Séries 2012/13 – Fall Season (ago – maio)

E mais uma temporada se inicia para os série maníacos, minha idéia é ainda manter as séries que acompanho religiosamente em páginas individuais, tentando manter a coerência da temporada, assim espero eu! No mais, neste espaço vou colocando as séries novatas que vou testando/vendo enquanto não as promovo as minhas séries regulares.

Não estou levando muita fé nesta temporada, um misto de inúmeras ideías fáceis, plot copiados/similares e mais do mesmo, porém, sempre há surpresas e séries descompromissadas boas de se assistir. Boas séries e ótimos episódios para todos!

666 PARK AVENUE (canal ABC): No endereço sinistro de 666 Park Avenue, qualquer coisa que você deseja pode ser sua. Todos tem necessidades, desejos e ambições. Para os moradores de The Drake,serão todos cumpridos, cortesia do misterioso proprietário do edifício, Gavin Doran. Mas cada contrato “Faustian” vem com um preço. Quando Jane Van Veen e Henry Martin, um casal jovem e idealista do Centro-Oeste, é oferecida a oportunidade de administrar o prédio histórico, eles não são só vítimas de maquinações de Doran e sua mulher misteriosa, Olivia, mas sem querer começar a experimentar o sombrio , forças sobrenaturais no interior do edifício que aprisionam e pôr em perigo a vida dos moradores dentro. Sexy, sedutora e convidativa, The Drake mantém um porão escuro de todos os seus moradores, os tentando através de suas ambições e desejos, neste drama assustador novo que é o lar de uma luta épica do bem contra o mal.

s01e01 Pilot – tinha bastante curiosidade nesta adaptação, mesmo que o piloto tenha sido somente introdutório, transbordando clichês de qualquer argumento sobre o charme do demônio ou algo parecido, sinto que possa haver um plot interessante a ser desenvolvido, principalmente, porque o foco é feminino, afinal que trabalhará no Drake é Jane, diferenciando no foco sempre masculina do jogo de sedução. Não gostei da sequência inicial e nem mesmo no vizinho que já estava “cumprindo o trato” com Doran, mas vou dar uma segunda conferida!

s01e02 Murmurations – apesar de ter sido um episódio superior ao piloto, principalmente, por desenvolver melhor os personagens, ainda tenho uma dificuldade em compreender o universo do The Drake e o papel de Gavin no contexto, ele é o Diabo ou o Edifício tem uma vontade própria; nesse universo não entendo como aquela garota com poderes mediúnicos sobrevive lá dentro, claro que isso pode ser algo misterioso dentro da trama, mas os roteiristas precisam ter cuidado nos limites da manipulação para tudo não soar artificial demais. Incrível as cenas com os pássaros, dei um pulo assistindo. Ainda conferindo…

s01e03 The Dead Don’t Say Dead – infelizmente estou parando com a série, além da grande oferta nesta época, certas coisas do roteiro começaram a me incomodar, como o caso de Gavin da semana, a cada semana ele se propõe a ajudar alguém, como a escritora de obituários nesse, e depois não vemos um “pacto” entre eles, como no 1º episódio, então não entendo a dinâmica dessa história! Outra coisa são as aparições para Jane, não brinca que aparece uma criança, mais clichê impossível e em nada acrescenta ao bom suspense que podia-se tirar disso. Vou aguardar a estréia de American Horror Story que, pelo menos, tem um clima mais assustador, aqui já tá muito novelinha!

