Archive for the ‘The Mentalist’ Category

Temporada 2009/10 – Premieres 3ª semana

29/09/2009

Para não ficar um post muito longo, sou obrigado a dividir esta semana que passou com incontáveis estréias e retornos em dois textos, até porque, sendo um ser humano que trabalha e vive, não terminei de ver todas as séries que gostaria de dar uma espiada ou mesmo aquelas quais já sou fã.

house House 6ª temporada: confesso que as séries que eu mais ansiava em ver seus retornos eram House e Grey’s Anatomy, devido aos ganchos deixados nos seus finais de temporada. No entanto, o que foi apresentado em House no episódio duplo Broken, era algo inimaginável até mesmo para um fã (nático), como eu.

Foi simplesmente perfeito, podem dizer o que quiserem, que pesaram a mão no drama, que alguns coadjuvantes não tiveram espaço, que houve alguns momentos piegas, porém, no conjunto da obra tudo foi perfeito, o que os roteiristas fizeram foi algo meio a la Lost, quase reinventaram a série, no caso especificamente, o personagem principal e amágo da série. Ou alguém sentiu falta dos coadjuvantes!

Fica, agora, a expectativa para o retorno de House ao trabalho, como será que o médico irá encarar seu ofício sem o sarcasmo e cinismo que são marcas do personagem? E seu relacionamento com os demais colegas? São inúmeras questões que aumentam a expectativa quanto à temporada que se inicia. Bom para os fãs!

forgottenseries The Forgotten 1ª temporada: o onipresente Jerry Bruckheimer (produtor de franquia CSI e incontáveis shows policiais) produz mais um drama de procedimento que, claramente, parece um misto de Cold Case com Without a Trace (duas de suas séries), num enredo um pouco mais simples, mas que não deixa de parecer meio irreal. Um grupo de voluntários assume um caso depois que a polícia não consegue identificar vítimas de assassinatos, os famosos John ou Jane Doe, como os americanos costumam se referir.

O show é o básico com um elenco regular, protagonizado pelo atual Rei dos Dvds, Christian Slater, tem uma produção ok. O sucesso da série que iniciou com uma audiência satisfatória, em torno dos 9-10 milhões, é seu horário tranquilo, tem a concorrência da estreante The Good Wife e do programa de variedades de Jay Leno, que não tem feito muito barulho.

mentalistThe Mentalist 2ª temporada: que o sucesso de The Mentalist, grande surpresa da temporada passada em termos de audiência, é a presença de Simon Baker como Patrick Jane, ex-vidente picareta, na verdade um observador do comportamento das pessoas e de raciocínio rápido, em busca de vingança contra o assassino de sua família, Red John, é inegavél, inclusive, este fator rendeu ao ator uma absurda indicação do Emmy de melhor ator drama. Neste retorno, a série investe no básico, Patrick Jane cada vez mais obsessivo pelo caso de Red John, o que acaba fazendo o personagem perder o trato com os demais casos e pessoas, sendo assim o caso acaba caindo nas mãos de outro agente da AIC, fazendo Jane antagonizar com o novo agente.

No mais tudo está da mesma maneira, o restante do elenco é figuração de luxo, inclusive, por culpa do roteiro que não consegue criar identificação dos personagens com o público nem mesmo storylines interessantes para eles, e tudo fica centrado nas deduções, armações e tiradas de Jane, mesmo assim, é uma série policial muito gostosa de ver, sem compromissos.

cougar_townCougar Town 1ª temporada: sempre torci para que os atores de Friends conseguissem sucesso em seus projetos após o fim da série, no entanto, senti certa vergonha alheia por Courtney Cox na premiere de Cougar Town. Em menos de meia hora, somos apresentados a Jules (Cox), uma mulher quarentona divorciada, que precisa aprender a lhe dar com novos relacionamentos, principalmente, com homens mais novos, para mim, não sei se a intenção dos roteiristas era esta, a personagem parece um misto de Susan, de Desperate Housewives, com um mix das mulheres de Sex and The City.

No entanto, o piloto, apesar do carisma da protagonista e do bom elenco coadjuvante, é meio histriônico, tem um ritmo alucinante, atira para todos os lados, consegue algumas risadas mas, em sua totalidade, parece somente constranger a protagonista e, consequentemente, os espectadores. Torço para uma grande melhora.

