Revolution (NBC) – 1ª temporada (FINALIZADA)

s01e01 Pilot – mais uma série de J.J. Abrams que chega à tevê aberta, desta vez pelo canal NBC, não muito famoso por este gênero. É notadamente mais uma tentativa de criar uma série contínua (novelinha) situada num mundo meio que pós apocalítico onde os personagens são colocados em posição de desvantagem frente à natureza e a grupos de convívio social. Não muito distante do plot de The Walkind Dead, somente sem os zumbis, mas as mílicias estão lá e o mundo como conhecemos ruiu. Porém, neste piloto, apesar de bem introdutório, já sofre de um mal típico dos dramas de J.J. o elenco, mesmo tendo nomes como Billy Burke e Giancarlos Esposito (o já eterno Gus de Breaking Bad), os demais atores e, consequentemente, seus personagens são muito fracos, claro que pode haver um momento reviravolta como aconteceu com Jennifer Garner e Anna Torv em suas respectivas séries, mas já está contando contra o drama. Também não sei se funcionará a velha fórmula de um mistério por trás de tudo, como alguns personagens terem uma chave que “religa” a eletricidade, e um grupo miliciano que tem contato com os protagonistas. Bom, mas é por aí, liberdades poéticas típicas de série americana, como estão todos limpinhos para quem mal tem água para beber?, a conferir o segundo episódio e observar se a trama consegue “andar pra frente”.

s01e02 Chained Heat – não sei até que ponto será possível acompanhar a série, mesmo com bons mistérios sendo criados –  mal desenvolvidos -, pois tenho um série problema com algumas escolhas de série, isto já em seu 2º episódio: uma protagonista burra (fazia tempo que não via tanto mimimi, para uma personagem criada num mundo caótico e sem lei), as lutas de espadas mal editadas (o diretor deve ser parente de Michael Bay), a maldita sequência final que deixa/revela um mistério para depois não vermos o mesmo ser desenvolvido no episódio seguinte e o pior, para mim, neste episódio é ver todo um contexto em flashback para explicar a “mala” personagem em busca do irmão para depois vermos que sua mãe não morreu (imagina que Elisabeth  Mitchell iria fazer somente uma participação!), sério que o Monroe, chefe da mílicia e do governo local, espera há 15 anos para raptar/arrancar informações de Ben e Rachel sobre o blackout? E quem informou sobre a morte de Ben e rapto do guri? Pombo- correio?

s01e03 No Quarter – tirando as partes envolvendo Danny (que desperdício de papel Giancarlo Esposito neste arco), o gordinho nerd e loira dos quais não decorei o nome tamanha a importância deles dentro da série e as aparições de Charlie (uh guria sem carisma!) a série vem melhorando. Gosto muito, me atiça a curiosidade, o arco envolvendo Monroe e Miles, desde o tempo no qual eram amigos até o momento atual na série. Gostei da entrada de Mark Pellegrino e somente peço que os roteiristas parem de dividir os personagens em narrativas segmentadas onde passa-se a impressão de que nada acontece (uma herança “maldita” de Lost).

s01e04 The Plague Dogs – quando estava começando a me empolgar a série dá uma segurada legal na trama, notem que não se deu continuidade nas questões referentes ao pingente  e nem mesmo o passado de Miles; o episódio focou nas mães da história, vemos como sra. Matheson se separou dos filhos, os deixando com Ben, e que rendeu um gancho morno ao final, e a inglesa Maggie, essa com uma trama mais dramática; continuo não gostando da peregrinação de Danny com Esposito (ainda não lembro seu nome) e Charlie continua sendo muito, mais muito chata!

s01e05 Soul Train – quando o grupo de Miles chega junto ao grupo de Neville, vemos que a República Monroe possui um trem a sua disposição, gostei dessa possibilidade de guerra civil, mostrando que Monroe não é tão forte assim; claro que dispensava o mi-mi-mi do passado de Neville com sua esposa (Kim Raver) e seu filho ser Nate (que não disfarça gostar de Charlie, ainda sem graça alguma). Participação de Jeff Fahey (Lost).

s01e06 Sex and Drugs – a série bem nem começou e já se dá ao desfrute de ter episódios filler, especialidade de Kripke na época de Supernatural, aqui para ajudar Nora, Miles resolve pedir ajuda a um antigo amigo, que mais parece desafeto, por cobrar pelo seu serviço, sobrando para a insonssa da Charlie; conhecemos um pouco o passado de Aaron.

s01e07 The Children’s Crusade – mais um episódio que poderia render muito, claro que descontando esta storyline de identificação entre Charlie e os garotos perdidos a la Peter Pan; pelo menos, a turma de Miles descobriu sobre o pingente elétrico que Aaron carrega, e mais, vimos que a mãe de Danny e Charlie, Rachel estava envolvida nos experimentos com o marido e mais alguns cientistas (entre eles, Grace, aquela personagem sumida lá no 2º episódio) e uma figura do governo, num experimento sobre energia renovável mas que acabou gerando blackouts. Espero que não fiquem trabalhando essa storyline de maneira conta-gotas!

s01e08 Ties That Bind – Quando Nora (Daniella Alonso) encontra um parente próximo, sua irmã (com direito a flashbacks), ela deve fazer uma difícil escolha entre a família e uma promessa, mas antes disso será traída, o que era óbvio! Quando um grande assassino de Monroe caça a turma de Miles.

s01e09  Kashmir – tentando se aproximar com mais força do QG de Monroe para resgatar Danny, Miles pede ajuda para rebeldes, quando consegue se vê traído (outra obviedade) dentro de um túnel que está sem ar, deixando os personagens asfixiados e tendo alucinações, uma das storylines mais ridículas da série até aqui, é muita embromação dos roteiristas estes eventos e, pior, mal escrito! Já Monroe desconfia da máquina que Rachel está construindo.

