Madam Secretary (CBS) – 1ª temporada (FINALIZADA)

Madam SecretaryEscrita por Barbara Hall (Homeland), a produção conta a história de Elizabeth McGill (Tea Leoni), Secretária de Estado dos Estados Unidos que precisa lidar com a diplomacia internacional, intrigas políticas e sua vida pessoal.

s01e01 Pilot – A Secretária de Estado Elizabeth McCord é pega em um turbilhão de desafios políticos complexos, incluindo uma situação de refém internacional, logo após assumir o cargo. Ela também tem sérias dúvidas sobre aceitar o trabalho.

Pelo jeito a CBS está procurando uma substituta para The Good Wife, que deve estar em sua reta final essa temporada ou na próxima, assim somos apresentados a mais uma personagem protagonizada por uma mulher moderna (aquele clichê de mulher profissional, amante e mãe) envolta num ambiente profissional (política) que abre para adição de casos da semana, além de ter vida amorosa e um pequeno suspense para usar como arco (aqui a morte de um amigo que deve render uma conspiração). Mesmo que ainda irregular, gostei de Tea Leoni como protagonista, e vou dar uma chance.

s01e02 Another Benghazi – Elizabeth tem de lidar com uma crise no Iêmen, que envolve resgate de diplomata e uso de exército privado,  e há problemas para ela em casa, quando filha mais velha, Stevie, consegue aparecer em manchetes por protestar contra uma nova política em sua universidade.

s01e03 The Operative – Elizabeth é confrontada por uma repórter que ameaça publicar documentos do Departamento de Estado. Enquanto isso, Henry é arrastado para uma negociação internacional quando sua esposa usa seu o trabalho como vantagem para selar um acordo com o Paquistão.

s01e04 Just Another Normal Day – Elizabeth trabalha para elaborar um tratado de paz na Asia quando uma jovem chinês pede asilo politico, o que pode prejudicar a criação de um tratado. Mesmo gostando dos temas que a série vem trabalhando, assim como Tea Leoni como protagonista, sinto que o roteiro ainda não conseguiu atingir uma maturidade, todas as situações até aqui apresentadas não parecem ter importância real como a série quer nos mostrar, deve ser um problema na abordagem.

s01e05 Blame Canada – Elizabeth enfrenta a difícil tarefa de negociar com o Irã sobre seu programa nuclear. Ela está determinada a lidar com a situação de uma forma pacífica, apesar da posição do presidente de usar a ação militar, além disso, surge uma situação envolvendo o diplomata canadense. A série parece começar a se sustentar nas próprias pernas/personagens de uma maneira não tão leviana, como mostrada até aqui.

s01e06 The Call – Elizabeth encara as consequências ao pedir para a presidência ajudar em uma grave problema na África, que acabou chegando ao seu conhecimento através de um conhecido de seu marido. Aqui surge o primeiro caso de manipulação ao qual Elisabeth precisa lhe dar; ainda achando muito avulso o personagem de Ivanek, coadjuvante demais!

s01e07 Passage – Quando Elizabeth tem sua primeira viagem como Secretária de Departamento. Ela é jogada em uma crise quando um forte terremoto causa uma explosão em uma fábrica americana em solo indiano. Parece que minha suspeita esta se tornando real, tramas mais séries e relevantes, mesmo que tratadas de maneira superficial (caso da semana), mas dispensava os mimimi amorosos do escritório.

s01e08 Need to Know – Quando Henry volta a ativa no NSA, ele mente para Elizabeth a respeito da sua ligação com a espionagem. Enquanto isso, o antagonismo de Matt e Diasy começa a afetar o trabalho.

s01e09 So It Goes – Elizabeth, Henry e Isabelle investigam a queda do avião que matou o antigo Secretário do Estado, Vincent Marsh. Nadine se vê as voltas com um pretendente inesperado. Nos flashbacks, segredos da Secretaria de Estado são revelados. Bom episódio!

s01e10 Collateral Damage – O Departamento de Estado é fechado por conta da ameaça de um homem armado fora do prédio. Elizabeth é confinada com uma delegação do Iraque, cujo tradutor ameça revelar informações prejudiciais de suas ações quando ela fazia parte da CIA. O grande problema desse bom episódio é o contexto familiar de Elizabeth, principalmente, a consequência da discussão com sua filha, muito mimimi!

s01e11 Game On – Juntos, Elizabeth, Henry e Isabelle investigam o antigo Secretário do Estado, Vincent Marsh, e sua conta secreta em um banco da Venezuela. Eles logo descobrem que um membro da equipe de Elizabeth tem acesso à conta. Bom episódio!

s01e12 Standoff – gosto quando a série acerta no equilíbrio entre dos “evento diplomático” da semana e a parte mais leve dos personagens, quase sempre errando a mão no segundo; não sei se acho relevante a vida secreta de McCord, não é um plot que me atraiu até agora, parece deslocado, uma outra série.

