The Killing – 2ª temporada (FINALIZADA)

s02e01/02 Reflections/My Lucky Day – retomando esta que teria tudo para ser “a” melhor série do ano passado, pelo elenco e qualidades técnicas, mas que no entanto se perdeu numa irregularidade nos roteiros, isto que não estou reclamando do ritmo pausado dos eventos, mas sim da qualidade das storylines propostas, principalmente aquela que subitamente apontou para Richmond. A premiere retoma exatamente no mesmo ponto do término da temporada passada, a descoberta de Sarah sobre a falsificação da foto que colocava Richmond no local onde estava Sarah e o atentado contra Richmond, logo vemos que Sarah resolve retornar e investigar por conta própria, desconfiando em determinado ponto, até mesmo de seu chefe, fora Holder; este levou uma volta do seu mentor (que ainda o esculhambou em determinado momento) trazendo à tona que o assassinato de Rosie Larsen é uma conspiração. Richmond ficou paraplégico e descobrimos seu verdadeiro alibi para a noite do assassinato (bastante triste, diga-se de passagem); já os Larsen ainda tentam encontrar uma rotina, no entanto, a ausência de Mitch acaba deixando Stan cada vez mais perdido, além de vermos que o assassino está a solta ao deixar a mochila de Rosie na porta da casa dos Larsen. Esta premiere basicamente reiniciou a série, de maneira positiva, me surpreendendo, vamos ver como os roteiros se comportam e se o desenvolvimento dos personagens ainda será o foco da série.

s02e03 Numb – voltamos ao ritmo cadenciado da série, após as descobertas, ainda me quetiono até que ponto a storyline envolvendo os Larsen ser a melhor coisa da série, este desenvolvimento do trauma + recomeçar é palpável, vimos Mitch vagando pelas estradas, com direito a um affair e uma visão de uma menina que lembra Rosie; já Richmond precisa lhe dar com seu estado, aparentemente, não muito bem; Sarah retoma o ritmo das investigações e, logo, vemos um incêncio acabar com algumas evidências, mesmo assim, temos uma tatuagem entrando na trama e Holder após andar no limiar do vício, tem a ajuda de Sarah para retornar ao caso.

s02e04 Ogi Num – mesmo mantendo suas principais características, ao retratar com extrema fidelidade as pessoas envolvidas na morte da jovem Rosie, principalmente, no que sobrou dos familiares da jovem ( para mim, a melhor storyline da série, mais precisa e harmônica), num ritmo diferenciado na televisão (estamos apenas 17 dias das investigações), o rumo que Sarah e Holder (voltando a trabalhar juntos) dão a ainvestigação me surpreendeu positivamente ao retirar de uma conspiração política as causas do assassinato, agora sob o foco de uma trama de vingança seja de uma pessoa do passado de Stan Larsen ou mesmo de sua antiga máfia!

s02e05 Ghosts of the Past – se a temporada conseguir ir desenvolvendo cada nova pista de maneira a elucidá-la em seguida, até acho que a série possa voltar a sua excelência, pois no mundo real pistas falsas e becos sem saída são normais! Digo isto porque neste episódio tivemos a resolução envolvendo o jovem Giff, que teve o pai morto por Stan, e na verdade, se tornara amigo de Rosie; assim descobrimos que a jovem possuía outros segredos, principalmente, referentes a sua família, logo, acredito que sus morte volta a estar envolvida com algo familiar, nada de conspiração política ou mafiosa, suspeitas minhas!

s02e06 Openings – Richmond resolve voltar a briga na campanha política, já Sarah não consegue ir muito além com o segredo descoberto sobre a paternidade de Rosie; já Mitch em seu mundinho hoteleiro, resolve dar abrigo a menina que rondava o hotel e tem momentos bastante dramáticos. Como venho observando, mesmo com todo o mosaico sendo mantido policia-familia-politica, a chave para o assassinato de Rosie deve envolver algo familiar.