ANIMAL PRACTICE (canal NBC): Criada por Brian Gatewood e Alessandro Tanaka, Animal Practice é uma comédia que conta as aventuras do Dr. George Coleman (Justin Kirk, de Weeds), um veterinário que adora animais, mas que simplesmente não suporta os seus donos.
O elenco conta ainda com Tyler Labine (Mad Love), como o colega de trabalho e amigo de George, Amy Huberman (Threesome), como a diretora da clínica e ex-namorada do veterinário rabugento, e Bobby Lee (MADtv), um veterinário viciado em jogos e festas.

s01e01 Pilot: o canal NBC, famoso por suas comédias, teve uma estrátegia diferente nesta temporada, colocou algumas séries como Premieres após os Jogos Olímpicos, onde nos Eua tem uma audiência impressionante. O resultado foi interessante para as estreantes Go On e Animal Practice, e falando da segunda, acho que nem com muita divulgação a série se salva, nada funciona em cena que não seja o macaquinho (o mesmo de Community). Elenco, principalmente o protagonista, não funcionam em cena é um “mis en cene” sem nenhum humor e graça. Estranho que o plot da série eu achava ridículo (dr. George, um veterinário que adora animais, mas que simplesmente não suporta os seus donos, um House de animais!), porém este foi o menor dos problemas do piloto. Essa série eu já termino por aqui!

s01e02 Little Miss Can’t Be Wrong – acabei dando uma nova chance à sitcom, porém já me arrependi, nossa que argumento e série sem graça, personagens estúpidos e plots fracos, ainda que admito que o protagonista, aqui deixado de lado, me parece o melhor acerto, o restante do elenco parece de peça infantil.

BEN AND KATE (canal Fox): O que acontece quando um exuberante e sonhador irresponsável que sempre diz “sim” volta a morar com a sua super responsável irmã mais nova para ajudá-la a criar a filha de cinco anos? Ben and Kate é uma sitcom que acompanha esse casal estranho de irmãos enquanto eles são jogados para fora de suas zonas de conforto para a vida real. Kate Fox seguia todas as regras da vida… até engravidar e ser obrigada a largar a faculdade perto de se formar. Após o nascimento da filha, Maddie, Kate precisa dar uma pausa em seus vinte anos. Ela agora trabalha gerenciando um bar e está preparada para todas as possíveis catástrofes, menos a chegada do irmão mais velho, Ben Fox, um velho fã de encrencas cuja energia faz com que qualquer um queira segui-lo em todas as suas ideias ruins. Ele estragou completamente a própria vida, mas se sente bem com isso. Enquanto a Kate está planejando e preparando cada detalhe, Ben está sendo espontâneo e sempre pensando “de fora da caixa”. Quando Ben decide dormir por alguns dias no sofá de Kate, percebe que a irmã precisa de ajuda e decide levar um pouco do caos àquele mundo estável. Para ajudar Ben, aparece Tommy, que venera o amigo como um heroi e tem uma queda pela Kate. BJ é a amiga britânica de Kate que trabalha no bar e adora dar conselhos questionáveis e nem sempre legais do ponto de vista das leis. Ben and Kate é da roteirista e produtora executiva Dana Fox (New Girl) e do diretor e produtor executivo Jake Kasdan (New Girl).

s01e01 Pilot Pre-Air – ainda não tenho certeza sobre se continuo acompanhando a série, porém, revelo que achei muito melhor do que minha expectativa, digo isto porque, o plot da série – o convívio entre os irmãos – parece somente mais um plot familiar igual aos inúmeros sitcoms que têm em todo canal, porém, assim como aconteceu com The New Normal, o carisma dos personagens e a interação entre os mesmos me agradaram, claro que a menina é uma graça e se mostra mais madura que o tio. Vou acompanhar mais um para ver como será o desenvolvimento dos personagens e se será cômica o suficiente para meu gosto.

– ENTROU NA MINHA WATCHLIST.

BONES – 8ª TEMPORADA (canal Fox):

