partnership – Sara encontra uma pista e Kreizler tenta conectar as evidências deixadas pelo serial killer. Kreizler leva Moore, Sara, Marcus e Lucius para Delmonico’s em Nova York e os informa que estão trabalhando juntos para pegar o assassino.

Confesso que gostei mais deste 2º episódio do que do primeiro, acho que como já estamos familiarizados com os personagens, a trama parece andar de modo mais fluido, o suspense, tensão e a sensação de sujeira me salta à tela! Acho incrível o trabalho de direção de arte, mesmo que não seja nada inovadora, mas passa a sensação daquela época de maneira crível.

BLACH LIGHTNING (canal CW e Netflix): 1ª temporada

Baseada no herói da DC Comics, Black Lightning acompanha Jefferson Pierce, um homem lutando com um segredo. Pai de duas filhas e diretor de uma escola de ensino médio no bairro de Nova Orleans, que é comandado pela violência das gangues, ele é um herói. Mas nove anos atrás, Pierce era um herói diferente. Dotado do poder de controlar a eletricidade, ele usou esses poderes para manter as ruas de sua cidade seguras como o vigilante mascarado Black Lightning. No entanto, depois de muitas noites colocando sua vida em perigo e vendo os efeitos do dano e da perda que seu alter ego estava causando à sua família, ele deixou seus dias de super-herói para trás e dedicou-se à escola e ser pai. Quase uma década depois, os dias de combate ao crime de Pierce estão no passado… ou era isso que ele pensava. Com o crime e a corrupção se espalhando pela ameaçadora gangue local, The One Hundred, o Black Lightning retorna – para salvar não somente sua família, mas também a alma de sua comunidade.

s01e01 The Resurrection – Jefferson Pierce fez sua escolha: abandonou seu traje e sua identidade secreta anos atrás, mas com uma filha com problemas na justiça e um estudante brilhante sendo recrutado por uma gangue local, ele se vê forçado a retomar sua luta contra o crime.

Mesmo possivelmente não conseguindo acompanhar uma série de super-heroi de CW, porque as mesmas tem costume de durar ad eternum, confesso que achei o piloto de BL bem interessante, principalmente, sua primeira metade, na qual há um bom trabalho de criação de contexto, principalmente pela opção de não ser uma história de origem, assim vemos Pierce já aposentado e a trama do piloto se concentra em mostrar por quais motivos ele irá reassumir sua identidade de super heroi; neste sentido o contexto social apresentado é perfeito e provocativo, na medida certa para os tempos atuais, já quando retoma o lado heroico, o roteiro cai no lugar comum e, pior, com efeitos bem pobrinhos!!! Vou conferir mais um para saber se, pelo menos, uma temporada dá para acompanhar!

s01e02 LaWanda: The Book of Hope – Um raio de esperança aparece na comunidade quando Black Lightning (Raio Negro) volta a combater a violência. Confesso que depois do piloto engajado esperava um episódio melhor, achei que o roteiro ficou rodando a volta-não volta do super heroi quando na verdade estes conflitos ele já deve ter vivido ao ter renunciado seu alter ego, ao final foi preciso mais uma morte para o personagem entender seu papel, faltou também mais ação e não sei se os personagens seguram a trama, vou conferir mais um para repensar.

THE RESIDENT (canal Fox) 1ª temporada

Na trama, um jovem médico idealista começa seu primeiro dia sob a supervisão de um brilhante e austero residente sênior, que revela os dois lados da medicina moderna. As vidas podem ou não ser salvas, mas as expectativas serão sempre destruídas.

s01e01 Pilot – Em seu primeiro dia como estagiário, o Dr. Devon Pravesh enfrenta as duras realidades do atendimento médico, enquanto o Dr. Conrad Hawkins, um residente do terceiro ano, o leva sob sua asa e ensina maneiras não convencionais de tratar pacientes.

s01e02 Independence Day – Conrad recebe o chamado que ele está esperando quando um coração fica disponível para um paciente que esteve na lista de transplantes por dois anos. Mas um congressista é internado no hospital após um ataque cardíaco, e ele é priorizado.

Vamos lá para mais um procedural medico, talvez aqui o primeiro destaque seja o retorno de Matt Czuchry, de The Good Wife, como protagonista, mantiveram seu jeito cínico integrado ao personagem, o que pode ser um desprestigio ao ator, repetindo mais uma vez um tipo, alem disso, temos um forte tom denunciatório, em ambos episódios, contra medicos ruins ou tendenciosos, no caso do co-protagonista Bruce Greenwood, que apesar de problemas de saúde que lhe impedem de fazer cirurgias, o mesmo esconde e ainda ameaças colegas para manter seu status de Chefe da Cirurgia frente à mídia e a sociedade (em função do ego); este, inclusive, seria o que mais me chamou a atenção da série, o tom, no entanto, os conflitos podem rapidamente se esvair com o passar dos episódios e não sei se os demais personagens, como a enfermeira de Emily van Revenge Camp, conseguem segurar a série.

s01e03 Comrades in Arms – Os médicos enfrentam uma difícil decisão para salvar a vida de uma jovem imigrante. Um velho amigo do exército de Conrad faz uma visita ao hospital. Dr. Bell experimenta um novo medicamento para seu tremor. Apesar de não conseguir prever uma trama regular com uma pegada tão forte de conflitos institucionais, afinal temos um claro retrato do corporativo vs. relação medico paciente, ainda me pego torcendo pelo médicos “honrosos”, mesmo que pintados de maneira carregada, acredito que o texto força um pouco demais tornando o que seria um debate rico e complexo num tipo de novelinha…mas ainda tô acompanhando porque gosto muito de Matt Czuchry e Emily van Camp.

