Awake – 1ª temporada (FINALIZADA)

A série da NBC foi criada por Kyle Killen (Lone Star), com produção da 20th Century Fox em parceria com a Chernin Entertainment. Trata-se de uma história de ficção científica que narra a vida de um personagem vivendo entre dois mundos.

Originalmente chamada de “REM“, a produção mudou o título para “Awake”. Na história, o detetive Mark Britten (Jason Isaacs, de “Brotherhood”) sofre um acidente. Ao acordar, descobre que está vivendo em duas realidades diferentes ao mesmo tempo. Em uma delas, o acidente matou seu filho, Rex (Dylan Minnette, de “Lost” e “Men of a Certain Age”). Na outra, sua esposa Hannah (Laura Allen, de Terriers” e “The 4400″).

Britten também tem parceiros diferentes em cada realidade. Em uma delas, ele trabalha com o Detetive Richard Vega (Wilmer Valderrama, de “That ’70s Show”), um jovem com pouca experiência mas muito sociável. Na outra, ele trabalha com Isaiah “Bird” Freeman (Steve Harris, de “O Desafio” e “Friday Night Lights”), um detetive da polícia veterano, homem cínico e irônico, que existe na realidade na qual Hannah ainda está viva.

No elenco também estão: BD Wong (Oz e Law & Order: SVU), que será o Dr. Lee,  terapeuta de Britten na realidade na qual o policial teria sido responsável pelo acidente que matou seu filho; Cherry Jones (24 Horas), como a Dra. Stephanie Evans, terapeuta de Britten na realidade em que sua esposa morreu; e  Michaela McManus (Law & Order: SVU e One Tree Hill), como Tara, a amiga, confidente e  professora de tênis de Rex, na realidade em que a esposa de Britten teria morrido no acidente. Fonte: blog de Fernanda Furquim.

s01e1 Pilot – um bom piloto, tanto pela escalação do elenco quanto pela parte técnica, a divisão das realidades pela fotografia facilita a identificação das realidades sem precisar mencioná-las em caracteres (né, Alcatraz?), porém exibida no canal NBC, que está em baixa ultimamente, não consigo prever um futuro bacana para a série, principalmente pela temática complexa observada, mas pretendo acompanhá-la até quando possível. Gostei muito de rever Cherry Jones e B.D. Wong como psicólogos do personagem.

s01e02 The Little Guy – o detetive Michael Britten continua a lidar com suas versões paralelas da realidade. Em um mundo, está procurando maneiras de se reconectar com seu filho, Rex, oferecendo-lhe alguma rotina, enquanto lida com a morte de sua mãe. No outro, Britten precisa entender as emoções de sua esposa com o luto. Enquanto isso, uma testemunha do assassinato de um morador de rua diz a Britten e seu parceiro novato, Vega, que um “pequeno rapaz” foi visto na cena do crime. Essa idéia passa para o Britten no caso que está trabalhando em sua outra realidade. Enquanto isso, a capitã de Britten, participação de Laura Innes, mostra a preocupação crescente sobre seu comportamento. Mais tarde, os acontecimentos que envolveram o acidente fatal que mudou a vida de Britten entram em questão e Dr. Lee e Dr. Evans continuam a apresentar suas teorias duelo na condição de Britton. Ainda, acredito que a série mesmo interessante e bem realizada não consegue engrenar uma longa jornada, no entanto, não gostei da idéia de uma conspiração envolvendo o acidente do Britten, muito mais quando se trata de seus superiores envolvidos, mesmo assim, interessante observar que esta storyline se passou na realidade com a esposa viva.

s01e03 Guilty – Rex é sequestrado por um fugitivo que Michael prendeu há 10 anos, Cooper, que se diz inocente; uma investigação na outra realidade de Michael fica no caminho de um evento em homenagem ao seu filho falecido. Ainda tenho ressalvas sobre uma continuidade da série, no entanto, acho que os roteiristas estão conseguindo desenvolvê-la de maneira mais do que satisfatória, aqui temos pela primeira vez somente um caso sendo desenvolvido e que se relaciona diretamente com Britten, as intervenções dos psicólogos ainda tem relevância, para mim, uma agradável surpresa!

s01e04 Kate is Enough – mesmo apresentando até aqui seus pior caso policial, ou o mais desinteressante, em ambos universos, a maneira como os psicólogos questionam e interagem com Britten ainda segura muito a série. Neste momento, o universo com Rex vivo ainda é o mais interessante, com mais conflitos e dramas, acho o universo de Hannah ainda muito superficial. A estratégia de trabalhar uma mesma personagem nos dois universos e os questionamentos dos psicólogos sobre a presença da personagem nos universos vistos por Britten foi muito bacana!

