The Following (Fox) – 1ª temporada (FINALIZADA)

The-Following1Um notório assassino em série, chamado Joe Carroll, escapa do corredor da morte e começa a matar novamente, o que faz com que o FBI entre em contato com o ex-agente Ryan Hardy para dar consultoria no caso.

Aposentado, Hardy foi o responsável por capturar Carroll nove anos antes, portanto, sabe exatamente como o criminoso age, conhecendo-o melhor do que qualquer um. Entretanto, o ex-agente não é a mesma pessoa de anos atrás, já que traz feridas físicas e psicológicas ligadas ao caso.

Apesar de seu grande conhecimento, Hardy é visto como um problema para o time encarregado do caso, entre eles os agentes Mike Weston e Jennifer Mason. Entretanto, o Hardy prova ser de grande valia quando descobre que Carroll está se comunicando com uma re de criminosos em todo o mundo.

Fica claro que escapar da prisão era apenas o primeiro passo de algo muito maior, envolvendo assassinos diversos e desconhecidos. Carroll está focado em terminar aquilo que começou nove anos antes, colocando Hardy como uma peça importante de seu tabuleiro. Enquanto isso, Hardy terá uma segunda chance de capturar seu grande inimigo, enquanto lida com um culto de serial killers.

s01e01 Pilot – Primeiras Impressões – The Following;

s01e02 Chapter Two – continuo gostando do clima sombrio que permeia a série, também gostei de ver que abriram um leque de vários arcos dramáticos, inclusive envolvendo a seita e seus seguidores, no entanto, um fato começou a me incomodar, a necessidade de acionar Carroll a todo momento dentro do episódio, possivelmente isto deverá cansar em breve, espero que Kevin Williamson consiga evitar esta repetição, além disso, a chegada de uma nova agente comandando a força-tarefe já se mostra um equívoco, desnecessário mais um policial ao lado de Carroll, assim parece tudo muito fácil para o serial killer e seus seguidores; em compensação, a trama dos seguidores me pareceu promissora, com rachaduras em breve dentro do grupo, e o episódio focou no sequestro do filho de Claire, na caça ao guarda do presídio e surge uma nova ameaça, incrível trilha sonora!

s01e03 A Poet’s Fire – mesmo tendo ainda um longo percurso para solidificar suas qualidades em detrimento aos clichês e situações pouco verossímeis, acredito que a criação de Kevin Williamson pode render um excelente drama; no episódio, conhecemos mais um seguidor de Carroll trajado de Poe e incediando as pessoas, este é Rick, em busca de uma vingança pessoal contra Hardy; já os seguidores conhecidos começam a ter problemas pessoais (o que agrega bastante na trama seus flashbacks), no entanto, o nucleo policial ainda não conseguiu se estabelecer, ainda que possa ser surpreendente as suas mortes, está na hora de alguém se sobressair com um personagem relevante como “mocinho”, se não os vilões vão sempre desequilibrar a série. Obs.: genial (pelo contexto) e assustador o vídeo recebido por Claire.

s01e04 Mad Love – mesmo não tendo o mesmo clima dos anteriores, até porque não dá para surgir seguidores a cada semana, o roteiro falhou na sequencia de tortura de Ryan por Maggie, o agente Mike demorou uma vida para entrar no restaurante; no entanto, gostei dos motivos da separação de Ryan e a ex de Carroll, além disso, o threesome seguidores também está ficando cada vez mais interessante! Mas a trama tem que caminhar!

s01e05 The Siege – não sei explicar racionalmente como a série tem me chamado a atenção, mesmo utilizando diversos clichês para saídas de suas tramas, como no desfecho deste episódio, o desenvolvimento dos personagens tem me agradado bastante. Quando Claire recebe um telefonema que pode levá-la a seu filho; Hardy e o FBI definem seu próximo movimento, causando pânico no esconderijo dos seguidores. Enquanto isso, Carroll procura uma advogada de seu passado para enviar uma mensagem (sinistro a sequencia final!).

s01e06 The Fall – mesmo gostando muito do plot, os caminhos do roteiro estão começando a me irritar, não há nada que dê errado no time Carroll, a cada semana a cada episódios, mais e mais vezes os “vilões” vão se safando de situações aparentemente impossíveis com a adição de novos seguidores, sempre super bem informados e armados seja com arma seja com planos. Não entendi o tal seguidor de Claire que depois lhe deixou fugir, não sei como Emma consegue ser tão esperta e Jacob e Paul tão burros! Acredito que a série tenha várias cartas na manga, no entanto, precisa manter uma linha de coerência para não começar a deixar furos aleatoriamente! Sinal amarelo! Ainda assim, gosto muito do trabalho de Kevin Bacon e dos diálogos de Carroll (junto ao trabalho de Purefoy).

s01e07 Let me Go – sim, voces não estao enganados Carroll fugiu novamente, “nunca antes num seriado policial, um criminoso enganou tanto o FBI”; Com a advogada Olivia Warren, Joe faz um caso contra Ryan e o FBI para poder ser transferido para uma unidade diferente, mas Ryan suspeita que um plano maior pode estar em jogo. Enquanto isso, Emma e Joey chegam a um ponto de encontro.

