Nashville – 1ª temporada

Criada por Callie Khouri e RJ Cutlera série tem como objetivo traçar um retrato de Nashville, capital da música country, que mantém uma indústria sólida e poderosa nos EUA. Para tanto, os roteiristas criaram diversas tramas que serão narradas em paralelo. A principal delas acompanha a rivalidade que surge entre uma cantora veterana e uma novata.

Rayna James (Connie Britton, de American Horror Story) é a estrela da música country que começa a viver a inevitável queda de popularidade. Assim, ela é forçada por sua gravadora a fazer turnê com uma estrela que está em ascensão, Juliette Barnes (Hayden Panettiere, de Heroes), uma jovem ambiciosa e petulante que busca formas de subir rapidamente na carreira.

Apesar das diferenças na forma como lidam com suas respectivas carreiras, as duas têm em comum os problemas que precisam enfrentar em seus relacionamentos familiares. Filha de um magnata, Rayna é casada com um homem que decide disputar a prefeitura enfrentando o candidato que sua esposa apóia. Mãe de duas filhas, é ela quem sustenta a família. Já Juliette ainda está ligada à mãe, uma viciada em drogas que depende do dinheiro da filha para manter seu vício.

s01e01 Pilot – um dos melhores episódios da temporada, junto de Last Resort, é mais aposta de “novelinha” do canal especialista nessa narrativa ABC, tanto que colocou a série no lugar vago de Revenge, para o espectador não perder o costume. O episódio piloto é bem bacana, parece até enredo de filme, trabalha com diversos plots, sendo a cidade como instituição financeira/politica e berço da música country (que eu adoro particularmente), quase um personagem onipresente. Como a narrativa é novelesca, no bom sentido, sinto que dois personagens precisam cuidar “na medida” deles dentro das tramas, a mãe drogada do jovem estrela Juliette (bem mal apresentada, plot para tentar humanizá-la, insuficiente) e o pai vilão (direto de novela mexicana), de Rayna. Esses dois personagens precisam estar equilibrados com os demais personagens para a série conseguir se desenvolver de maneira adequada, é para isso que torço!

s0102/03 I Can’t Help It (If I’m Still Love with You)/Someday You’ll Call My Name – não ando em dia com Nashville, no meio de dezenas de séries, acabei deixando-a para trás, mas vou alcançá-la, gosto do universo que a série retrata e de alguns personagens, somente me incomoda a sensação de que pouca coisa acontece durante um episódio e os personagens “papai malvado” e mamãe viciada”, ambos muito clichês. Em compensação, gosto de Deacon, com sua liberdade, e o casal Scarlet e Gunnar.

s01e04 We Live in Two Different Worlds – mesmo não mantendo uma regularidade necessária para uma série iniciante, gosto de alguns personagens da série, vimos que o roubo de esmalte de Juliette praticamente enterrou sua carreira, fora que ainda tem sua mãe para lhe estressar, finalmente achei que a storyline de Juliette lhe humanizou, ela estava muito mecânica, acho que Hayden Panettiere não tem qualidades dramáticas suficiente para a personagem; já Rayna precisa se decidir entre Teddy, e sua carreira política, e Deacon e sua música. Além disso, Gunnar arranja um cacho para fazer ciúmes em Scarlet e seu namorado “mala” clichê!

s01e05 Move It on Over –

s01e06 You’re Gonna Change (Or I’m Gonna Leave)  gostei desse episódio, deu uma melhorada nos personagens, estava achando tudo muito raso e chato; Rayna vai atras de um novo produtor, um roqueiro, Juliette tem que frequentar um evento de caridade para melhorar sua imagem e acaba conhecendo um rapaz que é seu oposto. A série ainda precisa unir as protagonistas de alguma maneira não? Não era esse o plot principal da série?

s01e07 Lovesick Blues – finalmente, depois de meia dúzia de episódios tivemos um plot que voltou a reunir Rayna e Juliette e da melhor maneira, obrigadas a dividir o palco pelo chefão da gravadora; claro que as coisas rolaram de maneira tensa até um “happy end”, mesmo assim valeu a pena, foi um episódio redondinho.

s01e08 Where He Leads Me – Rayna teve seu momento “Alicia Florrick” nesse episódio quando a oposição vaza as fotas de seu marido com a amiga, que acaba tentando o suícidio, espero que este plot tenha terminado, saiu ganhando sua família; já Juliette acaba tendo um verdadeiro dia de domingo com a família do boyfriend, no entanto, leva uma puxada de tapete da sogrona que não irá deixar barato pelo que vimos. E pelo jeito a turne da dupla Rayna/Juliette tem tudo para acontecer futuramente, estava mais do que na hora, ainda andando pouco, mas com a melhor trilha sonora, Gunnar s edeclara para Scarlett.

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