s08e01 The Future in the Past – mesmo tendo criado na temporada um “vilão” bastante promissor, que conseguia atingir seus feitos através do computador fazendo com que Brennan fosse suspeita de um homício (o que acabou por render uma fuga na season finale, deixando a equipe  e Booth para trás), neste retorno, que inicia 3 meses depois dos eventos da season, vemos Booth empenhada em provar sua inocência, buscando com a ajuda do pai, indícios do comportamento de Pelant em seu passado, logo que consegue entra em contato com sua antiga equipe, agora com outra chefia. Além disso, vemos que Angela passou a viver uma realidade alternativa buscando derrubar o vídeo que mostrava Brennan na cena do crime, virou uma hacker profissa! No entanto, toda a resolução do crime passado de Pelant e as suspeitas sobre Brennan foram rasos demais, parecem terem sido feitos apressadamente, sem o cuidado devido (roteiro dramaticamente bem resolvido) e para piorar resolvem deixar o desfecho do vilão Pelant (uma criatura onipresente!) em aberto para quem sabe reutilizá-lo em algum momento oportuno, com a pior desculpa que já vi em séries policiais, como um acusado de hackear dados do FBI consegue com uma identidade criada fugir do país, somente em Bones, em tempos de terrorismo, Pelant já estaria em Guantânamo! Mais uma vez os roteiristas não conseguem imprimir uma dramaticidade suficiente nos arcos da série tornando-a irrelevante, divertida e carismática, mas acima de tudo, irrelevante.

s08e02 The Partners in the Divorce – enquanto enfrentam problemas de intimidade devido ao tempo afastados (o que me parece muito exagerado), Booth e Brennan, investigam um corpo encontrado carbonizado dentro de um tonel, sendo que a vítima é um advogado de divórcios, levantando uma pá de pessoas suspeitas. Acho que vou ficar acompanhando a série enquanto tiver tempo, depois deixo para a summer season!

s08e03 The Gunk in the Garage – O time do Jeffersonian precisa analisar os restos encontrados para descobrir a identidade de uma vítima. Porém a situação se complica quando o homem, que eles pensavam estar morto, aparece vivo. Enquanto isso, Booth precisa aceitar um trabalho no escritório para que o departamento aprove sua promoção, o que faz com que Sweets tenha uma parceira temporária, a agente do FBI Olivia Sparling.

s08e04 The Tiger in the Tale – Enquanto investiga a morte de um empregado de exposição de animais, a equipe é atraída para o mundo do tráfico de animais. Brennan acha que ela seria uma boa candidata presidencial. Como os cadáveres nesta temporada estão nojentos! Ainda vimos que Sweets fica receoso em morar junto com Daisy por achar que é um compromisso muito sério para o relacionamento deles.

s08e05 Method to the Madness – A equipe investiga a morte de uma mulher cujo corpo foi encontrado no lixo; Booth convida Sweets para ficar com ele e Brennan até que ele encontre um novo lugar.

s08e06 The Patriot in Purgatory – episódio bacana, um pouco dramático, mas até pelo tema dá para relevar, o legal foi a interação entre todos labrats (estagiários) do Jeffersonian. Brennan, intrigado pelo estilo de gestão de Phil Jackson (treinador de basquete), convoca todos os seus estagiários para trabalharem juntos como uma equipe em um projeto de identificação de restos que foram determinados não identificáveis. No entanto, verifica-se que um deles morreu em 9/11 e eles devem decidir se ele é uma vítima ou agressor.

s08e07 The Bod in the Pod- Acompanhamos um caso desafiador para os criminalistas: a identificação dos restos mortais de um expert em limpeza, que são encontrados selados dentro de um dispositivo impenetrável que é trazido pelo mar à praia.

s08e08 The But in the Joke – Um artista de rua que está trabalhando em um outdoor cai diretamente em sua cola – e em restos mortais. Então cabe a equipe não apenas identificar o morto, mas encontrar uma maneira de remover as partes do corpo que ainda estão coladas ao artista.

Obs.: deslocada para como uma página de temporada dentro da Summer Season 2013!