Community Community 1ª temporada: sitcom que recebeu alguns elogios da imprenssa sobre um grupo de personagens diferentes que frequentam uma universidade comunitária, seria o mesmo paralelo com a escola pública brasileira, que tem fama (e, normalmente, comprovada) de ser ruim ou fraca. Para mim, a série não funcionou, não achei engraçada nem mesmo promissora, pode ser que engrene no próximo episódio, foi somente um primeira impressão, até porque temos o comediante veterano Chevy Chase, que deve ter visto alguma coisa no roteiro para embarcar na série.

cm Criminal Minds 5ª temporada: um dos poucos episódios da saga da série que achei o caso policial muito fraco e com um desenvolvimento muito aquém das possibilidades, se a intenção dos roteiristas era mostrar as consequências do ataque do Ceifador, Foyet, ao agente Hotch não era necessário criar esta trama paralela envolvendo uma ameaça e um médico e seu filho.

Assim, quando se concentrou definitivamente na storyline de Hotch e a ameaça fantasma do Ceifador, afinal eles, praticamente não tem pista alguma do assassino, que já ficou 14 anos sem matar anteriormente, criou-se  um arco instigante que pode ser utilizado durante toda a temporada.

ga Grey’s Anatomy 6ª temporada: vejo diversas pessoas questionando o retorno de Grey’s Anatomy, vou fazer voz contrária à maioria, gostei e bastante, da season premiere com episódio duplo. Me emocionei com cada personagem em seu de luto (interessante a abordagem das cinco fases do luto: negação, raiva, barganha, depressão e aceitação), gostei da abordagem com passagem de tempo, deu para trabalhar diversas storylines, mas para mim, a grande destaque foi a personagem  Dra. Miranda Bailey, que da maneira mais delicada e sensível se vê sofrendo pelos seus “pupilos”, além da sua atual situação de mãe divorciada, e resolve “querer” parar de se envolver com as questões pessoais dos demais médicos e residentes para evitar de sofrer, como se fosse assim tão simples!

A personagem de Sara Ramirez, Dra. Callie Torres, também foi premiada neste episódio, como poucas vezes dentro da série, se envolveu com a morte de O’Malley (numa cena de arrepiar), viu seu lado profissional ser questinado pelo Chefe e também teve um lado mais leve com sua amizade desinibida com Sloan. Acredito que a série disseminou diversas opções para as tramas da temporada, sendo a mais importante a fusão do Seattle com o Mercy, que vai gerar o surgimento de novos personagens, que devem segurar um pouco, se o roteiro permitir, a peteca das ausências temporárias de Meredith, Izzie e Lexie.

Para não dizer que foram tudo flores, a cena dos personagens rindo do funeral de O’Malley, por mais real que pudesse ser, ainda soa desreipeitosa e exagerada, além disso, fiquei um pouco preocupado quando o roteiro tentou dar uma despistada sobre a morte de O’Malley, o que, obviamnete,tirou um pouco do choque dramático da sequência inicial do episódio, outra cena desnecessária.


Anúncios

Balanço da Temporada 2008/09 – Estreantes

15/06/2009

Das séries estreantes desta pobre temporada, poucos sobreviveram, e mais ainda, poucos se destacaram, abaixo algumas séries que pude acompanhar e que acabaram caindo no meu agrado (não ando muito exigente). Faltaram algumas séries que ainda estou acompanhando no momento, como Dollhouse e Castle, ambas renovadas para a próxima temporada.

FRINGE: talvez a melhor série estreante da tevê aberta (junto à True Blood, da tevê fechada), claro que considerando que você goste de dramas científicos. Cercada de grande expectativa, por se tratar de mais uma série da “grife” J. J. Abrams, e tratar de uma nova série com mistéiros e toques de ficção.

Passado a estréia, Fringe sofreu da “síndrome da comparação”, principalmente, com Arquivo X, em certos aspectos com razão. Assim, a série percorreu um caminho irregular até seu meio de temporada. No entanto, após seu retorno, Fringe conseguiu construir um clima de mistério (como O Observador, o passado de Dr. Walter Bishop e a agente Olivia Dunham, Massive Dinamics, somente para citar alguns) ininterrupto envolvendo o tão citado Padrão quanto ilustrar casos isolados de maneira acertada. Ao término da temporada, num episódio empolgante, uma grande questão é introduzida na série, que deverá ser bastante trabalhada na próxima temporada: dimensões paralelas.