s01e08 Welcome Home – se Kevin Williamson e sua equipe gurtem tanto seus personagens da seita de Carroll porque não criaram a série com um foco diferente? Pois do jeito que esta, esta ficando cada vez mais difícil “digerir” o comportamento do FBI nas suas ações, sempre passos atrás da turma de Carroll. Uma pena de excelente argumento, passando por uma boa série, The Following vem caindo no meu conceito absurdos, não lembro de uma série que tenha gostado tanto cair tanto no meu conceito, é muita falta de coerência nos roteiros. Novamente, vemos um novo chefe (Bishop de The Good Wife), cortando as asinhas de Ryan, o que sempre se mostra ineficaz, já no Spa de Carroll, conhecemos Rodderick (o policial certinho de Common Law), que lhe ajudou no passado com algumas mortes. Como quer Claire junto de si, Carroll pede que seus seguidores armem um jeito de descobrir seu paradeiro, e quase perdemos um novo agente (haja elenco rotativo)!

s01e09 Love Hurts – com um episódio muito melhor que os anteriores, tivemos o início do que deve ser os psicopatas da semana (da seita), uma pena que ainda abordando a relaçao de Ryan/Carroll/Claire, que já se tornou meio disco arranhado. Com Weston ainda no hospital, Ryan e Parker tentam enganar o seu novo chefe Nick, a fim de continuar a busca pelos seguidores. Em um movimento surpreendente, Joe tenta conseguir de Ryan a localização de Claire. Gostei da participação de Jayne Atkinson (de Criminal Minds e 24 Horas) como mãe de Jacob, dando seguimento ao arco do trio Emma/Paul/Jacob. Renovou um pouco o gás da série!

s01e10 Guilty – apesar do bom desenvolvimento da Ryan, a série ainda consegue esculhambar os agente federais, possivelmente, os piores da história das séries americanas! Depois de descobrir a localização de Claire, Joe envia dois seguidores para capturá-la, mas Ryan pode estar um passo à frente. Enquanto isso, Jacob precisa lhe dar com seu retorno à seita e com Emma, claro que dispensava o “fantasminha camarada”. Além disso, uma amizade do passado de Ryan desempenha um papel importante na atualidade dos eventos.

s01e11 Whips and Regret – em mais um episódio irregular, onde a ação policial ficou devendo, quando Ryan e Parker seguem uma mulher que posui contato com um dos seguidores de Carroll (quando a SWAT sempre chega atrasada). Carroll tenta convencer Claire de suas intenções, ao reunir a família, e ativa uma seguidora que já teve contato com Ryan anos atrás, personagem parece ser bastante promissora!

s01e12 The Curse – se não me engano faltam somente 3 episódios para o término da temporada, e ainda não sabemos qual o grande plano de Carroll e seus seguidores, que não seja perseguir Ryan. O episódio ainda não encontrou uma regularidade boa, tivemos aquela sequencia inicial medonha de fuga de Claire e o filho, constrangedor! Em seguida, no momento de tensão, com finalmente Carroll em campo, o FBI continua sendo a equipe mais incompetente do universo das séries, como eles não percorrem toda a casa para descobrir se haviam mais pessoas além deles e o primeiro preso??? No entanto, gosto desta obsessão de Carroll por Ryan e as novas facetas de Weston e Jacob.

s01e13 Havenport – sim, a trama parece melhorar progressivamente, com novos desafios e personagens se revelando, como a ótima idéia de Ryan para ver se alguém da Seita se entregava, no entanto, ao mesmo tempo, o roteiro não consegue resolver de maneira satisfatória o lado policial da trama, como a fuga de Jacob no final e Weston ter deixado Rodderick fugir no início do episódio. No episódio, quando a polícia de Havenport é trazida para a investigação do FBI, a lealdade de Roderick é posta à prova, o que o leva a tomar uma decisão que ameaça a segurança de Joey. Enquanto isso, Ryan tenta ganhar a confiança de um membro da seita.

s01e14 The End is Near – quando parece que o roteiro da série conseguirá engrenar, novamente se perde em boas ideías e péssimo desenvolvimento, finalmente com a morte de Rodderick as investigações sobre o local onde a seita reside vira foco, claro que não entendi o suicídio do indiano, mas gostei da abordagem no Centro Comunitário, porém nada perdoa a facilidade da equipe do FBI em ser tão incompetente! E aquele desfecho, era necessário para o episódio final? Ryan, Parker e Weston se preparam para invadir a mansão dos seguidores. Enquanto isso, os seguidores disfarçados criam um desvio no centro de evacuação da cidade, causando pânico entre os moradores e leva a um sequestro de um funcionário do FBI.

s01e15 The Final Chapter Season Finale – decepcionante para dizer o mínimo e pior, eu já estava esperando, desde a queda abrupta de qualidade dos episódios iniciais e dos ganchos deixados no episódio anterior. Claro que a situação da agente Debra era somente uma cortina de funça para os primeiros 15 minutos da série, mas como Joe Carroll poderia adivinhar que eles achariam a agente e, consequentemente, o livro com o capítulo final aberto, são essas situações preguiçosas do roteiro que me incomodam na série, que pra mim ainda tem um potencial absurdo, lembrando que os melhores momentos vêem da imprevisibilidade da ação das pessoas da seita, como no ataque ao ginásio, isto o roteiro não consegue desenvolver; pelo menos, o roteiro acabou criando um artifício de utilizar os seguidores de modo contínuo e sempre novo.

Reitero que “nunca antes na minha vida” vi uma equipe policial tão incopetente em ação, chega a parecer absurdo, cadê o chefão nesse episódio final, e quantas vezes Ryan agiu sozinho sem o restante da equipe, é muita preguiça de roteiro. Claro que Carroll não morreu, deve ter deixado seu DNA no carinha da casa e até mesmo seus dentes (!), quanto à Ryan e Claire, nem preciso comentar sobre serem atacados em sua própria casa, mas dos males o menor!

STATUS: RENOVADA PARA 2ª TEMPORADA (jan-fev/14).

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