No episódio, um policial rodoviário texano é morto por um contrabandista do cartel do México, o que leva Elizabeth a firmar um acordo de extradição antes de sair de férias para celebrar o aniversário de 25 anos de casamento em Nova York.

s01e13 Chains of Command – Elizabeth tem que lidar com acusações numa possível crise internacional, quando um embaixador é acusado de cárcere privado, um velho aliado se torna vitima da situação. Enquanto isso, a chegada do pai de Henry afeta a família, trazendo a tona velhas feridas. Continuo afirmando que se a série souber trabalhar melhor a família de margarina de Elizabeth a série terá um “up” considerável, mesmo que os “casos diplomáticos da semana” nem sempre funcionem da melhor maneira.

s01e14 Whisper of the Ax – Elizabeth fica humilhada em uma ouvidoria pública quando sua equipe não consegue encontrar o problema existente no programa de empréstimos. Enquanto isso, a investigação da morte de Marsh continua. Perdi a empolgação inicial nessa temporada pós virada de ano!

s01e15 The Ninth Circle – Elizabeth vai para a Turquia para reparar as relações políticas após o governo turco divulgar um vídeo que pode trazer problemas para a CIA. Enquanto isso, Jason é ameaçado de expulsão após bater em um valentão da escola. Finalmente, parece que teremos um desfecho para o assassinato do antigo Secretário de Estado, e claro que havia trabalho de gente interna ao governo.

s01e16 Tamerlane – Elizabeth viaja secretamente para o Irã em uma tentativa de evitar um golpe que traga impacto para a administração de Dalton. Ao mesmo tempo, ela deixa a equipe a par da investigação da morte de Marsh. Bom desfecho, achei que poderiam espichar esse arco ad eternum dentro da série.

s01e17 Face the Nation – Elizabeth trabalha para evitar um desastre ecológico na Amazônia equatoriana, e se prepara para uma aparição na televisão nacional sobre “Face the Nation”, mas esta sofrendo de stress pós traumatico após os eventos no Irã. Além disso, ela e Henry discordam sobre o nível de proteção que Jason deve ter em sua nova escola. um dos melhores episódios da série até aqui, o roteiro conseguiu abordar o momento dramático da personagem com competência e de maneira equilibrada, evitando exageros como os vistos recentemente na série Scandal.

s01e18 The Time is at Hand – Enquanto Elizabeth procura uma maneira diplomática para lidar com um culto na Bolívia, a organização sequestra um refém congressista; Stevie apresenta o namorado para Elizabeth e Henry.

s01e19 Spartan Figures – O governo americano ajuda a união europeia a chegar a um acordo quanto a crise grega, mas um fator externo pode colocar a economia global em risco. Henry recebe uma oferta de emprego.

s01e20 The Necessary Art – A chegada de um submarino russo as águas americanas cria uma tensão entre os dois países, enquanto Henry se vê preso na linha de fogo. Nada melhor que um bom episódio lembrando a Guerra Fria para criar um conflito internacional na série, melhor parte, a participação de Philip Baker Hall.

s01e21 The Kill List – Bess tem que lidar com a descoberta da localização de Juliette, e o iminente encontro entre as duas, enquanto EUA e Irã assinam o tão esperado acordo, que pode ser atrapalhado pela morte de um iraniano acusado de ser gay, e ser apedrejado como punição.

s01e22 There But for the Grce of God Season Finale – Bess e Juliet tem o tão esperado interrogatório, a oposição abre um investigação sobre o governo do presidente Dalton, colocando Henry e Elizabeth no centro do problema. Mesmo centrando a ação em questões éticas, confesso que achei anticlímax o episódio final da temporada, assim está decidida a retirada da série da minha watchlist; sempre considerei o plot da série riquíssimo e complexo, porém os roteiros nunca conseguiram aprofundar os mesmos, talvez o preço de ser uma série de tevê aberta ou mesmo uma série americana, gosto da maturidade da atriz Tea Leoni, mas um procedural político não rola!

STATUS: RENOVADA PARA 2ª TEMPORADA (set 2016).

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