Archive for the ‘Supernatural’ Category

Balanço da Temporada: Supernatural – 5ª temporada

13/06/2010

Das séries veteranas que apostava nesta temporada a que mais me decepcionou (vide expectativas) foi Supernatural. Não é que não gostei da temporada (teve bons momentos), no entanto, chegada a hora do grande confronto com o Lucífer (auge da mitologia criada para a série) e toda a trama envolvendo o Apocalipse, os roteiros resolveram perder tempo com inúmeras subtramas e situações menores, um desperdício, mesmo que seja utilizado como desculpa o orçamento da série que não permite grandes investimentos em sequências de ação e efeitos.

Ao longo da temporada, diversos temas da mitologia da série foram sendo deixados de lado, ou alguém não concorda que temas como o sumiço de Deus (mesmo que tenha sido sugerido que Chuck pudesse ser ele na season finale) e o pequeno Jesse (que foi apresentado no 5º episódio, I Believe the Children are our Future) pouco foram mostrados, pior ainda foram os 4 Cavaleiros do Apocalipse, que fundamentais na mitologia da temporada, ganharam pouco espaço em cena, principalmente, a Peste e a Morte, um desperdício. Menos mal que a série tenha Castiel e Bobby para nos fazer torcer pelos heróis. Sobre os irmãos Winchester, apesar do espaço dado ao personagem Sam, seu ator não tem tamanha dramaticidade para segurar o personagem, em contraponto, Dean ganha ainda mais contornos e profundidade com a atuação cínica de Jensen Ackles.

Acredito que se a série pertencesse a outro canal, que não a CW, as coisas poderiam sair de um modo diferente. E para meu desagrado, o término do ciclo da série, 5 temporadas, idealizada por seu criador, Eric Kripke, foi descartado com a renovação da série para a sexta temporada e, para piorar, sem seu criador, assumindo outro showrunner. Assim fica a curiosidade para ver qual será a temática da temporada, sem expectativa alguma afinal, tenho a impressão que o grande momento da série passou e não foi aproveitado pelos roteiristas.

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Fall Finale 2009: Supernatural e V

30/11/2009

Fall Finale é o termo usado para se referir ao último episódio inédito da série no ano, fechando a 1ª parte da temporada que está em andamento.

Chegamos a dezembro e com isto as séries vão entrando num intervalo de algumas semanas ou meses, fechando a exibição de inéditos em 2009, até seu retorno em janeiro ou nos meses seguintes. Semana passada comentei sobre o andamento da temporada de Grey’s Anatomy, uma surpresa positiva para mim, hoje comento Supernatural e V.

Supernatural – 5ª temporada em andamento: até o momento Supernatural está num nível bastante alto e levando o tema de anjos & demônios a um patamar de díficil previsão do que poderá acontecer em seguida. Se a temporada não foi perfeita até aqui, é única e, exclusivamente, culpa dos produtores que acabaram por listar 3 episódios seguidos de Supernatural onde o humor e a paródia imperavam, os famosos episódios “brincadeiras” da série.

Não que os episódios fossem ruins, são, inclusives, clássicos dentro da série, o meu predileto da temporada foi The Real Ghostbusters, os demais ficaram abaixo da média. No entanto, o problema foi terem exibidos estes episódios em seguida dando uma amenizada legal na tensão iminente dentro da série. O bom para os fãs é que o 10º episódio e fall finale de 2009, Abandon All Hope, foi excelente trazendo de volta todos os personagens principais da temporada e conseguindo ser, extremamente, dramático para os irmãos Winchester, mesmo que o roteiro não fosse nenhuma maravilha, mas as consequências do episódio para o restante da temporada são promissoras.

P.S.: apesar de gostar da série, não vejo uma maneira da mesma continuar com excelência após esta temporada, a mitologia chegou num limite que, após sua resolução atual, não dá para simplesmente voltarmos a vermos somente o mostro/demônio da semana sendo caçado por Dean e Sam.

V1ª temporada em andamento: é um pouco difícil tecer comentários mais profundos sobre V, afinal a série teve somente 4 episódios exibidos, sendo que o restante da temporada ainda não tem data certa para retonar, parece que será em março de 2010.

Mas gostei de ver o canal ABC apostar na série que estrearia somente no ano que vem, afinal o grande trunfo do canal era FlashForward é todos vimos o que está acontecendo com a série. Nesta temporada os canais não conseguiram entregar nenhum grande seriado dramático, que fosse sucesso de público e crítica, meu favorito era FlashForward mas, agora, está nas mãos de V e The Good Wife.