CASTLE – 5ª temporada (canal ABC):

s05e01 After the Storm – Depois de anos a procura do assassino de sua mãe, Beckett se encontra mais uma vez diante de provas que a levarão finalmente ao fim de um caso que devastou sua vida, claro que tudo dificultado por ter sido afastado/pedido demissão. No meio tempo, o relacionamento com Richard Castle cruza a linha de “apenas parceiros”. O que mais gostei nesta premiere foi que finalmente chegamos ao “Chefão” de toda conspiração envolvendo a morte da mãe de Beckett, e para piorar, o cara é um político de alto cargo. O desfecho foi ok, deixa o assunto obrigatoriamente em banho-maria durante um tempo, mas sem abusar da nossa inteligência. Assim, a série pode voltar a investir nos casos da semana novamente e retratar como será o relacionamento de Castle e Beckett, contudo, ainda não sei se acompanharei a série em “real time”, acho que vai ser meu “procedural” para épocas de vacas magras!

s05e02 Cloudy With A Chance of Murder – No primeiro dia de volta da suspensão, Beckett e Castle investigam a morte da garota do tempo em uma estação local de TV. Além de lidarem com um local no qual ambições e traições são o foco da notícia, o casal ainda precisa esconder a nova relação de seus colegas. Bem divertido!

s05e04 Murder, He Wrote – Castle e Becket vão para os Hamptons para um final de semana romântico. Mas acabam envolvidos em um homicídio, afinal “foram os homicídios que os uniram”; já na DP, os parceiros detetives resolvem investigar com quem Becket está saindo.

CHICAGO FIRE (canal NBC): criado por Michael Brandt e Derek Haas, narra a rotina de bombeiros, homens e mulheres, na cidade de Chicago. Estrelado por Eamonn Walker (Oz), que interpreta Walden Boden, ex-campeão de boxe que atualmente atua como comandante do departamento dos bombeiros prestes a se aposentar, Chicago Fire também traz no elenco os atores Taylor Kinney (The Vampire Diaries e Trauma) como o Tenente Kelly Severide, líder da equipe; Jesse Spencer (House), como Matthew Casey, bombeiro que recém se separou da esposa; David Eigenberg (Sex and the City), como Christopher, um bombeiro veterano que precisa morar com os sogros; Charlie Barnett como Peter Mills, bombeiro iniciante; Lauren German (vista em Havaí 5-0) como Leslie Shay, a quem o grupo se reporta; Merle Dandridge (vista em Sons of Anarchy), como Kay Fitori, chefe de equipe; Teri Reeves, como Hallie, a esposa de Matthew; e Monica Raymund (Lie to Me), como Gabriella, uma paramédica.

s01e01 Pilot – primeiro drama que já repudiu no piloto, não esperava isso do veterano criador/roteirista Dick Wolf, devia continuar em suas série de tribunais (muito mais relevante), aqui o que temos é uma refilmagem de Third Watch (acho que era esse o nome da série de bombeiros e paramédicos com alguma repercussão anos atrás). No entanto, aqui tudo é muito clichê, desde a primeira cena onde um bombeiro morre em serviço (lembrando um antigo filme sobre o tema, Cortina de Fogo) e depois todo o contexto dos draminhas individuais, muito artificial e retratado de maneira rasa a aleatória no episódio. Deve ser somente mais um procedural sobre o tema, apesar de acrescentar paramédicas para ter a cota feminina.

COPPER: A série traz a história de Kevin Corcoran (Tom Weston-Jones, de Spooks), um policial americano de origem irlandesa que patrulha as ruas de Nova Iorque em meados dos anos de 1864. Em paralelo ao seu trabalho, Kevin luta para descobrir a verdade sobre o desaparecimento de sua esposa e a morte de sua filha. Mas este não é o único mistério que cerca a vida de Kevin. Durante a Guerra Civil, ele e mais dois companheiros testemunharam diversas situações nos campos de batalha, as quais mantêm em segredo.

s01e01 Surviving Death – tinha uma boa expectativa com este drama aparentemente “procedural” de época por se tratar de uma produção da BBC América, lembrando que um dos melhores canais ingleses de séries com qualidade é a BBC inglesa. No entanto, tenho a impressão que como a série é específica para os Eua, se passa na New York do século passado, lembrando o cenário do filme de Scorsese Gangues de New York, os criadores não ousaram/desenvolveram e criaram somente mais um “procedural” policial, com o diferencial da época no qual se passa, o elenco é  de uma tristeza ímpar, principalmente seu protagonista, muito má escolha, fazia tempo que não via uma escolha tão equivocada (não há sinal algum de carisma no ator, isto que ele é o “mocinho”!). Também não gostei dos cenários, apesar de retratarem com fidelidade a época (riqueza de um lado e miséria de outro), parecem todos “chroma key”. Simplesmente um balde de água fria na minhas intenções em acompanhar a série, tchau!

