Archive for the ‘The Big Bang Theory’ Category

Temporada 2009/10 – Premieres 2ª semana

22/09/2009

bones Bones 5ª temporada: depois da equivocada season finale passada, onde a trama se passava na mente de Booth em coma, a série reinicia exatamente com o retorno do mesmo para o trabalho e de Brennan voltando de viagem. O bacana do episódio trivial para a série (talvez Bones seja uma das séries de procedimento mais estáveis em termos narrativos) seja a surpreendente participação da cantora Cindy Lauper, segurando muito bem o papel de vidente que indica corpos enterrados e um possível envolvimento entre Booth e Brennan. O que achei meio estranho foi utilizar Sweets para criar uma situação onde Booth se encontra apaixonado por Brennan em função de seu coma, quando sabemos que sempre houve uma tensão sexual entre os personagens. No mais está tudo no seu devido lugar na série!

fringeFringe 2ª temporada: Fringe foi uma das melhores séries na segunda parte da temporada passada, isto é, de março até sua finale em maio, soube criar casos interessantes e construir uma mitologia, extremamente, curiosa quando do encontro de William e agente Olivia num universo paralelo. Nesta volta da série, pouco ficamos sabendo do que houve neste encontro, no entanto, começando pelas sempre excelentes aberturas, somos apresentados aos novos soldados transmorfos, que conseguem se comunicar com o universo paralelo por uma máquina de escrever junto a um espelho (muito bem bolado). No mais, as ótimas tiradas de Walter, uma politicagem para fechar a força tarefa (dando mais destaque a Broyles) e o gancho final com o agente Francis, já esperado em função das notícias dos últimos meses.

Acho que a série tem um caminho bastante interessante para a temporada, principalmente, no que se refere à mitologia que está criando, a lamentar o horário com forte concorrência (Grey’s Anatomy, CSI, Supernatural e The Office) que a série enfrenta, que pode prejudicar planos mais ambiciosos dos roteiristas ou até mesmo sua renovação pela Fox.

tbbt The Big Bang Theory 3ª temporada: a volta da série veio cheia da expectativa pela série ser a sitcom mais engraçada atualmente, pelo menos para mim, em termos de audiência ainda perde para Two and A Half Man, o que pode mudar nesta temporada, afinal as séries estão em horários seguidos. A indicação de Jim Parsons, Sheldon, deu um gás e bastante vitrine para a série.

Neste retorno, tivemos a volta da turma da viagem com uma grande surpresa para Leonard, que arrebatou o coração de Penny. Já Sheldon descobre que os resuktados de suas pesquisas foram forjados pelos seus próprios amigos e, por vergonha, pede demissão da universidade, assim acabamos por conhecer sua mãe, uma dona-de-casa religiosa, que gera inúmeros diálogos engraçados com seu filho cientista Sheldon. Ótimo episódio para o início da temporada.

himymHow I Met Your Mother 5ª temporada: este novo Friends (dada as devidas proporções), pode não ser tão engraçado com TBBT, mas o carinho pelos persongens e a dinâmica entre eles, continua um show a parte.

Neste retorno, temos o primeiro dia de aula para o, agora, professor Mosby, e Lily tentando que Robin e Barney (ainda com os melhores diálogos da série), tenham uma conversa sobre a definição do relacionamente deles. Acho que a série conseguiu na temporada passada sua estabilidade em audiência (mesmo não sendo sua melhor temporada), principalmente, em virtude do sucesso do personagem Barney Stinson e seu intérprete, Neil Patrick Harris, no entanto, a trama precisa avançar no contexto de Ted encontrar a mãe de seus filhos, esta trama já está se esgotando e, sinceramente, não acho tão primordial para a série assim.

imagesheroes Heroes 4ª temporada: se hoje tivesse que abandonar alguma série, esta tranquilamente seria Heroes, impressionante como a série não consegue estourar desde a primeira temporada, pode até fazer sucesso com a gurizada em termos de audiência de download, mas em audiência na televisão seus números são bastante preocupantes. Tim Kring, o criador, não consegue fazer a trama evoluir de forma coerente e adulta, aqui faço um paralelo com outra série de fantasia para o público jovem, Supernatural. Quem acompanha a série, que possui somente 2 personagens fixos, observa que nestes cinco anos a trama avançou e os personagens evoluiram de maneira coerente, sem perder o humor, drama e o suspense. Já em Heroes não sei o que acontece, nada parece funcionar como um todo.

Abrindo a temporada inicia o quinto volume, com a chegada de T-Bag, ou melhor Samuel e sua trupe, uma comunidade que trabalha num parque, que estão atrás de uma bússola que se encontra com Danko, os demais personagens estão na mesma, Nathan/Sylar começa a presentar problemas; Parkman está tentando evitar seus poderes, como se fosse um vício, mas vem sendo atormentado por Sylar; Claire foi para faculdade e já tem problemas e Peter se tornou paramédico que utiliza seus poderes oara tentar salvar o maior número de pessoas. E é isto, nada de mais acontece nesta premiere dupla, fica difícil criar expectativa de que algo melhore neste volume.