V traz a responsabilidade de agradar o público sempre esquecido de produções sci-fi, atualmente restritos às produções de tevê a cabo e órfãos de uma grande série após o término de Battlestar Gallactica. Na televisão aberta não há tempo hábil para uma produção como estas fazer um sucesso imediato e garantir sua sobrevivência frente a dramas criminais, médicos e jurídicos, tão rotineiros por lá.

Apesar de ter achado o início da série corrido em demasia, evitando aprofundar os aspectos mais relevantes da chegada dos visitors, os roteiros estão sabendo ampliar o leque de opções para os bons personagens que têm em mãos (além de já inserirem algumas boas surpresas como a Quinta Coluna), talvez com exceção da storyline de Tyler, filho da agente Erica, mais um adolescente rebelde sem causa chatonildo, mas destaco o sorriso “pacificador” da líder Anna, bastante ambíguo, e a temática religiosa que pode ser bem promissora na mitologia da série atráves do Padre Jack, se bem trabalhada.

OBS.: Para quem possa interessar criei uma nova página para listar as séries/episódios desta temporada que assisto no menu ao lado, Séries 2009/10 (Dez – ), espero que tenha ficado melhor organizada que a anterior.

Temporada 2009/10 – Premieres 1ª semana

14/09/2009

Bom foi dada a largada da temporada 2009/10 na televisão americana e nos computadores do resto do mundo. Como vem ocorrendo normalmente, o canal CW e o canal Fox são os primeiros a exibirem suas estréias e retornos de séries. Hoje comento como “primeiras impressões” o retorno de Supernatural, a hypada Glee e a estréia de The Vampire Diaries, as demais séries que estreiaram nesta semana que passou como 90210 e Melrose Place, eu passo!

supern Supernatural 5ª temporada: o retorno de temporada da série foi na medida, nada muito arrasador, começando um arco bastante promissor e dramático, onde Sam e Dean terão que enfrentar não somente os dêmonios e os desmandos das arcanjos já costumeiros, agora, também terão que enfrentar o próprio Lucífer (e bastante interessante esta trama sobre aceitação do receptáculo para ser possuído por arcanjos”, e muito bom o trabalho de Mark Pelegrino nesta introdução da série).

Além disso, a série começou num ritmo bastante agitado com muito dose de nostalgia (que tal o retorno de Meg?), Bobby pelo jeito terá uma participação de maior destaque assim como Castiel , fazendo agora parte de outro grupo que não diretamente dos arcanjos, e o humor sempre presenta na série (a fã número de Chuck conhecendo Sam). Porém, o maior destaque é para a sequência bastante dramática na qual Dean fala a Sam sobre confiança, acredito ter sido um dos pontos altos dos atores, e pensar que incialmente, a série era considerada somente uma cópia teen de Arquivo X e Demônios da Noite. Promete ser uma temporada empolgante e, mesmo fã, espero que sirva de fechamento para o ciclo da série conforme planejado pelo criador, tenho receio de uma sobrevida descenessária para a trama.

Glee_ Glee estreante: na verdade não tão estreante assim, Glee teve nesta última semana a exibição do seu segundo episódio, Showmance, após a premiere que ocorreu em maio nos Eua. Tendo visto os dois episódios posso afirmar que levo fé no sucesso da série, Ryan Murphy (criador de Nip/Tuck) consegue extrair muito humor das situações do dia-a-dia high school sem cair somente no estereótipo dos personagens losers do Glee club (clube de coral), há um grande sarcasmo e ironia nos diálogos que ditam o tom mais adulto em meio às cantorias.

Claro que quem gosta de musicais se vê mais atraído pelo formato, no entanto, é sempre bom observar que num formato como este, há tempo para as músicas terem um papel fundamental de expresssar sentimentos e criar situações para os personagens, são na verdade uma continuidade da cena. Exemplo disso, é a sequência final de atriz Lea Michelle cantando, para mim, a chatissíma, Take a Bow de maneira exemplar para o contexto de personagem.

Somente nestes dois primeiros episódios já somos apresentados a dois triângulos amorosos, espionagem, traições,  competição de corais e a uma futura, espero eu, candidata a melhor atriz coadjuvante, Jane Lynch roubando cenas com sua personagem Sue Sylvester, tentando derrubar de qualquer maneira o Glee club. Continua imperdível!

the-vampire The Vampire Diaries estreante: para uma série cópia descarada do sucesso teen Crepúsculo e da nova onda de vampirismo na mídia, vide o sucesso de True Blood no canal HBO, até que a série teen/sci-fi não é tão ruim assim, muito mais se pensarmos nos demais produtos do canal CW.