O canal Fox parece apostar bastante na série ao colocá-la no horário mais disputado da tevê americana, às quintas no horário das 21hs, junto à CSI, Grey’s Anatomy e Supernatural, mesmo que não me pareça uma aposta muito correta.

THE MENTALIST: série fenômeno da temporada, um mistério para críticos e público especializado explicar o sucesso tão estrondoso da série junto ao público americano. Os casos policiais nem são tudo isto, muito pelo contrário, alguns são extremamente óbvios e corriqueiros. O elenco coadjuvante é sem sal, quase todos servem somente de escada para o grande atrativo da série, Patrick Jane, numa composição incrível de Simon Baker, eterno ator coadjuvante em filmes.

Ex-vidente televisivo, Patrick Jane, é na verdade uma fraude como vidente pois o seu verdadeiro “dom” é observar o comportamento das pessoas e ajudar uma força-tarefa especial como consultor enquanto investiga um serial killer (Red John) que matou sua família. O caso de Patrick Jane serve como pano de fundo para o envolvimente de Jane junto à polícia, claramente, sua resolução não deve ocorrer tão cedo, que é um grande problema para os roteiristas, afinal por quanta temporadas um mistério como este consegue segurar a série? Que não possui outros atrativos se não o carisma e o “jeitão” do protagonista como trunfos.

ELEVENTH HOUR: aposta de rede CBS (a Globo americana) para “prender” a audiência pós-CSI nas noites de quinta-feira, a série remake homônimo de uma série inglesa (protagonizada por Patrick “Picard” Stewart), conseguiu em parte ter sucesso. Manteve uma parcela considerável da audiência para o canal vencendo seus concorrentes, no entanto, não causou nenhum tipo de reação da mídia além de críticas negativas. Os erros saltavam aos olhos, desde a escalação equivocada de Marley Shelton como a durona agente Rachel Young, servindo de guarda-costa para o cientista Dr. Jacob Hood (interpretação ok de Rufus Sewell).

A série não soube construir um arco para os personagens como, por exemplo, porque os mesmos trabalham juntos?, os roteiristas apostaram na fórmula “caso da semana”, sempre envolvendo temas científicos, faltou um pano de fundo (mesmo que fosse frágil como o de The Mentalist), que tornasse os acontecimentos mais interessantes ao telespectador. Série fraca, elenco mediano, audiência ok,  sem grandes atrativos, resultado: cancelamento!

LIE TO ME: outra série que me agradou bastante, principalmente, por conseguir embasar aqueles conceitos de comportamento humano que em The Mentalist parecem somente adivinhados pelo personagem Patrick Jane. (que serviu de comparação durante meses à Lie to Me) Aqui, este tema virou assunto cientifíco, para ser estudado, sempre exemplificado as feições/reações/tiques com perosngens reais (recurso que traz a série para a nossa realidade). O único equívoco da série foi tentar ter dois casos isolados a cada episódio, sendo sempre estudados pela equipe principal do Dr. Cal Lightman (belo trabalho de Tim Roth, que andava embaixa no cinema), isto diluía a dramaticidade e surpresas do roteiro, além disso, à modo de comparação, os episódios com somente um caso são os melhores da temporada disparados.

Em contrapartida, a diversidade dos casos que a empresa de consultoria do Dr. Cal Lightman trabalha é um grande acerto, temos desde a proteção num casamento coreano, um incendiário a à ataques terrosristas nos EUA, excelente episódio season finale. Os personagens, mesmo em somente 13 episódios, tiveram todos seu momento na série, com storylines particulares, principalment, Cal Lightman com a descoberta de uma personagem com talento natural para “detectar” mentiras, sua filha e sua ex-esposa e sua sócia (a bela Kelli Williams) envolvida com o marido não “tão” honesto como aparenta. Vale uma espiada para quem não conhece.

SOUTHLAND: substituindo E.R. na grade do canal NBC, a série usa do artifício falso documentário para resgistrar o dia-a-dia da polícia de Los Angeles, envolvida nos mais banais e perigosos casos, quase uma crônica. Você pode perguntar tá e daí é somente isto? Posso argumentar que este é na verdade, o grande trunfo da série “ser real” e o estilo câmera na mão da filmagem somente aumenta esta sensação.