s01e05 Oregon – mesmo não sendo muito competente em seus roteiros, principalmente, no casos policiais, irei sentir falta da temática psicológica de Awake, calma a série nao foi cancelada, porém é iminente! No episódio, um dos mais regulares, tivemos no lado “amarelo” o questionamento sobre a distância entre Britten e Hanna, e como uma mudança de estado vai afetar a dinâmica dos universos do personagem, já no mundo “verde”, Britten se vê as voltas com um serial killer, Gemini, que ressurge, primeiro como suspeita de copycat, e ele tem ajuda de uma agente do FBI que acaba por questionar os “instintos” de Britten, em suas consultas com o outro universo, sendo que acaba se tornando até mesmo um suspeito no caso. Excelente adição do serial killer, parece um ótimo personagem para fazer contraponto à Britten, muito mais que descobriu sobre suas sessões de terapia.

s01e06 That’s not My Penguin – só de ver a sequência inicial do diagnóstico de um esquizofrênico explicado por dr. Lee com imagens de passagens de Britten, já valeram o episódio todo. Michael se envolve em um caso de um paciente esquizofrênico que ameaça explodir o prédio da instituição caso não veja sua irmã supostamente morta. Enquanto isso, na outra realidade, Michael conhece a nova namorada de Rex, cujo conhecimento Michael desconhecia.

s01e07 Ricky’s Tacos –

s01e08 Nightswimming – se for para construir casos assim, sem menor envolvimento com a trama central (notaram como não apareceram nehum dos terapeutas?), a série deve mesmo ser cancelada. Nela, Britten ajuda um contador de um grupo mafioso a entrar no Programa de Proteção de Testemunha, na versão solar (esposa), Britten precisa aceitar se desvincilhar de objetos afetuosos na mudança que se aproxima.

s01e09 Game Day – o episódio foca num dia do Grande Jogo, logo os casos policiais de conectam a este evento, no mundo da Esposa, Britten investiga um incêndio criminoso de um apostador que mata uma jovem, já no mundo do Filho, Britten investiga a morte de um violento torcedor, além disso, chegou a hora da mudança no mundo da Esposa e no mundo do Filho, este está com problemas amorosas. Achei muito interessante o gancho final!

s01e10 Slackwater – o episódio repercute na versão da esposa, a gravidez da namorada de Rex, que pela pressão familiar dará o bebe para a adoção, além disso, vemos que a Capitã conta com a saída de Britten para avisar seu misterioso amigo, que está envolvido com carregamento de heroína, onde isso está envolvido com o acidente de Britten? Pior é imaginar que a série cancelada não deve revelar este mistério! Já no universo de Rex, Britten investiga a morte de um traficante e de uma senhora moradores num mesmo prédio. Bom episódio!

s01e11 Say Hello to My Little Friend – não fosse a previsibilidade das situações, como o uso de um “fantasminha” e a resolução da situação, achei o plot do episódio sensacional, de verdade, esta trama de numa situação atípica no universo do filho, Britten não conseguir voltar para lá estando no universo da esposa, rendeu um episódio muito bacana, gostei principalmente da interpretação de Jason Isaacs, uma pena a série ser americana, neste momento, penso que se a série fosse inglesa ou mesmo da têve a cabo, este storyline poderia render como um plot tão insólito quanto “Life on Mars” (versão inglesa, obviamente!).

s01e12 Two Birds – não sei como funcionou o cronograma da série, que desde o início da exibição já mostrava sinais de desgaste em audiência, logo espero que os roteiristas/produtores tenham a sensibilidade de fechar o arco de maneira competente com o término da série, que sendo bem sincero só funcionaria em terras inglesas! Neste penúltimo episódio vemos Britten nos dois universos buscar respostas através da ajuda ou não de seu parceiro Bird, para chegar no detetive que tentou lhe matar e descobrir os motivos (aquela conversa sobre a venda da heroína dos Westfield). Episódio ok, tenso e com ganchos em ambos universos para a series finale, no entanto, não gostei da maneira como o roteiro trabalhou a personagens de Laura Innes, chefe de Britten, nem vilã, nem amiga, parece somente uma personagem corruptível, sem sentido! E por outro lado, adorei os primeiro cinco minutos de explicações psicológicas sobre as experiências que Britten viveu no episódio anterior (revelando a identidade do assassino) por parte dos psicólogos, sem a menor sombra de dúvidas, eles poderiam fazer um spin off  com estes personagens!

s01e13 Turtles All the Way Down Series Finale – primeiro parabéns aos roteiristas e o criador da série pelo ótimo episódio final, fecharam de alguma maneira (aberta à diversas interpretações) a série, acho isto um baita respeito com o espectador. Segundo, que episódio bacana, toda a rápida resolução no universo do filho foi para abrir espaço para o desenvolvimento no lado da esposa, muito intenso, Jason Isaacs muito bem, aí quando tudo praticamente se abre aos nossos olhos, temos a sequência final aberta a algumas interpretações, no entanto, com um desfecho para o caso envolvendo Britten e sua esposa. Valeu acompanhar a série, uma das primeiras vezes que eu lembre não ter ficado com cara de idiota na frente de um cancelamento, isto prova que a equipe de um série pode e deve se organizar frente à adversidades da produção, como um inevitável cancelamento!

STATUS: CANCELADA.

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