s02e07 Keylela – o foco da investigação dos detetives volta a ser o cassino, entrando com tudo na trama aquela misteriosa mulher morena; Sarah tem problemas com a Justiça em função da guarda do filho; a assessora de Richmond, Gwen, retorna para a campanha e consigo traz uma idéia de aproximar Stan Larsen de Richmond limpando, assim, a imagem do vereador; enquanto isto, descobrimos que Terry tem alguns segredos. Mesmo com a entrada definitiva do pessoal do Cassino, inclusive com uso de violência e ameaças aos detetives, acredito que eles apenas estejam fazendo uma cortina de fumaça por conhecerem os eventos da morte de Rosie, mas não realmente eles os responsáveis.

s02e08 Off the Reservation – ando meio decepcionado com o ritmo da série, esta dinâmica cada episódio um dia de investigação, não tem funcionado da melhor maneira comigo, isto que sou super fã da proposta de criar uma caso policial e desenvolvê-lo de maneira morosa sem resoluçoes mágicas. Aqui fiquei com uma pena de Linden, sendo esculachada pelo novo Chefe, isto que a vida de Holder estava em risco, como não desconfiar da ligação pessoal da Reserva com o atual prefeito!

s02e09 Sayonara Hiawatha – chegando aos “finalmentes” do caso de Rosie, o que infelizmente se tornou arrastado em demasia, confesso que o grande momento para mim é o luto e as consequências da morte de Rosie na família Larsen, me arrepiei com Stan e seus dois filhos na saída da escola. Já a investigação segue rumo ao cassino como todos desconfiavam, menos a polícia local e aquele Chefe que não sei da onde saiu! Como a personagem de Sarah é triste, né?

s02e10 72 Hours – episódio que chega com certo atraso dentro da temporada, a alguns episódios The Killing já pedia uma viagem ao passado de Sarah e seus problemas anteriores à investigação de Rosie, agora num momento pouco plausível, após a cena final, a personagem acorda numa ala psiquiátrica (numa sequência bacana) e somente irá ser liberada após 72 horas por tentativa de suicídio (qual tentativa?de que modo?). Mas tudo bem, mais um episódio que Mireille Enos arrasa, achou seu episódio para indicação ao Emmy, e como escrevi no episódio anterior “que personagem triste”, cheia de culpas! Além disso, vemos que Holder praticamente, se não houver nenhuma reviravolta, resolveu o caso!

s02e11 Bulldog – quando parece que a trama ia engatar uma resolução para o término do caso Rosie, o roteiro ainda prega uma peça ao descobrirmos que o cartão chave (excelente sacada de Sarah em não entregar a Polícia), não está ligado ao Prefeito, mas sim a alguém do gabinete do vereador Richmond. Esse obrigado a revelar sua tentativa de suícidio perante pressão política. Além disso, vemos o mafioso pressionar Stan para este voltar a matar (subtrama desnecessária a esta altura do campeonato) e, finalmente, o retorno de Mitch.

s02e12 Donnie or Marie –

s02e13 What I Know Season Finale – mesmo que no final das contas a temporada tenha sido irregular com excelentes momentos (principalmente com o personagem Stan) e momentos perdidos (aquela viagem nada a ver com Mitch, uma personagem tão rica na 1ª temporada), tivemos um desfecho muito interessante, conseguindo criar um misto de questões políticas (desde o princípio sempre ficou subtendido que o poder público estava envolvido de alguma maneira com a morte da jovem) e com as questões levantadas nesta 2ª temporada, a personagem de Terry desde episódios atrás parecia esconder algo naquela sua vida alternativa (digo isto pois seus familiares não sabiam). Não curti aquele novo chefe, achei meio desnecessário a troca, as questões políticas ficaram bem definidas e claro, era meio impossivel não ser Jamie o agressor na floresta, ao inves de Gwen. Claro que aquele discurso/confissão do personagem para Richmond eu dispensava, até porque confesso que o mais legal do episódio foi a introdução onde revimos Rosie antes dos acontecimentos, acho que o episódio poderia ter continuado dali, sem grandes perdas.

STATUS: INDEFINIDO.

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