9-1-1 (canal Fox): 1ª temporada

O drama explora as vidas de policiais, paramédicos e bombeiros que precisam enfrentar as situações mais assustadoras e chocantes, enquanto respondem a chamados de emergência, e devem equilibrar o trabalho de salvar os mais vulneráveis e resolver os problemas em suas próprias vidas.

A série é estrelada por Connie Britton, Angela Bassett e Peter Krause; e conta ainda com Oliver Stark, Aisha Hinds, Kenneth Choi e Rockmond Dunbar no elenco regular.

s01e01 Pilot – Bombeiros, Policiais e Médicos trabalham sob pressão junto com a atendente do 911, Abby Clark (Connie Britton) e precisam conciliar essas situações críticas com sua vida pessoal.

Ryan Murphy e equipe devem estar trabalhando a todo vapor, acabam de lançar mais uma série, agora pelo canal Fox, sem ser antológica, e trazendo para o protagonismo ótimos nomes de temporadas de American Horror Story: Angela Basset e Connie Britton;

Ainda que seja um procedural médico/policial, como por exemplo a franquia Chicago, a série parece querer abordar seus personagens de maneira ímpar, temos desde o início do episódio destaque para 3 personagens, já com dramas pessoais apresentados, a telefonista do serviço de emergência com a mãe acamada, a policial casada com um homossexual e o jovem bombeiro com comportamento de compulsão sexual. Assim, se por um lado, o procedural pouco pode trazer de novidade, o lado de identificação com personagens pode impressionar, vamos ver que tom a série introduzirá ao longo dos episódios.

s01e02 Let Go – Uma noite em um parque de diversões vira um pesadelo quando um mau funcionamento da montanha-russa deixa vidas em risco. Ainda não me acostumei com o tom ora cômico, como nas mortes do parque, ora dramático que o texto apresenta, achei tudo meio bizarro, mesmo com um elenco tão bacana, além disso, Peter Krauze parece não ter encontrado o tom do “mestre myagi” do Bombeiros.

s01e03 Next of Skin – Bobby e sua equipe respondem a uma emergência em uma festa de aniversário. A equipe entra em ação após um membro ter se envolvido em um grave acidente. Athena tenta lidar com uma tragédia, enquanto isso, Abby terá de tomar uma grande decisão sobre sua mãe. Mesmo achando que a série tem atores acima da média, ainda sinto que o roteiro pesa demais nos dramas dos personagens, meio fora de proporção, principalmente se levarmos em consideração que estamos diante de um procedural de emergencia (policial, salvamento, médico). O que me leva a crer que Ryan Murphy esta somente como nome na produção e não participando diretamente da produção dos roteiros.

s01e04 Worst Day Ever – Após um acidente de avião, Bobby e sua equipe correm para ajudar os sobreviventes, enquanto Athena trata do pânico e do caos no aeroporto. Athena busca vingança contra um grupo de bullies e Abby entrega uma mensagem importante de uma chamada de emergência. Talvez esteja sendo um pouco duro demais com a série, mas sinto que os dramas dos personagens principais são muito pesados, então sobre pouco ou nada para uma dinâmica mais “cool buddy” entre eles, mesmo assim tem uma dinâmica como série sempre sedutora para os fãs do subgênero.

s01e05 Point of Origin – A equipe corre para atender um chamado quando um desastre ocorre em um casamento indiano. Abby pede ajuda a Buck para tentar encontrar sua mãe e, pela primeira vez, conhece Athena pessoalmente. Enquanto isso, Hen luta para tomar a decisão certa. Vez de conhecer o passado de Bobby e seus traumas, e lá vem mais uma subtrama pesada, fico curioso com o que os roteiristas creem se tratar de dramas sérios, todos os personagens são praticamente trágicos, ainda acredito que a série precisa encontrar um tom mais ameno e equilibrando as dinâmicas dos personagens com os casos de atendimento.

THE CHI (canal Showtime): 1ª temporada

“A história de um jovem negro atingindo a idade adulta”.

Uma história relevante, atemporal e distinta sobre amadurecimento que acompanha a vida de seis personagens inter-relacionado na zona sul de Chicago. A história é centrada em Brandon, um rapaz confiante e ambicioso que sonha em um dia abrir o próprio restaurante, mas sente-se conflitado entre a promessa de uma nova vida e suas responsabilidades perante a mãe e o irmão adolescente.

s01e01 Pilot – Um evento fatídico envia ondas de choque através de uma comunidade no lado sul de Chicago, conectando quatro vidas.

Gosto quando um piloto subverte as expectativas de um velho série maníaco como este que vos escreve, porque o piloto, do qual eu nada conhecia, me fez acreditar que o jovem Coogie era o protagonista, ou um dos, mas na verdade ele meio que é o catalisador dos eventos que devem surgir com sua morte. Fiquei mais surpreso ainda ao observar que a série foi criada por Lena Waithe, a personagem Denise de Masters of None, e dando uma conferida em sua filmografia ela é notadamente conhecida como escritora, inclusive de série como Bones. Curioso para ver como a série será desenvolvida.

s01e02 Alee – Brandon sofre com uma perda. Ronnie percebe que cometeu um erro. A vida despreocupada de Emmett vira de cabeça para baixo. Papa e Jake provocam Kevin sobre Andrea. Pistas conflitantes abalam Cruz. Apesar de ter achado que o roteiro pudesse pesar a mão dos dramas e personagens, o tom deste segundo episódio consegue equilibrar melhor as coisas, dando a entender que todos possuem escolhas e terão que arcar com as consequências das mesmas, sendo feitas com ou sem razão!

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