Além disso, a série aidna conta com um elenco bastante eclético, a princípio, assumindo tipos típicos de uma delegacia dividida entre policias de viaturas e detetives de homicídios, no entanto, cada um a seu tempo vai mostrando aspectos sua história e seus problemas rotineiros. Destaque para Regina King (com passagens em 24 Horas, como irmão dos Palmers, e no filme Miss Simpatia 2, como parceira de Sandra Bullock), em meio a um elenco quase totalmente masculino, como a detetive Lydia, envolvida com a doença da mãe. A série foi renovada mas irá trocar de horário na grade do canal, passará para às sextas, dia de baixa audiência na tevê, junto à eterna Lei & Ordem, vamos ver no que vai dar.

Baú em Séries da Semana

12/01/2009

Como vocês sabem sou um fã(natico) por séries por inúmeros motivos (narrativas, tramas e personagens), então ao lado, podem observar, criei um modo de organizar as séries/episódios que assisto e, em função disso, pretendo lançar alguns comentários semanais conforme acompanho as exibições (americanas, em sua maioria) das minhas séries prediletas.

dh Desperate Housewives s05e11 Home is The Place retorno do intervalo do fim de ano, a série volta com algumas situações cômicas (Bree conhecendo a sogra de seu filho e Susan saindo com o vizinho gay, banal) e outras dramáticas (Eddie se separa de Dave, Lynette ainda não sabe para onde Porter fugiu, nada demais além de uma cena dramática de Lynette) mas, quem continua roubando as cenas nesta temporada é Gaby, a temporada tem sido de Eva Langoria Parker;

ga Grey’s Anatomy s05e11 Wish you Were Here retorno dos episódios inéditos nesta temporada, com a entrada de Eric Stoltz como um presidiário no corredor da morte que terá participação em um arco de episódios, o clima parece estranho no Seatlle Grace, ainda não há pistas sobre os desdobramentos de Izzie com Denny Duquette, que eu prefiria já ter terminado, Cristina e Meredith ainda brigadas, O’Malley sem nada para fazer e Sloan e Torres evitando a tentação das internas. Uma curiosidade: vão dizer que não parece que o Chefe em seu momento reflexão sem saber o que fazer com os problemas do Hospital não parece uma metáfora para a criadora Shonda Rhimes com tantos problemas na série devido à saídas repentinas e tramas desinteressantes;

mentalist The Mentalist s01e11 Red John’s Friend também retornando com episódios inéditos, os roteiristas parecem ter acertado no planejamento da série, a medida que a temporada avançou, algumas histórias começaram a revelar o passado de Patrick Jane (ainda único personagem interessante) e a trama do serial killer parece tomar um rumo diferente, melhor ficaram os episódios. A série vem num arco ascendente há 3-4 episódios;

dmgs2Damages s02e01 I Lied, Too valeu a pena a espera de mais de uma ano por Damages, a série começa a arquitetar uma temporada empolgante com muitas tramas interessante. Num episódio marcado pela brilhantismo de Rose Byrne (sempre questionada frente ao talento e personagem arrebatador de Glenn  Close), marcada pelo sentimento de vingança, enquanto Patty parece ser assombrada pela culpa, mas vai saber a verdade. Sinceramente, gostei da série ainda trabalhar com os flashforwards, assim como ocorreu na primeira temporada. Não é um episódio perfeito mas, introdutório e empolgante com certeza;

nts5 Nip/Tuck s05e15 Ronnie Chase também fora do ar há quase um ano, a série voltou explorando as consequências do ataque de Colleen à Sean passados 4 meses do ataque (que acarretou a morte de Collenn),  Sean como consequencia está preso numa cadeira de rodas dando aulas  numa faculdade também e Christian descobre ter câncer de mama. Parece que neste reinício de temporada os personagens principais terão que enfrentar sentimentos (como perda e inseguranças) ainda não explorados pela trama, senti falta de conclusão para alguns personagens que parecem que não irão retornar. Destaque: a excelente trilha sonora.