ELEMENTARY: nesta nova versão do clássico personagem, Sherlock (Johnny Lee Miller), viciado em drogas, passa por um período em uma clínica de reabilitação. Mais tarde, migra para os EUA, onde conhece Joan Watson (Lucy Liu), uma médica que perdeu sua licença após a morte de um paciente. Contratada pelo pai de Sherlock para cuidar que seu filho se mantenha longe das drogas, Watson passa a acompanhar o detetive em seu trabalho de consultoria para a polícia de Nova Iorque.

s0101 Pilot – mais um piloto liberado antes da estréia oficial, Elementary entrará no lugar deixado por The Mentalist nas famosas noites de 5ª feira do canal CBS (sendo o último transferido para os domingos). Mesmo tendo um carismático elenco, com Lucy Liu vindo de uma ótima personagem no drama policial Southland, Elementary em seu episódio de estréia não conseguiu apresentar nada que qualquer outro “procedural” do canal já não tenha mostrado, o fato de pré-conhecermos o clássico personagem em nada contribuiu em pró do roteiro, ele parece somente mais um consultor em casos policiais, com tendências psiquiátricas perigosas, como em outras séries do gênero a la Castle, The Mentalist e etc. Logo, nao sei se a troca de gênero do Dr. Watson será bem utilizada pelo texto, aqui nada acrescentou, e o caso policial foi bastante previsível! Difícil missão da série em tempos de Sherlock da tevê inglesa, com Benedict Cumberbatch e Martin Freeman, e roteiros impecáveis de Steven Moffat e Mark Gatiss.

s01e02 While You Were Sleeping – como mais um procedural ainda não consegue ser mais que um novo “the Mentalist”, o que é uma pena em se tratando de um personagem tão forte, daí maior o mérito para a produção inglesa de Seteven Moffat e a criação de Benedict Cumberbach. Apesar de ter achado o caso muito mais interessante que o anterior, principalmente, por haver maior participação da genialidade de Holmes, porém, sua intereação com Watson ainda fica muito a dever. Paro por aqui, por enquanto!

EMILY OWENS, M.D. (canal CW): Dramédia sobre Emily, uma jovem médica ansiosa por deixar para trás as experiências que teve na faculdade. Mas logo ela descobre que isto não será tão simples. Trabalhando no Denver Memorial Hospital, ao lado da famosa cardiologista Dra. Gina Beckett, ela descobre que entre seus novos colegas de trabalho estão sua ex-paixão da faculdade, Will Rider, e sua rival, Cassandra Kopelson. Entre os novos colegas, Emily faz amizade com Tyra Granger, filha de Tim Granger, Chefe dos residentes, e com Micah um dos residentes.

s01e01 Pilot – confesso que acabou me surpreendendo essa nova série, claro que deixando bem claro que a série, num primeiro momento, não passa de uma mistura de Grey’s Anatomy e Gossip Girl, digo isso porque o ritmo e os personagens são bastante agradáveis. Mamie Gummer consegue dar sensibilidade e graça à sua médica, deixando claro seus problemas de adolescente, não lembrando em nenhum momento sua passagem pela horrível Off the Map, criada pela turma de Shonda Rimes; porém, como ainda tenho Grey’s ainda prefiro deixar essa série para acompanhar num segundo momento, espero que encontre seu público!