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Balanço da Temporada 2008/09 – Comédias

21/06/2009

Mesmo não sendo o meu tipode série predileto confesso que necessito ver algumas comédias para aliviar alguns temas e dramas das demais séries que vejo, como da atual maratona de In Treatment 2ª temporada. Aqui estou comentando tanto os clássicos sitcom, com 30 min. de duração, como comédias de aventura com 1h. de duração. Também sou obrigado a confessar que tentei, mas não consegui, me apegar a 30 Rock nem a The Office, consideradas as melhores comédias atuais, nem todo seriemaníaco é perfeito, e ainda não terminei as temporadas de United States of Tara, Reaper e Ugly Betty.

tbbtTHE BIG BANG THEORY – 2ª temporada: dentre as minhas as comédias sem sombra de dúvida TBBT dá uma lavada no quesito riso solto, o texto da série é muito engraçado e a série cresceu muito nesta segunda temporada. Primeiro porque modificou o olhar observador de Penny que de apenas musa dos vizinhos nerds se transformou numa amiga com timing cômico excelente formando uma parceira incrível com Sheldon. Claro que o crescimento da série, além de expandir o universo nerd de todos os personagens, foi centrar a maioria dos episódios na figura excêntrica, para dizer o minímio, de Sheldon, cada palavra, mania e murmúrio do personagem me leva ao riso, mérito do roteiro e da personificação de Jim Parsons (figura fácil na lista de indicados à comédia no Emmy deste ano). Alguns dizem que esta exposição maciça do personagem pode se esgotar rapidamente, claro que se os roteiros não tiverem situações interessantes, a repetição do personagem pode cansar mesmo, no entanto, acredito que o personagem pode ainda render muito assim como os demais, como em alguns episódios desta temporada. Momento alto da temporada The Bath Item Gift Hypothesis, episódio no qual Penny presenteia Sheldon no Natal, imperdível.

himymHOW I MET YOUR MOTHER – 4ª temporada: a série está passando pelo mesmo problema de séries com mistérios, digamos, mais dramáticos como Lost, qual o momento certo de revelar o segredo? Aqui no caso a mãe do título e esposa de Ted, sempre tão citada, mas que nesta temporada pouco apareceu, com exceção do episódio, um dos melhores da temporada, Right Place Right Time. A série está embarcando para sua quinta temporada sem muitas novidades sobre quem seria esta personagem e seu envolvimento com Ted, o que sinceramente acredito que poderia acontecer sem qualquer perda para a série, que poderia ganhar muitas outras storylines tanto para Ted quanto para os demais personagens. O que salva a série da mesmice, mesmo apostando em diversos episódios sobre “o nada” (como diria, os fãs de Seinfeld), são as intervenções de Barney (melhor coadjuvante cômico do momento), Neil Patrick Harris tem as melhores piadas, tiradas e timing cômico do elenco, e a sua (não) relação com Robin ainda pode gerar muita diversão na temporad que se inicia.

oldchrisTHE NEW ADVENTURES OF OLD CHRISTINE – 4ª temporada: uma das minhas personagens prediletas (até porque conheço uma pessoa que tem o mesmo jeito que Old Christine) não teve uma temporada muito boa não. Faltou, sinceramente, um arco romântico para Old Christine, quando surge um interesse romântico para a personagem são quando ocorrem as melhores situações, ne verdade, mais engraçadas.  Nem mesmo o arco envolvendo o casamento gay entre Christine e Barb não rendeu tanto quanto podia. Quando surgiu a mãe, já tão famosa, de Old Christine e Matthew achei que a temporada iria engrenar, nem mesmo com a participação da querida Brenda Blethyn no episódio Who’s Not Coming to Dinner?, isto acontecer. Num primeiro momento, parece que faltou um planejamento melhor para a temporada, observem que não houve nenhum grande arco envolvendo os personagens, assim os episódios soaram meio dispersos, assim como ocorreu com How I Met Your Mother, pelo menos, a série garantiu a renovação, e espero que Julia Louis-Dreyfus volte a brilhar na sua série.

chuckCHUCK – 2ª temporada: outra série que melhorou, e muito, nesta temporada foi Chuck, principalmente, por apostar num texto mais dinâmico e cômico desenvolvendo arcos para os personagens principais, apostando em diversas participações especiais (Jordana Brewster, Dominic Monaghan, Chevy Chase, Scott Bakula, Bruce Boxleitner, entre outros). Como vocês podem notar, a trama da série foi na verdade o grande acerto da temporada, principalmente ao inicar uma mitologia para a série, o confronto entre a agência americana protengendo o intersect da cabeça de Chuck contra a FULCRUM, nem vou comentar sobre o excelente episódio final e, mais ainda, sobre o gancho para a próxima temporada. Uma série que deveria ter mais sucesso de audiência, no entanto, os fãs conseguiram não deixá-la ser cancelada pela NBC (até porque está fazendo quase os mesmos números de Heroes, sendo que esta última tem um custo muito maior), no entanto, seu retorno deve acontecer somente 2010, até lá ficamos imaginando como o novo intersect poderá ser usado na trama.

pdPUSHING DAISIES – 2ª temporada: talvez a grande prejudicada pela greve dos roteiristas do ano passado, Pushing Daisies teve ao total de sua saga somente 21 episódios divididos em duas temporadas, uma pena, a série foi muito mal trabalhada pela canal ABC e exibida num dia equivocado, que enterrou qualquer possibilidade de recuperação para a série. Claro que o formato e estilo da série eram muito “especiais” para um canal da televisão aberta, a série tinha cara de HBO. Mesmo assim, a série revelou o talento de Kristin Chenoweth (Olive Snook) para o mundo, antes a atriz era conhecida mais do público pelo seu trabalho em musicais na Broadway. Como o cancelamento ocorreu no início da temporada, somente 13 episódios foram produzidos nesta temporada, claro que não tivemos um final digno para a série com o fechamento dos arcos dos personagens, no entanto, principalmente apartir do 10º episódio, cada um foi melhor que o anterior, abordando aspectos familiares de todos os personagens, inclusive, Emerson Cod que ganhou muito mais espaço nesta temporada ao ganhar a companhia de Olive nas investigações, o que era riso garantido.