The Killing (AMC) – 3ª temporada (FINALIZADA)

TheKilling-Cartaz-418x620s3e01/02 The Jungle/That You Fear the Most – Sarah faz uma descoberta sinistra ligada a um caso seu passado, agora, trabalhando como um tipo de guarda de trânsito de balsa(?). Holder pega um caso perturbador sobre meninas desaparecidas. Seward, um preso do corredor da morte,  mostra sua verdadeira face.

s03e03 Seventeen – Sarah retorna para a polícia após a descoberta dos diversos corpos, através do desenho do filho do assassino condenado. Descobrimos que ela teve um lance com o seu antigo chefe (Elias Koteas). Holder encontra um novo informante na rua para ajudar no casa das meninas desaparecidas, na verdade, é aquela menina mala, Bullet. Tá engrenando a trama, a tensão no presídio foi sufocante!

s03e04 Head Shots – A investigação continua seguindo o caminho das garotas dos vídeos pornôs, e da possibilidade da garota desaparecida ainda estar viva, para isto Holder continua contando com a ajuda de Bullet. Sarah e Holder descobrem novas pistas e parecem firmar novamente a parceria, principalmente, quando surge um primeiro suspeito. Estou gostando bastante da temporada e, nesta, o retrato desta juventude de rua, sem os pais, entregues as drogas e a marginalidade tem rendido boas sequências.

s03e05 Scared and Running – Sarah e Holder seguem a pista de uma garota em fuga achando que pode ser Kallie, no entanto, encontram outra vítima. Mãe adotiva de Adrian diz que o garoto pede todo dia pra ver o pai. A mãe de Kallie descobre que seu namoradinho (Mills) está com o celular de Kallie.

s03e06 Eminent Domain – enquanto procuram por Mills, agora também entregue pela mãe de Kallie, após descobrir que o celular de sua filha estava em posse dele, vemos Sarah insistir, junto ao chefe, sobre a ligação do caso com Seward, até porque Sarah descobre que Adrian pode ter visto quem assassinou sua mãe (devido ao lance do armário). Por estarmos na metade da temporada, o roteiro precisava ganhar mais consistência no que se refere, principalmente, à Seward, sua trama ainda está muito dispersa dentro da temporada.

s03e07 Hope Kills – Sarah e Holder recebem informações sobre um suspeito, o pastor que abriga alguns jovens, e descobrem que ele não é quem diz ser, através de informações. A Mãe da Kallie recebe um bilhete no carro e Bullet tenta proteger sua namorada, o que pode acabar gerando uma nova vítima.

s03e08 Try – apesar de criar uma iminente tensão, ocupando metade do episódio, achei esse o episódio mais filler da temporada (até aqui) por criar um evento para “empurrar” a trama para frente, ou alguém achava que algo aconteceria com Sarah ou que o pastor fosse o culpado? Assim, o que parece que agora está pegando é a rendição de Seward que não quer mais ser enforcado (seu arco é um dos mais bacanas da série, mesmo estando correndo em paralelo as investigações), e Bullet que por suas próprias investigações parece ter descoberto o assassino. Dúvida, qual a história do carcereiro careca, será mais uma cortina de fumaça? Estranho!

s03e09 Reckoning – Na busca de um suspeito, Sarah e Holder tem uma chocante revelação; Holder procura um bode expiatório para suas culpas; Twitch e Lyric encontram a casa dos sonhos. Excelente episódio, com o retorno de Joseph Mills, sim o taxista que namorava a mãe de Kallie, o roteiro nos revela que ele era o pedófilo que matava as jovens há anos, gostei da revelação; no entanto, a maior surpresa foi Bullet ser sua última vítima, para desespero de Holder, em ótimo momento de Kinnaman. Agora, chegou o momento de dar um desfecho ao arco de Seward e sua culpabilidade ou não!

s03e10 Six Minutes – em sua reta final, com o serial killer já desvendado, The Killing resolve dar uma guinada em sua narrativa e concentra toda a ação no presídio de Seward, na tentativa de Sarah conseguir um adiamento para sua pena de morte, são momentos intensos e tensos, ainda recheados de ambiguidade em grande parte do episódio, ele é ou não inocente? Porém, ao final, vemos que o roteiro mostrou-se corajoso e dramático, MIrelle Enos tem seu “Emmy tape” para a próxima temporada de premiações, e nunca mais me esquecerei desta expressão do título do episódio, nem mesmo dos sons proferidos por Seward pendurado na forca. Chocante! E ainda resta um episódio duplo.

s03e11/12 From Up Here/The Road to Hamelin  Season Finale – Enquanto Sarah busca a paz, os detetives pegam um novo estranho e peculiar caso, envolvendo um corpo queimado dentro de um veículo; Lyric é tentada por sua antiga vida; em seguida, Sarah coloca sua vida em risco depois que Adrian, de repente, desaparece. Enquanto isso, o passado de Holder é usado contra ele pela Corregedoria.

Sou obrigado a confessar que ao perceber que Mills não seria o verdadeiro assasino da temporada pensei, putz, lá vão os roteiristas criarem uma reviravolta para segurarem os 2 últimos episódios (algo completamente desnecessário após a perfeição de Six Minutes). Porém, ao criarem uma dúvida ainda presente durante toda a primeira parte da season finale, me peguei surpreso pela escolha, nunca passou pela minha mente o assassino (fazia muito tempo que isto não ocorria numa série policial acompanhada por mim, pois como estrutura rígida essas narrativas são obrigadas a jogar as luzes para cada suspeito durante o episódio/temporada e, assim, poucas vezes maiores surpresas ocorrem.

A escolha de Skinner se mostra acertada devido a pequenos mistérios que ocorreram durante a temporada que foram revelados, como a morte de Bullet, por exemplo, como o assassino saberia que ela estava entrando em contato com Holder para revelar sua suspeita? Mesmo assim, o roteiro não consegue fugir de alguns clichês batidos como o enfrentamento final com toda a explicação sobre as mortes entre Sarah e Skinner (sendo que os atores seguram a sequência com competência ímpar) e o sumiço de Adrian, que apenas serve de subterfúgio do roteiro para criar uma tensão iminente ao final do episódio, sem justificativa plausível, mas são pequenos erros frente a uma temporada ótima, com maior destaque para os fantasmas dos personagens principais, bons relances de personagens coadjuvantes (como os dramas dos carcereiros), a exploração de um submundo cruel dos jovens prostituídos, os bastidores do corredor da morte (fantástica composição de Peter Sarsgaard) e um caso policial trabalhado de maneira correta .

STATUS: INDEFINIDO (até agosto/13).

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