GUYS WITH KIDS (canal NBC): Em Guys With Kids, três homens na faixa dos 30 anos, que vivem no mesmo prédio de apartamentos, tentam manter sua masculinidade, juventude, interesses pessoais e vida social enquanto cuidam dos filhos. Chris (Jesse Bradford) é um advogado que não faz ideia de como lidar com o filho de nove meses após seu divórcio de Sheila (Erinn Hayes of Worst Week), uma mulher controladora que, embora mantenha a guarda da criança, recorre ao ex-marido sempre que precisa deixar o menino com alguém. Nick (Zach Cregger, de Friends with Benefits) é um programador de computadores, casado com Emily (Jamie-Lynn Sigler, de A Família Soprano), com quem tem dois filhos. Gary (Anthony Anderson, de Treme) é um colecionador de HQs casado com Marny (Tempestt Bledsoe, de Cosby Show), com quem tem quatro filhos. É ele quem cuida das crianças enquanto a esposa trabalha.

s01e01 Pilot – nossaaaa! a estréia mais fraca até aqui, elenco fraco e com pouca química, como o casal do ator Anthony Anderson, roteiro muito fraco e banal, me admiro de ter sido criado/escrito por Jimmy Fallon, bom comediante stand up, de rápidos diálogos e boas tiradas, aqui até dá para notar algumas situações assim, no entanto, no desenvolvimento geral é tudo muito sem graça! Já deixo a série por aqui.

NEW GIRL – 2ª temporada (canal Fox):

s02e01/02 Re-Launch/Katie – também retornando com dois episódios sendos exibidos na mesma noite, tivemos o retorno apostando em dois plots, Jessie é demitida da escola (questões econômicas) e chega a hora de Schmidt retirar sua tala, já no 2º episódio, tivemos Jessie se envolvendo com dois homens, sendo que um através de uma troca de nomes que acaba rendendo diversas situações. Sempre achei a série engraçadinha, no entanto, não sei se estou no pique para acompanhar uma série assim sem outro atrativo maior. Na dúvida…

PARTNERS (canal CBS): Esta comédia é baseada na vida dos criadores David Kohan e Max Mutchnick, sobre dois amigos de longa data e parceiros de negócios cujo “bromance” é testado quando um deles fica noivo. Joe é um arquiteto que segue a cabeça e não o coração, especialmente quando o amor é o assunto, um grande contraste com o seu sócio gay, Louis, que é espontâneo, emocional e tende a exagerar. Ambos encontraram uma boa razão para viver: Joe está noivo de Ali, uma designer de joias linda e sofisticada, enquanto Louis está namorando Wyatt, um enfermeiro vegetariano que Louis insiste que está a apenas uma promoção de se tornar um médico. Com o anúncio do noivado de Joe, somente o tempo dirá se o trabalho e a vida pessoal dos amigos poderá se adaptar ao novo relacionamento.

s01e01 The Key – apesar do achar a química do quarteto super bacana, principalmente me surpreendi com Brando “Superman” Routh, que pouco vezes vi atuando (somente no filme do Superman e em episódios de Chuck), bem natural em cena, já que o gay afetado ficou com Michael Urie (bem parecido com seu personagem em Ugly Betty). Para mim o que faltou foi mais piadas/texto cômico realmente engraçado no episódio, tanto que acho quase absurda uma comparação com Will & Grace, realmente hilária. O primeiro episódio focou no pedido de casamento dos personagens heterossexuais e no ciúmes do amigo gay, no entanto, a audiência patinou feio (para os padrões da CBS, acho que foram mais de 6 milhões somente, derrubando a audiência da How I Met Your Mother, e entregando mal para Two Bronken Girls, que ainda conseguiu se reestabelecer no horário antigo de Two and A Half Man). Fico na dúvida se confiro ou não o próximo episódio, estréia cômica mais fraca até aqui!

s01e02 Chicken & Stuffing – ainda não defeni se continuo acompanhando a série, até porque parece fadada ao cancelamento devido aos baixos números (para o padrão CBS), porém vejo um potencial bacana no entanto o mesmo não se revela nos diálogos e plots. Aqui Louis continua se metendo na relação de Joe e Ali, no que se refere à sexo e jantas (um pouco machista este plot, diga-se de passagem). Já na casa de Louis, vemos que Wyatt possui problemas para se expor e, Joe, acaba ajudando Louis em segredo.

s01e03 The Jeter Exception – Quando Joe conta a Louis sobre as fotos que ele encontrou de Ali com Derek Jeter, Ali questiona sua habilidade de esconder qualquer coisa de seu amigo. Mesmo sendo provavelmente cancelada, acho que a série tem melhorado conforme conhecemos os personagens, o Jogo de Celebridades rendeu bastante diálogos hilários.