lietomeLie to Me s01e01 piloto – episódio que vazou na internet duas semanas antes da estréia oficial (21/01) no canal Fox, inclusive uma grande aposta do canal já que será exibido após o sucesso American Idol. Ainda não dá pra saber a linha ” de procedimento semanal” da série, se conseguirá fugir da sombra do atual sucesso The Mentalist, no entanto, já pode-se dizer, o elenco é melhor (Kelli Williams, de O Desafio, está linda) e a trama parece buscar uma ciência (psicologia) nesta “arte de análise comportamental”, o que acaba diferenciando-a de The Mentalist e dos demais séries de procedimentos, as expectativas aumentaram;


Os Poucos Sobreviventes da Temporada 2008

10/11/2008

Passados mais dois meses do início do fall season das séries americanas, acredito que ninguém imaginaria que a situação da audiência das séries seria tão delicada. Claro que muitos preveram que isso ocorreria devido à greve dos roteiristas na temporada passada, que acabou dando sobrevida à diversas séries que já não dispunham de muita audiência.

No entanto, o que está se observando é uma tendência de queda generalizada. Poucos shows/séries retornaram ou estreiaram nesta temporada com os mesmos números do ano passado, mesmo os campeões de audiência como CSI (ainda na casa dos 19 milhões), Desperate Housewives (com a concorrência do esporte caiu para 16 milhões), Dancing with the Stars (varia de 16 à 19 milhões) e Grey’s Anatomy (por volta dos 15 milhões) estão com audiências, digamos, equilibradas. Na contramão desta tendência, cito três séries, uma delas estreante, que iniciaram esta temporada 2008 de bem com o público e com audiência crescente, são elas:

NCIS

De spin off da antiga série, exibida por aqui pelo falecido canal USA, Jag – Ases Invencíveis, NCIS se tornou o grande destaque em termos de audiência desta temporada. Retornando para seu sexto ano, a série pouco conhecida por aqui é exibida pelo canal AXN às sextas-feiras.

ncis

Sinceramente, não consigo explicar o fenomenal sucesso da série, NCIS é mais um drama criminal do canal CBS, voltado para investigações criminais no mundo militar americano. A série, mesmo enfrentando forte concorrência, como a ótima House, tem conseguido audiências superiores a 17 milhões, ficando somente atrás de CSI e Dancing with the Stars na audiencia geral das séries.

The Mentalist

Única estreante a estourar em audiência nesta temporada, The Mentalist. Claro que com o trabalho um pouco facilitado, pois recebe de bandeja a expressiva audiência de NCIS, pois é exibido em seguida desta última. Mas como tenho comentado há diversas semanas, as séries estreantes não tem conseguido agradar nem ao público e, muito menos, a crítica nesta temporada. A série começou a ser exibida agora em novembro pelo canal Warner.

mentalist

Sendo um mero Psych mais sério e tenso, the Mentalist pode parecer, inicialmente, mais uma série investigativa, no entanto, assim como ocorre em House (dada as devidas proporções), ganha o espectador pelo instigante protagonista, muito bem defendido pelo subestimado Simon Baker (sempre coadjuvante nos cinemas). Vale uma conferida, uma pena ainda não terem trabalhado melhor o passado do protagonista, ainda está muito “caso da semana” para mim.

Bones

Este sucesso já um pouco tardio de Bones, mais um drama investigativo, em sua quarta temporada, é um reflexo da baixa concorrência da série da Fox às quartas-feiras no seu horário. Bones tem enfrentado um novo horario de sitcoms da CBS (a bacana, mas em novo horário, The New Adventures of Old Christine e a estreante Gary Unmarried), a requentada Knight Rider (SuperMáquina) e a inexpressiva, mas ótima, Pushing Daisies). Assim acabou ficando fácíl para Bones abocanhar uma audiência maior do que possuía na temporada passada, nada muito expressivo, mas em tempos de queda geral de audiência, elevar seus índices é sempre vitória muito comemorada. Uma pena o canal Fox brasileiro demorar tanto em estrear esta temporada, sendo que recentemente terminou de exibir a 3ª temporada.

bones

Claro que Bones não é nenhuma novidade em termos de roteiro e personagens, no entanto, acho muito divertido a dupla de protagonistas (Booth e Brennan, ou melhor, Bones), sua química é impecável, cheio de ironia e sarcasmo, além é claro, do sex appeal entre os personagens. Para melhorar, a entrada do jovem psicólogo acrescentou bastante humor na dinâmica entre os personagens.