The Body Farm – 1ª temporada (FINALIZADA)

The Body Farm faz referência ao nome de uma instituição fictícia particular, que reúne os especialistas mais renomados do mundo para investigar casos complicados. Localizada em uma fazenda, que recebe doações de corpos, eles conduzem pesquisas que podem auxiliar os departamentos de polícia de todo o mundo na solução de crimes. O objetivo é identificar as diferentes formas que um assassinato pode ser cometido e camuflado.
A equipe de cientistas é liderada por Eve Lockhart (Tara Fitzgerald), personagem vista em “Despertando os Demônios” a partir da sexta temporada. Os demais membros são: Rosa (Wunmi Mosaku, de “Vera”), uma especialista em botânica, ansiosa por colocar em prática suas teorias; Mike (Mark Bazeley, de “The Time of Your Life”), hematólogo, que já teve um envolvimento romântico com Eve no passado; e Oggy (Finlay Robertson, de “How Not To Live Your Life), PhD em medicina forense e obcecado por computadores. Envolvido com seu trabalho, Oggy se afastou do mundo real, do qual sente um certo temor. No elenco também está Keith Allen, de “Robin Hood”, como o detetive Hale, que costuma pedir à equipe de cientistas ajuda para solucionar os crimes que investiga.
Criada por Declan Croghan, a primeira temporada terá seis episódios, com produção da Projector Productions, empresa do ator Trevor Eve, que interpretou o policial Peter Boyd na série original. [Fonte: Fernanda Furquim].
s01e01 Episódio 1 – coisa trite a gente não conseguir se afastar de um “procedural” investigativo, mas cada vez mais tenho a preciado “o modo inglês” de fazer séries policias, normalmente, tão competentes quanto os americanos. Aqui, fica sempre a referência de uma episódio de Bones que mostrava uma “fazenda de corpos” para estudo. Os personagens foram bem apresentados e o episódios mesmo mais longo, quase 1 hora ao invês do costumeiro 40 minutos americano, segura bem o ritmo e os procedimentos utilziados são bastante verossímeis. O caso envolveu dois corpos explodidos dentro de uma prédio utilizados para raves, e esta morte está ligada a uma jovem encontrada com morte cerebral semanas antes;
s01e02 Episódio 2 – a equipe vai investigar o surgimento de uma mão numa area remota, logo, descobrem se tratar de um jovem usuário de drogas e, possivelmente, michê, encontrado dentro de uma propriedade de um excêntrico rico. O legal deste episódio, além da óbvia abordagem de garotos gays e drogados, foi ilustrar como a sociedade se comporta/usa estes jovens!
s01e03 Episódio 3 –
s01e04 Episódio 4 – a equipe é chamada quando uma presa de um presídio “porta aberta”, onde elas podem sair para trabalhar, é encontrada morta com um corte na carótida, no entanto, seu aspecto é de inchaço não condizente com o tipo de morte. Ao começarem a investigar descobrem se tratar de uma morte em virtude de cólera, no entanto, a bactéria da mesma está erradicada na Inglaterra, e uma presa, namorada da vítima, desaparece em meio uma revolta no presídio. Acho que por vezes a série pesa a mão no drama dos personagens do “caso da semana”, deixando um pouco de lado o aspecto procedural da série, gostei do envolvimento de Oggy com uma das personagens, na verdade não um envolvimento mas sim uma identificação!
s01e05 Episodio 5 – mesmo apostando novamente num caso que comeca de um jeito e termina de outro, desta vez achei que o roteiro do episodio ficou muito melhor equilibrado entre as investigacoes e o lado dramatico mesmo do caso, que envolvia a morte de um senhor queimado, nao se sabia se vivo ou post morten; sem duvida um dos melhores ateh aqui, o personagem principal foi bem trabalhado e ainda levantaram a questao da imigracao!
s01e06 Episódio 6 Season Finale – o corpo de um mecânico é encontrado com marcas de luta dentro da mecânica, ao investigar o crime, a equipe se vê envolvida numa comunidade fechada, tipo de ciganos, que têm regras próprias. No entanto, ao analisar o corpo da vítima e os vestígios notam que um outro crime pode ter ocorrido com uma jovem. Série muito bacana, conseguiu equilibrar os casos forenses com drama relevantes dos personagens envolvidos, uma pena não ter conseguido dimensionar ou criar conflitos com os personagens regulares, claro que Oggy é meu favorito!
STATUS: INDEFINIDO

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