THE MINDY PROJECT (canal Fox): Essa comédia romântica é da escritora e produtora indicada ao Emmy, Mindy Kaling, e conta a história de uma mulher que, embora tenha uma carreira bem sucedida, precisa desesperadamente quebrar alguns hábitos ruins de sua vida pessoal. Afinal, quantos médicos fazem piadas inapropriadas no casamento de um ex-namorado, quase se afoga na piscina de um estranho e é presa por desacato momentos antes de ter um filho? Divertida, impaciente e politicamente incorreta, Mindy Lahiri pode citar todas as comédias românticas que Meg Ryan já fez na vida, está determinada a ser mais pontual, gastar menos, perder peso e ler mais livros para se tornar uma mulher perfeita que possa encontrar e namorar o cara perfeito. Mindy é uma ginecologista de muitas qualidades e divide a clínica com outros colegas, nenhum deles disposto a tornar a sua vida mais fácil. Jeremy Reed é a definição de notícias ruins, dividindo o espaço de trabalho e a cama de Mindy. Ele é engraçado, egocêntrico e super sexy. Em contraste, Danny Castellano é o cara esquentado e típico “machão” que tem a mania de roubar os pacientes de Mindy. Danny a critica por tudo, incluindo a vida amorosa e a falta de profissionalismo – mesmo sendo óbvio para todo mundo menos para Mindy que ele secretamente admira o trabalho dela. Completando a equipe da clínica, temos as recepcionistas Betsy Putch, uma jovem facilmente manipulável que sempre tenta agradar Mindy e Shauna Dicanio, que é indiferente em relação à Mindy, sempre sabe onde estão as melhores festas e tem uma paixão mal escondida por Danny. Mindy está sempre em contato com a sua melhor amiga da faculdade, Gwen Grandy, a filha do governador, que também é hilária, avoada e uma ex-party girl (que apenas Mindy parece se lembrar).Gwen não é feliz no casamento com um analista financeiro, com uma filha de seis anos, mas é leal a Mindy, que tenta fazer sua carreira decolar e conhecer um homem que passe pelos seus testes (não usar drogas, não usar skinny jeans e sem segredos familiares, entre outros).

s01e01 Pilot Pre-Air: deixou uma sensação bacana este piloto da nova aposta do canal Fox às terças, junto com New Girl e Ben & Kate, roteirizada pela comediante Mindy Kaling parece somente uma comédia romântica em seu início, no entanto, logo apela para o universo médico para retratar Mindy como uma jovem médica moderna e sonhadora, no entanto, que não deixa de transar com um homem que não serve para ela, isto achei bacana e atual. Mindy pode ter seus sonhos a la Julia Roberts e Meg Ryan, porém, tem necessidades sexuais e carência, logo passa longe de uma atitude virginal, nesse quesito está anos à frente de New Girl. Vou acompanhar mais algusn episódios para saber se a série consegue desenvolver os personagens e as situações de maneira interessante e com humor, mas já digo que vale uma espiada!