Cuidaram bem da produção, trilha sonora bem equilibrada, uma sinopse bastante acessível para um episódio piloto, então temos um  produto ok, o que fica para agora é a expectativa do desenvolvimento da trama. Os laços entre os irmãos vampiros ainda soa um pouco forçado, em contraponto, a construção dramática de Elena (a mocinha) e seu irmão foram o destaque deste piloto

Claro que o canal CW e os produtores da série podiam ter abusado um pouco menos de figuras ilustrativas tão clichês mas sem sentido como a rápida névoa anunciando um ataque e as aparições do corvo, desnecessários!

Balanço da Temporada 2008/09 – Policiais/Suspenses

28/06/2009

*** possíveis spoilers

24hr 24 HORAS – 7ª temporada: e eis que o quase impossível ocorreu, a série que perdeu uma temporada completa devido à greve dos roteiristas (dizem que tinha somente 8 episódios filmados quando da greve), renasceu após uma temporada bastante criticada (6ª temporada foi bastante cansativa). Nesta temporada, após o telefilme de novembro que serviu mesmo de introdução para as storylines desta temporada, conseguiu empolgar em quase todos os episódios, claro que ao final da maratona, a trama já se apresentava desgastada, no entanto, os demais foram episódios foram realmente bons, surpreendentes e emocionantes.

O grande motivo desta ascenção da temporada foram realmente a mudança de ares da série, a CTU, eterna agência penetrável de série, foi fechada e, aqui, a trama se passa em Washington num grande evento mundial, afinal os terroristas desta temporada foram, inicialmente, os bandidos africanos do telefilme, 24 Horas: Redenção, patrocinados pelo engravatado Jon Voight (boa aquisição para o elenco), o que claro se mostrou ser apenas “a ponto do iceberg”. Falando em elenco, gostei muito da entrada da agente Renee, primeiramente, serviu de contraponto ético para as atitudes de Jack e, depois de um dia inteiro de eventos, se transforma num “Jack” de saias, e da predidente Taylor (uma figura bastante forte da atriz, que eu desconhecia, Cherry Jones). Para vocês terem idéia de como a temporada funcionou até mesmo o retorno de Kim Bauer (filha, e fardo, de Jack) conseguiu ter uma participação muito além do esperado pelos seriemaniácos.

Apesar de alguns escorregadas ao final, principalmente, no que se refere ao personagem de Tony Almeida (tanto sua ressurreição quanto seu desfecho me soaram forçados em demasia), no entanto, a trama parece ter chegado ao seu limite com a descoberta do grupo ou consórcio que patrocina os eventos terroristas nos Eua há algum tempo, como descobriu o personagem de Tony, a curiosidade agora é descobrir como esta descoberta será, e se será, aproveitada na 8ª (e última conforme boatos) temporada da série mais eletrizante da década.

csiCSI – 9ª temporada: o que tinha para ser A grande e inesquecível temporada de CSI, por falta e de planejamento e da concorrência terminou com uma temporada soturna e ok. Depois do incrível gancho com a morte de Warrick, a série trabalhou de imediato com a storyline, que foi resolvida logo no primeiro episódio, uma atitude corajosa dos produtores que poderiam fazer deste fato (a investigação) o arco dramático de toda temporada. No entanto, acho que isso se deve saída iminente do fantástico William Petersen (Gil Grisson), que foi muito bem realizada pela série. Assim como a entrada de Laurence Fishbourne, dr. Raymond Langston, que foi inserido na série de maneira acertada e com atenção para os detalhes, como a evolução do personagem frente aos novos equipamentos de trabalho, abordando o lado psicológico do conhecimento do personagem na trama (efeito Criminal Minds na série). Mesmo com todos estes eventos ocorrendo na série, um dos melhores episódios da temporada foi Turn, Turn, Turn centrado em Nick Stokes que envolviam crimes durante um ano num mesmo lugar, serviu para mostrar um pouco a reação do personagem aos váriso eventos do último ano na série.