s01e10 Nobody’s Fault But Mineprevendo que pode ser cancelada antecipadamente, isso somente não ocorreu pois seu lead in é o sucesso The Voice, os roteiristas deram uma acelerada nos eventos (tenho certeza disso), juntando a família e fazendo Miles e Monroe se enfrentarem num primeiro momento. O episodio rendeu, no entanto, como sempre tem imperado na série, alguns buracos no roteiro são enormes, por exemplo, custava Rachel pegar o “amuleto/pen drive/pingente” antes de sair da sala, após matar o vilanesco soldado de Monroe, rendeu pouco o personagem também. Bom, em março a série retorna, novamente com The Voice lhe antecedendo, somente não sei se este tempo fará bem a série ou não!

s01e11 The Stand – passados 4 meses recebemos a série de volta, diga-se de passagem, não sei como me mantive até aqui, mas voltando ao episódio achei o roteiro um pouco melhor e, como consequência, a morte de Danny pode indicar um futuro melhor para trama se cortar as storylines inúteis e fracas. A familia Matheson continua fugindo da fúria de Monroe, e para isso devem se aliar com os rebeldes para sobreviverem, embora agora estejam combatendo contra helicópteros ajustados com a tecnologia criada por Rachel e seu grupo. Ao final, vemos um novo grupo se aproximando de Monroe o que pode aumentar o poder desta milícia! Vamos ver se o tempo fez bem aos roteiros da série.

s01e12 Ghosts – Conhecemos um pouco mais da história por trás de Randall, e agora também me parece que temos um novo mistério, já que os medalhões já foram revelados, o que seria a Torre, o blábláblá das motivações de Randall não era necessário. Miles vai em busca de um ex aliado para ajudar no treinamento dos rebeldes.

s01e13 The Song Remains the Same – De um lado a milicia busca por algo mais poderoso, envolvendo uma missão de Tom, que já não tem uma boa imagem perante Monroe, principalmente com a chegada de Randall, e do outro os Rebeldes treinam e muitos conflitos familiares surgem! O que foi a revelação sobre os microcomputadores (tipo oi?), e agora a narrativa se fragmenta novamente, e o que dizer de bons atores como Kim Raver e Giancarlo Esposito em papéis constrangedores.

s01e14 The Night The Lights Went Out In Georgia – o que mais me cansa em Revolution, série já renovada enquanto retomo de onde havia parado, é que ela tem um Síndrome de Lost, onde os personagens caminham caminham caminham e não chegam a lugar algum e com consequência nenhuma, daí para disfarçar eles criam mais personagens para encher o episódio com novas situações todas trabalhadas de maneira superficiais; Miles e companhia vão para Georgia enquanto Rachel e Aaron tem que ir atras de um modo de entrarem a torre! Aqui participam a esposa de Jack Bauer e a mão de Meredith, atual vice-presidente em Scandal.

s01e15 Home – O passado alcança Miles e Monroe na forma de uma paixão em comum, Emma, o que faz com que ambos sofram emocionalmente. Dessa vez, é Charlie e Nora que resgatam Miles do problema. Enquanto isso, Aaron reencontra sua esposa.

s01e16 Love Boat  – Tom Neville e Miles trabalham juntos por um objetivo comum, mas Charlie, Jason e Nora discordam dos métodos utilizados. Aaron e Rachel passam por dificuldades ao tentar ir na Torre. Melhor sequência do episódio foi Tom proferindo à Charlie que ela é a pessoa mais insuportável do mundo! Os roteiristas repercutindo o “sucesso” da personagem, falando nisso, é impressionante como não me importo com nenhum personagem da série, não há nenhum “herói” carismático para se torcer, culpa total do roteiro que não cria uma identificação dos mesmos com os espectadores.

s01e17 The Longest Day – A visita de um inesperado equipamento pode destruir o acampamento rebelde. Rachel tem um plano para curar a perna. Aaron e Rachel continuam em busca da Torre.

s01e18 Clue –  Nora é torturada por Monroe para revelar o paradeiro de Miles, durante vários dias. Randall e Monroe correm para a Torre no Colorado ao descobrir que Rachel foi em direção à Torre. Miles tem que descobrir quem é o traidor após pousar um helicóptero e pessoas começarem a morrer. Rachel toma uma atitude drástica.

s01e19 Children of Men – Rachel e Monroe batalham com mais do que apenas a inteligência. Enquanto isso, Charlie, Miles, Nora e Aaron se infiltram na Torre, mas Neville e seu filho, Jason, são deixados de fora. Para completar, Miles e Monroe se enfrentam mais uma vez e mais uma vez e mais uma vez…

s01e20 The Dark Tower Season Finale – Os rebeldes se infiltram na Torre, não mais sobre as ordens de Monroe. Enquanto isso, Miles enfrenta uma situação que testa seu caráter e sua habilidade de liderança. Para completar, o conhecimento de Aaron se mostra de grande utilidade para ligar a eletricidade, no entanto, o gancho de um ataque nuclear e a Presidente sitiado em Guantanamo podem dar sobrevida à série, que, num rápido pensamento, mudou completamente seu plot original.

Achei cansativo e cheia de clichês, os personagens mal desenvolvidos e diversas escolhas fracas no elenco, uma pena! O início com uma trilha e alguns momentos da temporada, me lembraram Supernatural, o que não podemos acusar de plágio, afinal Supernatural é criação de Eric Kripke, assim como Revolution. Lá em setembro defino se retorno na próxima temporada, mas já antecipo que tendo a não retomá-la!

STATUS: RENOVADA PARA A 2ª TEMPORADA (set/13).

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