ENTROU NA MINHA WATCHLIST

THE MOB DOCTOR (canal Fox): é um drama sobre uma jovem cardiologista que está dividida entre dois mundos distintos, tentando ter uma carreira promissora enquanto paga sua dívida. Dr. Grace Devlin é uma das melhores residentes do Chicago’s Roosevelt Medical Center. Inteligente e confiante, ela também é uma das melhores do país, mas sua família tem laços que a mantém presa ao passado na periferia. Para pagar a dívida de jogo de um irmão de consideração, ela faz um acordo com o diabo e aceita trabalhar na surdina para a máfia. Durante o dia, Grace precisa lidar com casos competitivos e emocionais no Roosevelt Medical, como uma criança que precisa de um transplante de coração, um idoso desesperado para doar um pulmão à esposa doente, o caos após a colisão entre dois trens. Mas fora dali, precisa remover balas de cadáveres para esconder evidências criminais, salvar um cavalo de corrida que tomou anabolizantes e ajudar um velho mafioso com sua disfunção erétil. Grace precisa esconder a vida dupla de todos: da protetora melhor amiga, a enfermeira Roberta “Ro” Angeli, do namorado Dr. Brett Robinson, do chefe de cirurgia Dr. Stafford White, da rival Dr. Olivia Watson, do irmão Nate e da mãe dramática Daniella. A única pessoa que sabe dessas atividades duplas é o homem para quem Grace deve: o charmoso e diabólico chefe da máfia de Southside, Constantine Alexander. Como se isso não fosse suficiente, o ex-namorado de Grace, Franco, está ajudando um antigo líder da máfia a recuperar o seu lugar.

s01e01 Pilot – apesar de ter sido um bom piloto, num segundo momento e com o gancho final nota-se que o plot original da série meio que já se esgota (isto que nem estou falando dos números de audiência, bastante baixos para uma série que está ocupando o lugar de House), e se não se esgota é porque tem tudo para soar ciclico (repetitivo), assim como já foram as inúmeras vezes que a médica Grace saiu correndo do Hospital e depois voltva como se nada tivesse acontecido. A personalidade da médica é interessante, no entanto, sua ética – que seria o ponto de discussão – se encerra neste episódio, mesmo que os roteiristas inventem outro motivo, esse já estaria se tornando uma reprise do plot do piloto. Acho que será o 1º cancelamento da Fall Season 2012!

s01e02 Family Secrets – para um drama que se leva a sério, esta história de uma dívida de um mafioso ir para outro, não funciona, somente isto para fazer a trama ir adiante é um pecado original dos criadores, achava mais fácil permanecer com Moretti chantageando durante um período maior para conhecermos Constantine e descobrirmos que ele não era um mero “amigo” de Grace. Além disso, a trama de levar um criminoso para o hospital e ser acobertada por uma outra pessoa que não sabe os reais motivos de Grace também não funcionam, deixo essas liberdades narrativas para as comedias não para um drama que deve ser levado a série (repetindo). Paro por aqui!

THE NEIGHBORS (canal ABC): Projeto anunciado em outubro de 2011, criado por Dan Fogelman, Chris Koch (Modern Family) e Aaron Kaplan(GCB – Good Christian Belle). Trata-se de uma sitcom na qual uma família se muda para um condomínio onde todos os moradores são alienígenas, vindos do Planeta Zabvron. Parece uma inversão de “3rd Rock From the Sun”.

No elenco já estão confirmados os atores Jami Gertz (Entourage e Apesar de Tudo/Still Dancing), que interpreta Debbie Weaver, esposa de Marty Weaver (Lenny Venito), com quem tem uma filha (Clara Mamet); Simon Templeman (Just Shoot Me), como Wilt Chamberlain, o líder dos alienígenas; Toks Olagundoye, como Jackie Joyner Kersee, matriarca da principal família alienígena; e Tim Jo, como Joe Montana, filho de Jackie. E ainda os atores mirins Ian Patrick e Isabela Cramp. (Fernanda Furquim)

s01e01 Piloto – noooossssaaa, mais uma sitcom, isto que estou com boa vontade com o gênero nesta temporada, que junto com Guys With Kids, é uma das piores coisas que já vi, é tudo muito sem graça, mesmo dez anos depois de 3rd Rock From the Sun, os roteiristas ainda não conseguiram criar uma série que simplesmente seja engraçada lhe dando com Ets, que não seja piadas sobre contexto sexual; nem mesmo a família americana consegue ser engraçada é tudo muito ruim, incluindo o elenco. Que desperdício, somente se sustenta se continuar sendo exibida após Modern Family, que atualmente possui a melhor “demo” das séries americanas.

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