Apesar disso, os produtores e roteiristas “pisaram na bola” em relação ao 200º episódio (Mascarade) da série e sua season finale (All In), ambos deveriam ter sidos eventos marcantes dentro da série e não passaram de episódios simples e esquecíveis dentro da temporada. E assim, a série viu seus números de audiência caírem bastante tendo, inclusive, na reta final perdido para sua concorrente direta, Grey’s Anatomy (que nesta altura tinha chegado ao ápice dramático de arco envolvendo Izzie). Como a série responderá a esta nova situação no retorno em setembro? Afinal a série retorna enfrentando o gancho fenomenal de Grey’s e, a princípio, sem grandes novidades para cativar os espectadores, acredito que a série ainda pode desenvolver bastante seus personagens e, sim, deve criar arcos dramáticos como a ocorreu nas últimas temporadas, e não somente apresentar episódios isolados.

csinyCSI NEW YORK – 5ª temporada: pensando aqui na série confesso que nada fascina nela, como os personagens ou as tramas apresentadas, mas somente o meu gosto pelo gênero policial (imaginem se sobrasse somente CSI Miami para assistir). A temporada teve bons arcos para os personagens principais: o detetive Mac Taylor (o eficiente Gary Sinise) teve que aturar os cortes de orçamento do seu setor e a presença ambígua/opositora de Robert Dunbrook, diretor de um grupo de comunicação, envolvido em alguns eventos durante a temporada; já a detetive Stella Bonasera viu seu passado, de origem grega, voltar à tona com o surgimento de traficantes de mercadorias daquele país. Ambas storylines foram trabalhadas em diversos episódios, em meio ao casos isolados, de maneira acertada e com timing correto, assim como a série. A destacar o gancho final com toda equipe sendo alvo de um tiroteio em meio à um happy hour, que abre um leque de oportunidades para os roteiristas trabalharem em seu retorno.

cmCRIMINAL MINDS – 4ª temporada: talvez ao lado de CSI, a série seja atualmente um dos melhores dramas de procedimento no ar, aqui o grande destaque são sempre os casos, que ainda conseguem me chocar e, de um tempo para cá, os personagens que estão ganhando “família” e tramas paralelas. Nesta temporada, foi a vez do nerd Spencer Reid buscar respostas para o seu passado, com certeza, um dos melhores personagens da série. O interessante desta eficiente temporada, com participações de atores conhecidos como o comediante Jason Alexander (de Seinfeld) num episódio meia-boca, foram os temas bastante pesados de alguns episódios, notem como é verdade,  na licença-maternidade da atriz A.J. Cook (e de sua personagem na série), substituída na função pela agente Jordan Todd, mostrou-se como os eventos e investigações dos crimes podem chocar e atormentar até mesmo a equipe.

O lado obscuro e atormentador do ser humano é mostrado cruelmente na série, e mesmo sendo um drama de procedimentos e não tendo um tempo “real” para o aprofundamento das personalidades e personagens envolvidos, ainda me surpreendo com algumas situações como a do episódio Normal, protagonizado pelo eterno agente Skinner de Arquivo X, Mitch Pileggi. O gancho da série foi ótimo, envolvendo um personagem bastante pertubador (o sumido C. Thomas Howell, que também surgiu nesta temporada em Southland) e o chefe da unidade, Hotchner.

bonesBONES – 4ª temporada: parece que os roteiristas de Bones têm algum problema com season finales, depois da lamentável desfecho do serial killer da temporada passada, agora apelaram para um reviravolta digna de novela mexicana, mas aqui no caso, era para ser levado à sério: a suposta amnésia da Booth, num episódio bastante bizarro e que comigo não funcionou como um evento para série. No mais ao reclamar da série, confesso que o grande atrativo para mim são os personagens, no caso, o relacionamento e química entre Bones (Emily Deschanel, que deve tomar cuidado para não transformar sua personagem numa caricatura do Sheldon, de The Big Bang Theory) e Booth (o correto David Boreanaz, que parece ter fugido da sombra de ser o “eterno” vampiro Angel).

Ia esquecendo mais o lado cômico das investigações e o timing dos personagens para a comédia é outro motivo que me faz acompanhar a série, incrível como sou capaz de rir mais com esta série do que com muitas sitcom que tento acompanhar, talvez este lado nonsense da série, que nem mesmo leva muito a sério suas investigações e, quase sempre, são casos previsíveis sejam de propósito.

supernSUPERNATURAL – 4ª temporada: o criador Eric Kripke merece um prêmio nesta temporada, pela coragem de fazer com que a trama da série tivesse tamanha reviravolta, isto é, acrescentar anjos a mitologia da série sem resvalar na pieguice ou no tom de deboche, é um grande acerto para uma série teen, que poucos levam a sério, principalmente sendo exibida da fraca CW. Acreditava que Supernatural não tinha gás para tanto, até porque a série nunca trabalhou com grande elenco, sempre teve número baixo de personagens (que inevitavelmente, podem acrescentar storylines numa série), sendo que fixo somente Sam e Dean, sem contar o Bobby.

A trama com a adição desta guerra entre céu e inferno cresceu bastante, lembrando a cinessérie Anjos Rebeldes que tinha no elenco Christopher Walken, no entanto, como crítica fica a má distribuição do tema pela temporada, chegamos a ficar mais de um mês somente com episódios isolados, que, invitavelmente, são necessários para não desgastar a storyline de uma só vez, porém a temporada perde o foco e os personagens parecem não estarem envolvidos em algo maior. A destacar o crescimento ator Jensen Ackles, Sam, que com a ida de seu personagem para o inferno e seu retorno, teve diversos momentos dramáticos e emocionante bem defendidos pelo ator, que anteriormente se apresentava somente como um sujeito turrão.

Episódios do Fim de Semana

17/11/2008

csi CSI s09e06 Say Uncle – com certeza o episódio mais fraco até aqui, principalmente se considerarmos o gancho do episódio anterior. Trabalhando excessivamente com o ÚNICO crime do episódio, faltou mais suspense a trama e melhores personagens, isto que dá fazer um episódio temático (reduto coreano de Vegas). E pensar que faltam somente 4 episódios para a sáida de Grisson (já marcada para meados de dezembro), numa temporada bastante pesada e triste. Participação de Ando de Heroes.

supern Supernatural s04e09 I Know what U did Last Summer – episódio que veio para preencher com informações sobre o que Sam fez após a morte de Dean, principalmente sua parceria com Ruby, até aqui ainda uma incógnita sobre seus reais motivos em ajudar os irmãos Winchester. A adição da personagem Anna, como sua antena para as conversas dosAnjos, é bastante interessante e dá margem a muitas questões, vamos ver como os roteiristas trabalharão esta trama.

ga Grey’s Anatomy s05e08 These Ties That Bind -depois de dois ótimos episódios, a série cai um pouco de qualidade mesmo com a adição de Melissa George (não entendi a entrada de sua personagem, pelo menos, vendo este episódio) e a participação de Mary McDowell (a presidente Laura Roslin de Battlestar Galactica), numa personagem um pouco sem sentido para a trama, impressão minha? Mas a grande questão de um episódio sem grandes casos médicos é o que realmente está acontecendo com Izzie e suas visões de Denny, momento Ghost Whisperer ou realmente este deve ser o passaporte de saída da atriz da série, mesmo gostando da personagem é inegável que após a partida oficial de Denny Duquette, Izzie ficou perdida em tramas e romances banais. Momento desrespeito: a saída somente por diálogos através de outros personagens da Dr. Erica Hanh, pisada legal na bola do canal ABC.

pp Private Practice s02e05 Let it Go – ao contrário de sua série co-irmã PP consegue sempre ter casos médicos mais curiosos e interessantes, normalmente mais tristes, uma pena a infantilização dos personagens, pelo menos, enfantizo, Kate Walsh continua linda. A trama do episódio serviu para fechar certas tramas que se arrastavam há alguns episódios como o romance morno de Sam e Naomi, a amizade entre Cooper e Violet, não esquecendo que o melhor da temporada continua sendo a relação sexual entre Cooper e Charlotte. Esta última promete acrescentar uma trama sobre concorrência entre clinícas que pode diversificar os temas da série.

life Life s02e08 Black Friday – como um dos 12 fãs de Life fiquei feliz com sua renovação para uma temporada completa, principalmente, pelo personagem Charlie Crews (numa inspirada interpretação de Damian Lewis), mesmo reconhecendo a fragilidade de alguns episódios. Neste episódio, pra variar, a bizarrice toma conta do caso, um corpo sumido em pleno dia de promoções num shopping, muito humor e diálogos non sense. O pano de fundo vai andando a pequenos passos com a entrada de um agente do FBI que promete emperrar as investigações particulars de Crews.

oldchris The New Adventures of Old Christine s04e06 Tie me Up, Don’t Tie me Down – ainda um pouco atrasado com a temporada atual de Old Christine, confesso que fazia algum tempo que não gargalhava com a série como com estes episódio. A dupla Christine/Barb fazendo um encontro duplo com dois solteiros foi hilário, o melhor momento da temporada, prova do timing cômico de Wanda Sykes e Julia Louis-Dreyfus. Chego à conclusão que as tramas mais engraçadas da série envolvem Christine e seu, digamos, pouco tato para relacionamentos.  O que era o choro incontrolável a cada menção do Sr. Harris.